Portugueses quase deixam de comprar livros: queda de 65,8% nas vendas

01/04/2020 23:13:00
Portugueses quase deixam de comprar livros: queda de 65,8% nas vendas

Portugueses quase deixam de comprar livros: queda de 65,8% nas vendas

Livros, Editoras

Portugueses quase deixam de comprar livros: queda de 65,8% nas vendas

Os dados da GFK, a empresa que apura em tempo real a venda de livros nas grandes superfícies e redes de livrarias, contabilizou uma quebra de dois terços nas vendas em comparação com o ano passado.

SubscreverDesta crise resultou uma perda homóloga de121,6 mil unidades, o que representa uma quebra de 1,6 milhões de eurosno mercado total. Nos hipermercados, refere a GFK, a redução na compra de livros foi de 40%, mas nas livrarias a situação é bem pior, atingindo os 73%.

Entre os géneros literários mais atingidos estão os sobre"Vida Prática/Lazer/Atualidades" (-75%), a Infantil/Juvenil (-64%) e a Literatura (-58%).O responsável da GFK, António Salvador, define que esta situação de quarentena

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E o livro digital ou a compra em plataformas de comércio eletrónico? Mas a minha teoria é que os portugueses, finalmente, decidiram-se a LER os livros que tinham em casa, nas suas abundantes estantes, que aparecem atrás de qualquer bicho careta na TV ou nas videoconferências... Por cá nunca lemos tanto como agora.

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Subscrever Desta crise resultou uma perda homóloga de 121,6 mil unidades, o que representa uma quebra de 1,6 milhões de euros no mercado total. Nos hipermercados, refere a GFK, a redução na compra de livros foi de 40%, mas nas livrarias a situação é bem pior, atingindo os 73%. Todos os direitos reservados. Entre os géneros literários mais atingidos estão os sobre"Vida Prática/Lazer/Atualidades" (-75%), a Infantil/Juvenil (-64%) e a Literatura (-58%). A proposta de lei do Governo deu entrada, nesta segunda-feira, no Parlamento – podendo ainda sofrer afinações na sequência das propostas dos partidos antes da sua aprovação a meio da semana – estabelece, aos arrendatários [particulares e empresas], que tenham, comprovadamente, uma quebra de rendimentos como consequência directa das limitações que, em nome da saúde púbica, foi necessário decretar”. O responsável da GFK, António Salvador, define que esta situação de quarentena "será a pior crise que alguma vez já existiu neste mercado.A." Partilhar . “Isso é importante para dar mais proteção aos moradores de Bali”, afirmou, citado pelo jornal Jakarta Post.