Portugueses sem medo de viajar esgotam Natal e passagem de ano

Portugueses sem medo de viajar esgotam Natal e passagem de ano

Turismo, Viagens

28/11/2021 11:12:00

Portugueses sem medo de viajar esgotam Natal e passagem de ano

Portugueses não abdicam de viajar. Há hotéis sem vagas para as festas em Lisboa, Porto, serra da Estrela e Alentejo, com ocupação pouco abaixo dos valores pré-covid.

"Quem quis passar a passagem de ano fora de casa começou a reservar em setembro ou outubro, porque nesta altura já há algum tempo que estão esgotados os lugares para Cabo Verde, Funchal, há poucos lugares para Porto Santo e Brasil", enumerou Nuno Mateus, vice-presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) e diretor do operador turístico Solférias."Como ainda há muitos destinos ainda fechados devido à covid-19, a oferta de viagens é reduzida (antes da pandemia falaríamos de 50 destinos, agora são meia dúzia) e as datas esgotaram depressa", acrescentou.

Consulte Mais informação: Jornal de Notícias »

fazem eles muito bem , isso de gripes nunca foi caso pra assustar

Comércio de Braga quer faturar 150 milhões no NatalMunicípio vai investir 250 mil euros em animação e decoração. Marcelo Rebelo de Sousa fez compras no centro.

Aumento de encomendas: CTT preparada para a Black Friday e NatalSIC mostra o processo da cadeia de distribuição da empresa.

Doze vinhos para a ceia de Natal: abram brancos e tintos, no final ganham os primeirosHá certas tradições que devem ficar esquecidas. Uma é a cozedura do bacalhau em água a ferver (com batatas, couves e tudo) e outra é acompanhar o peixe com tinto. Mas como é noite de Natal , não custa nada abrir garrafas de branco e de tinto. Nós é q

Vamos recuperar a magia do NatalOs seus filhos não precisam de um Natal digno de capa de revista, eles precisam de si, do seu amor e da sua atenção.

Maior árvore de Natal do país já brilha em ErmesindeA estrutura tem 55 metros de altura e bateu o recorde.

O Super-Homem e o Pai Natal num comboio ao circoCrumbs (2015) é o primeiro filme de ficção científica pós-apocalíptico da Etiópia. É essa a frase mais vezes usada para o descrever ou, pelo menos, a que mais vezes se encontra na (relativamente escassa) informação disponível online - resquícios da sua meteórica passagem pelo circuito dos festivais. O apelo da etiqueta talvez obedeça mais a um impulso promocional do que a uma intenção descritiva; há algo de agradável, de uma perspectiva 'ocidental', em repetir aquele arrastão de exotismo classificativo. Na verdade, o filme resultou de uma salada genética ainda mais variada: filmado na Etiópia, com diálogos em amárico, um título em inglês, um realizador espanhol, e uma misteriosa co-produção finlandesa. Mesmo a designação 'pós-apocalíptico' esconde mais do que revela, e não ajuda propriamente a calibrar expectativas. Desde as suas origens, e passando por todos os seus documentos centrais (de O Último Homem de Mary Shelley ao Deus das Moscas de Golding, aos vários cataclismos zombies), o género sempre foi uma espécie de reserva estratégica de pessimismo antropológico, especializado em pressupor uma inevitável regressão social generalizada como consequência inevitável do colapso das actuais estruturas de organização social. A ideia básica é que 15 minutos depois de o multibanco deixar de funcionar, toda a gente vai andar de tronco nu, cara pintada e lanças em punho.