Presidente da Confederação Empresarial de Portugal convicto de que haverá uma agradável surpresa de descida da taxa do IRC

20/09/2022 14:49:00

Presidente da Confederação Empresarial de Portugal convicto de que haverá uma agradável surpresa de descida da taxa do IRC

Presidente da Confederação Empresarial de Portugal convicto de que haverá uma agradável surpresa de descida da taxa do IRC

'Estou convicto de que seremos agradavelmente surpreendidos com a descida do IRC de 21% para 19%', indicou António Saraiva insistindo na estabilidade e descida da carga fiscal.

Getty ImagesGetty Imagesdos atuais 21% para 19%.O choque fiscal é fundamentalgradual e fatiada• CONTINUE A LER A SEGUIRum sinal extremamente importante para toda a indústria“Espero que na negociação do acordo de rendimentos e de competitividade e, depois, no Orçamento do Estado, possamos ter esse desígnio da redução do IRC”, acrescentou.

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'A Pipoca Mais Doce' sobre namorado: 'Estou muito feliz, estou em paz e serena''A Pipoca Mais Doce' garantiu a Júlia Pinheiro que não fica triste com as críticas, uma vez quem a conhece sabe que está sempre a brincar e a ser sarcástica.

Presidente da CIP convicto de que haverá uma agradável surpresa de descida da taxa do IRCAntónio Saraiva, presidente da CIP, acredita que os empresários serão “agradavelmente surpreendidos” com uma descida do IRC de 21% para 19% na proposta de Orçamento do Estado para 2023

Ministro da Economia abre porta a corte “transversal” no IRCAntónio Costa Silva visita feira de calçado de Milão com uma promessa no bolso. Baixar o imposto “vai ser um sinal extremamente importante para toda a indústria”, afirma. Os hipócritas na foto, estão a ver como se trabalha ou no gozo?

Governo prepara ″descida transversal″ do IRC como resposta à criseMinistro da Economia promete levar 'propostas muito interessantes' à discussão do Acordo de Rendimentos e Competitividade Vamos ver que vai haver subida transversal dos salários. Assim mesmo, isso é que vai ser preciso para os empresário do subsídiosdependentes, ficarem calmos, os trabalhadores se quizerem conquistar alguma coisa para fazer face à caristia de vida, têm que ir à luta para a rua, senão ficam a ver 'NAVIOS' é sempre a mesma treta, 😡😡😪😪. Mais uma vez aldrabam a malta com medidas seletivas. O IRC só deverá abranger micro e pequenas empresas. Baixem o IVA de alguns produtos essenciais e o IRS.

Governo equaciona baixar IRC para empresas no próximo OEPor enquanto, o imposto sobre lucros extraordinários não é para avançar.

Governo está a preparar uma descida do IRC para todas as empresasInicialmente defensor de uma redução seletiva, o Ministro da Economia quer agora uma descida que não deixe ninguém de fora. A garantia foi deixada esta manhã, em Milão. António Costa Silva está de visita à MICAM, a maior feira internacional de calçado. Mesmo aquelas que estão a acumular lucros via privilégios de monopólio e especulação? Deviam era levar com mais imposto em cima!

i ▲ O ministro da Economia, António Costa Silva, afirmou que uma redução do IRC transversal a todas as empresas seria "um sinal importante para toda a indústria" Getty Images ▲ O ministro da Economia, António Costa Silva, afirmou que uma redução do IRC transversal a todas as empresas seria "um sinal importante para toda a indústria" Getty Images O presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), António Saraiva, afirmou esta terça-feira, que acredita que haverá uma agradável surpresa de descida da taxa do IRC dos atuais 21% para 19%.‘A Pipoca Mais Doce’ sobre namorado: “Estou muito feliz, estou em paz e serena” 19 de Setembro de 2022 Vanessa Jesus Instagram Ana Garcia Martins, mais conhecida pela ‘A Pipoca Mais Doce’, foi convidada de Júlia Pinheiro esta segunda-feira, e falou do seu novo amor, Diogo Orvalho.Lusa O presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), António Saraiva, afirmou esta terça-feira, 20 de setembro, acreditar que haverá uma agradável surpresa de descida da taxa do IRC dos atuais 21% para 19%.Receber alertas Foto Anúncio de uma eventual descida de impostos foi feita na MICAM, onde o ministro teve direito a uma engraxadela gratuita, cortesia dos industriais portugueses Diego Ravier/Apiccaps O ministro da Economia, António Costa Silva, pôs em marcha todas as expectativas empresariais face a um corte no IRC pago pelas empresas.

“Estou convicto de que seremos agradavelmente surpreendidos com a descida do IRC de 21% para 19%”, disse António Saraiva na conferência “Fiscalidade no OE2022” promovida pelo Global Media Group, em Lisboa. Falando num painel que tem como tema geral “ O choque fiscal é fundamental . Questionada por Júlia Pinheiro se chora, respondeu afirmativamente. Como pode a abordagem aos impostos no OE2023 ajudar famílias e empresas”, o presidente da CIP acentuou que no IRC (imposto que incide sobre os lucros das empresas), Portugal “compara mal” com outros países pelo que “mais importante do que a taxa [passar de 21% para 19%] é o sinal que é dado”, porque há “um efeito reputacional” com a descida da taxa nominal do IRC. Como pode a abordagem aos impostos no OE2023 ajudar famílias e empresas", o presidente da CIP acentuou que no IRC (imposto que incide sobre os lucros das empresas), Portugal “compara mal” com outros países pelo que “mais importante do que a taxa [passar de 21% para 19%] é o sinal que é dado”, porque há “um efeito reputacional” com a descida da taxa nominal do IRC. O presidente da CIP referiu que esta confederação está a discutir, em sede de Concertação Social, o acordo de competitividade e rendimentos, insistindo na necessidade de estabilidade e de uma descida “ gradual e fatiada ” da carga fiscal, mas afirmou que não fará depender o acordo da descida da taxa do IRC. Se não tivesse sentido de humor era uma pessoa muito depressiva. PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR “Por isso temos insistido que haja uma gradual e fatiada redução e que no IRC se altere a taxa nominal de 21% para 19% e que no ano seguinte, havendo condições, se volte a baixar”, disse, precisando, porém: “não fazemos depender o acordo” da descida do IRC.

Este domingo, o ministro da Economia, António Costa Silva, afirmou que uma redução do IRC transversal a todas as empresas seria “ um sinal extremamente importante para toda a indústria ” e “extremamente benéfico” face à atual crise. A influenciadora digital recordou o momento em que o casamento com Ricardo Pereira Martins chegou ao fim e confessou que não foi fácil aceitar que o ‘projeto’ falhou. “Por isso, temos insistido que haja uma gradual e fatiada redução e que no IRC se altere a taxa nominal de 21% para 19% e que no ano seguinte, havendo condições, se volte a baixar”, disse, precisando, porém: “não fazemos depender o acordo” da descida do IRC. “Neste dia, face à crise que temos, penso que seria extremamente benéfico termos essa redução transversal e, a partir daí, ver qual é o impacto que pode ter no futuro”, afirmou o governante em declarações aos jornalistas à margem de uma visita às empresas portuguesas que, até agora, participam na feira de calçado MICAM, em Milão, Itália. “Espero que na negociação do acordo de rendimentos e de competitividade e, depois, no Orçamento do Estado, possamos ter esse desígnio da redução do IRC”, acrescentou. “Estou muito feliz, estou em paz e serena, era isso que me faltava. Embora no programa de Governo o que esteja previsto seja uma redução seletiva do IRC, dirigida a empresas que reinvestem parte dos seus lucros na atividade económica, apostam na inovação tecnológica ou contratam jovens qualificados, Costa Silva garante que sempre teve “muito claro que o país, algures, tinha que fazer essa redução transversal do IRC “. “Espero que na negociação do acordo de rendimentos e de competitividade e, depois, no Orçamento do Estado, possamos ter esse desígnio da redução do IRC”, acrescentou. Numa observação ao que o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes, disse na sessão de abertura desta conferência — de que um choque fiscal não é uma panaceia para resolver os problemas e em que valorizou as verbas do PRR para as empresas avançarem na transição energética — o presidente da CIP afirmou que a transição demora tempo e que é agora que as empresas estão a ser confrontadas com subidas acentuadas da fatura com energia. “Dá-me muita segurança.

Antes, o ex-secretário dos Assuntos Fiscais Carlos Lobo, defendeu uma simplificação do sistema fiscal e sobre a tributação de lucros inesperados (conhecidos por ‘ windfall s’) lembrou que as energéticas já estão sujeitas a uma contribuição extraordinária (a CESE) que, apesar de extraordinária, se mantém, tal como sucedeu, referiu, com o Imposto do Selo, que também foi pensado para ser extraordinário e nunca mais acabou. Leia também: . É um bocadinho a minha referência, é aquela pessoa que está ali em quem eu confio”, acrescentou. Antes, o ex-secretário dos Assuntos Fiscais Carlos Lobo, defendeu uma simplificação do sistema fiscal e sobre a tributação de lucros inesperados (conhecidos por windfall profits ) lembrou que as energéticas já estão sujeitas a uma contribuição extraordinária (a CESE) que, apesar de extraordinária, se mantém, tal como sucedeu, referiu, com o Imposto do Selo, que também foi pensado para ser extraordinário e nunca mais acabou.