Presidente da Câmara de Lisboa prevê retomar votação do orçamento na segunda ou terça-feira

Presidente da Câmara de Lisboa prevê retomar votação do orçamento na segunda ou terça-feira

Lisboa, Política

22/01/2022 02:06:00

Presidente da Câmara de Lisboa prevê retomar votação do orçamento na segunda ou terça-feira

Autarca do PSD assegurou que 'os serviços da câmara comprovaram que não havia erro nenhum', depois de o PS ter alertado para 'um erro de 40 milhões de euros' na distribuição das verbas, nomeadamente na habitação.

SubscreverConsiderando que essa alteração"não é muito grave", o presidente da Câmara de Lisboa reforçou que a verba classificada como para habitação, em que se prevê 116,2 milhões de euros para este ano, ainda que inclua também reabilitação e habitat, não deixa de ser

"investimento imobiliário para os lisboetas e para a vida dos lisboetas, portanto esse valor está lá, não mudou nada, não há mais nem menos".Carlos Moedas referiu que este tipo de gralhas como a classificação das verbas"é o que acontece em todos os orçamentos, não só da câmara, mas do Estado".

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Presidente da Câmara de Nova Iorque vai receber primeiro salário em critptomoeda'Nova Iorque é o centro do mundo e queremos que seja o centro das moedas digitais e outras inovações financeiras', disse Eric Adams.

Presidente da Câmara do Porto absolvido no caso SelminhoMinist\u0026233;rio P\u0026250;blico anunciou que vai recorrer da decis\u0026227;o do juiz.\r\n Portugal atual. Se alguém fosse condenado é que era novidade. A decisão sai na altura das eleições estrategicamente 🤣🤣🤣

Selminho: MP recorre de absolvição do presidente da Câmara do PortoO Ministério Público (MP) vai recorrer do acórdão que hoje absolveu o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, no processo Selminho, no qual estava acusado de favorecer a imobiliária da família, de que era sócio, em detrimento do município.

Selminho: Presidente da Câmara do Porto absolvidoO presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, foi esta sexta-feira absolvido no processo Selminho, no qual estava acusado de prevaricação por favorecer a imobiliária da família, de que era sócio, em detrimento do município portuense. Deus nos livre. O que pensaria a Europa. Ainďa pensavam que existem políticos corruptos em Portugal!! 😏

Rui Moreira absolvido no caso Selminho e mantém presidência da Câmara do PortoSortudo. A duvida persiste. Vamos ver o q decide Tribunal da Relacao do Porto

e receba as informações em primeira mão. Subscrever Considerando que essa alteração"não é muito grave", o presidente da Câmara de Lisboa reforçou que a verba classificada como para habitação, em que se prevê 116,2 milhões de euros para este ano, ainda que inclua também reabilitação e habitat, não deixa de ser "investimento imobiliário para os lisboetas e para a vida dos lisboetas, portanto esse valor está lá, não mudou nada, não há mais nem menos". Carlos Moedas referiu que este tipo de gralhas como a classificação das verbas"é o que acontece em todos os orçamentos, não só da câmara, mas do Estado". "É interessante que se pergunte à oposição quantas alterações fizeram ao orçamento anterior durante o tempo que cá estiveram, foram mais de 39, eu penso que o número é 39, portanto este tipo de alterações foram 39 vezes feitas pelo executivo anterior. É a isso que eles chamam erro?" , questionou o social-democrata, lamentando que se esteja a pôr em causa o trabalho da direção financeira da câmara e frisando que"não há absolutamente erro nenhum no orçamento". O autarca do PSD realçou que houve"uma quebra de confiança" com os vereadores do PS, que na quarta-feira anunciaram que se iriam abster para permitir a viabilização do orçamento e no dia seguinte decidiram"bloquear completamente uma reunião, inventando um erro que não existe", referindo que a postura dos socialistas está associada ao momento eleitoral das legislativas, em que"há este tipo de aproveitamentos que são feitos pelas forças políticas". "A situação, neste momento, é que eu não posso confiar nos vereadores do Partido Socialista que tiveram esta atitude, portanto tenho de ir com muito cuidado antes de fazer a reunião" , indicou o presidente da autarquia lisboeta, manifestando dúvidas sobre qual será afinal o sentido de voto dos socialistas ao orçamento e"se vão criar mais problemas e bloquear uma outra reunião". A equipa de Carlos Moedas está a "rever os documentos todos, a ver se está tudo bem, se há alguma coisa que não esteja nos quadros" , para o qual também pede a colaboração dos vereadores da oposição. Questionado se a votação do orçamento municipal poderia ficar para depois das eleições legislativas de 30 de janeiro, o autarca de Lisboa respondeu: "Vou tentar fazer tudo o que posso para que esta reunião de câmara seja já na segunda ou na terça-feira, vamos ver, mas tem de ser uma reunião preparada e tem de ser uma reunião em que os vereadores antes da reunião me dizem se têm algum problema com as tabelas". A Assembleia Municipal de Lisboa, que tinha prevista a discussão e votação do orçamento na próxima terça-feira, no pressuposto de que este seria aprovado na reunião de câmara de quinta-feira, informou esta sexta-feira que "recebeu da Câmara Municipal a garantia de que procederá a nova reunião para apreciação do orçamento nos próximos dias" , pelo decidiu remarcar a sessão neste âmbito para quinta-feira, 27 de janeiro. A governar a cidade sem maioria absoluta, o executivo presidido por Carlos Moedas (PSD), com sete eleitos da coligação"Novos Tempos" (PSD/CDS-PP/MPT/PPM/Aliança), deverá conseguir a viabilização da proposta de orçamento, uma vez que os cinco vereadores do PS já anunciaram que se vão abster e justificaram esse sentido de voto"por uma questão de princípio democrático e de salvaguarda da estabilidade na gestão da autarquia", ressalvando que tal"não significa concordância". Os vereadores do PCP, do BE, do Livre e a vereadora independente Paula Marques (eleita pela coligação PS/Livre) já anteciparam que vão votar contra. Este é o primeiro orçamento municipal do mandato 2021-2025, sob a presidência do social-democrata Carlos Moedas, em que a proposta apresentada prevê uma despesa de 1,16 mil milhões de euros para este ano, valor"muito alinhado" com o aprovado para 2021, sob a liderança do PS, que foi de 1,15 mil milhões de euros. No atual mandato (2021-2025), o executivo é composto por sete eleitos pela coligação"Novos Tempos" (três do PSD, dois do CDS-PP e duas independentes), que são os únicos com pelouros atribuídos, sete pela coligação"Mais Lisboa" (cinco do PS, um do Livre e uma independente), dois da coligação PCP/PEV (ambos do PCP) e uma do BE. Partilhar