Porque estão as empresas a investir no metaverso?

Porque estão as empresas a investir no metaverso?

16/01/2022 21:20:00

Porque estão as empresas a investir no metaverso?

O metaverso tem estado no centro do debate no mundo tecnológico desde a mudança do nome do Facebook para Meta, com várias empresas a anunciarem planos nesse mundo. Quais? E porquê?

dólares.Empresas de outros setores, como aBoeing, na aviação, quer incorporar características do metaverso nos seusdesignse processos de produção. De acordo com o engenheiro-chefe da Boeing, na próxima década, a companhia anunciou um investimento de 15 mil milhões de dólares numa renovação digital que juntará robótica e metaverso, mas características deste último poderão ser integradas nas suas operações já dentro de dois anos. Desde projetos de engenharia em 3D a trabalhar com robôs que interagem entre si, os planos da empresa é que os seus mecânicos em todo o mundo estejam ligados através de auscultadores Microsoft que proporcionam uma experiência de realidade virtual e aumentada.

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atingiu uma valorização de 4,3 mil milhões de dólares. Empresas de outros setores, como a Boeing , na aviação, quer incorporar características do metaverso nos seus designs e processos de produção. De acordo com o engenheiro-chefe da Boeing, na próxima década, a companhia anunciou um investimento de 15 mil milhões de dólares numa renovação digital que juntará robótica e metaverso, mas características deste último poderão ser integradas nas suas operações já dentro de dois anos. Desde projetos de engenharia em 3D a trabalhar com robôs que interagem entre si, os planos da empresa é que os seus mecânicos em todo o mundo estejam ligados através de auscultadores Microsoft que proporcionam uma experiência de realidade virtual e aumentada. À Boeing, seguiu-se a fabricante de automóveis Hyundai , que recentemente anunciou o conceito “metamobility”, com o objetivo de atingir a liberdade ilimitada de mobilidade através da robótica e do metaverso. Esta mudança prevê, entre outras coisas, explorar a condução autónoma, bem como tornar os automóveis e a UAM (Mobilidade Aérea Urbana) dispositivos inteligentes aptos a aceder a espaços virtuais. A robótica irá funcionar como um meio para conectar os mundos virtual e real. “Por exemplo, um automóvel que se conecte a espaços virtuais pode permitir que os usuários desfrutem de várias experiências de realidade virtual no veículo. Dependendo das necessidades do usuário, um veículo pode ser transformado num espaço de entretenimento, numa sala de reuniões ou até mesmo numa plataforma de videojogos 3D”, detalha a empresa, em comunicado. Em termos de valor de mercado do metaverso, espera-se que, em 2030, esteja na ordem dos 1,5 biliões de dólares . Hoje em dia, o valor do somatório de pequenos projetos e das grandes empresas neste mundo é de cerca de 50 mil milhões de dólares. “O PIB português é mais ou menos 250 mil milhões, ou seja, à data de hoje, o metaverso vale um quinto do PIB português. Daqui a oito anos, isto valerá mais ou menos seis vezes o PIB português. O crescimento é de cerca de 30 vezes em oito, nove anos”, estima Gonçalo Perdigão. No entanto, o empreendedor considera prematuro, para já, concluir uma correlação entre empresas que se envolveram no metaverso e resultados financeiros. “Diria que devemos olhar para isto mais como um espaço de futuro e de muito crescimento no curto prazo e, consequentemente, as empresas a posicionarem-se dentro desses espaços e a quererem ser as primeiros das suas áreas a ocuparem esses espaços “, afirma. De momento, ainda não há muita gente a comprar sapatilhas digitais da Adidas, ou malas digitais da Louis Vuitton, mas, no lugar destas empresas, quereríamos ser os primeiros a vendê-las. https://eco.sapo.pt/2022/01/16/porque-estao-as-empresas-a-investir-no-metaverso/ Continuar a ler... Assine o ECO Premium No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso. De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história e às newsletters ECO Insider e Novo Normal. Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.