Perante a indiferença. Fotógrafo René Robert morreu congelado em rua de Paris

28/01/2022 20:45:00
Perante a indiferença. Fotógrafo René Robert morreu congelado em rua de Paris

René Robert, Paris

Perante a indiferença. Fotógrafo René Robert morreu congelado em rua de Paris

cancelarGonzalo Fuentes - ReutersO fotógrafo suíço René Robert, de 84 anos, morreu de hipotermia, depois de ter desmaiado e de ter ficado caído, várias horas, numa das artérias mais movimentadas de Paris, sem receber ajuda. Foi uma sem-abrigo que o encontrou e alertou as autoridades.

VER MAISO caso remonta a 18 de janeiro. Pelas 21h30, René Robert saiu de sua casa em direção à Place de République, no centro da capital francesa. No caminho sentiu-se mal, desmaiou e ficou assim durante nove horas.Vários órgãos de comunicação social franceses revelam que ninguém parou para o ajudar.

Consulte Mais informação: RTPNotícias » Fotógrafo René Robert, de 85 anos, caiu na rua e ninguém o socorreu. Morreu de hipotermia

Fotógrafo René Robert, de 85 anos, caiu na rua e ninguém o socorreu. Morreu de hipotermiaO fotógrafo suíço, reconhecido por ter retratado artistas de flamenco, morreu, depois de ter passado mais de nove horas exposto ao frio, caído numa movimentada artéria parisiense. que acto de civilização

Fotógrafo morre de frio depois de nove horas caído no passeio de uma rua movimentada de ParisCNN Portugal. O canal de informação, com uma cultura multiplataforma, que acompanha, em tempo real e em diversos meios, os acontecimentos que marcam o país e o mundo. O vosso Jornalista Pedro Bello Moraes não tem um pingo de isenção. É triste haver jornalistas assim. Depois de uma peça sobre a campanha do PartidoCHEGA ele diz: ' políticos e as suas promessas á caça de votos'. Ele fez o mesmo aos outros partidos?

Ministério Público abre inquérito para apurar causas da morte de bebé em Portalegre - SIC NotíciasUm bebé de apenas oito dias morreu no hospital de Portalegre “por falta de socorro médico”.

Ordem dos Médicos exige investigação à morte de bebé por atraso no socorro médicoSociedade - Ordem dos Médicos exige investigação 'até às últimas consequências' à morte de bebé por atraso no...

Jerónimo puxa dos galões. “Tudo o que é conquista a favor do povo é influência da CDU” - RenascençaSecretário-geral comunista pediu serenidade aos militantes, perante sondagens ou algum “comentário mais reacionário”.

Ucrânia. Macron e Putin conversam por telefone esta sexta-feira - RenascençaA discussão entre ambos o líderes acontece depois de uma reunião, em Paris , que juntou representantes dos países que integram o chamado Formato Normandia e que terminou sem um entendimento formalizado.

por Cristina Sambado - RTP cancelar Gonzalo Fuentes - Reuters O fotógrafo suíço René Robert, de 84 anos, morreu de hipotermia, depois de ter desmaiado e de ter ficado caído, várias horas, numa das artérias mais movimentadas de Paris, sem receber ajuda.Em 2015, durante uma entrevista na inauguração de uma exposição em Nimes, Sul de França DR\UNA - Institut National de l'Audiovisuel A 18 de Janeiro, o fotógrafo René Robert​, de 85 anos, saiu após ter jantado para dar um passeio pela Rua Turbigo, bem no centro de Paris.Há 21 min Franceses enchem esplanadas em dia de desconfinamento René Robert tinha 84 anos.Lusa O Ministério Publico (MP) revelou, esta sexta-feira, que instaurou um inquérito para apurar as causas da morte de um bebé de oito dias, na quinta-feira, no hospital de Portalegre, por alegada falta de socorro médico.

Foi uma sem-abrigo que o encontrou e alertou as autoridades. VER MAIS O caso remonta a 18 de janeiro. Mas, em algum momento, o homem caiu inconsciente. Pelas 21h30, René Robert saiu de sua casa em direção à Place de République, no centro da capital francesa. Robert, que tinha 84 anos, saiu da sua residência na Rue de Turbigo, no centro de Paris, para uma caminhada na noite de quarta-feira, 19 de janeiro. No caminho sentiu-se mal, desmaiou e ficou assim durante nove horas. Mas Robert permaneceu caído durante cerca de nove horas, exposto ao frio, numa noite em que as previsões meteorológicas apontavam para uma temperatura mínima de 3ºC. Vários órgãos de comunicação social franceses revelam que ninguém parou para o ajudar. Em declarações prestadas hoje aos jornalistas, a diretora clínica da ULSNA, Vera Escoto, revelou que a VMER do hospital de Portalegre esteve cerca de sete horas inoperacional por falta de médico, na quinta-feira.

Um amigo do fotógrafo Michel Mompontet afirma que Robert morreu graças à “indiferença” das pessoas. De acordo com o relatado por Mompontent, Robert “morreu sozinho numa rua movimentada da capital [francesa] sem que ninguém parasse para o ajudar”, concluindo que “este fim de vida trágico e repugnante nos ensina algo sobre nós mesmos”. Segundo a passou as nove horas seguintes estendido no chão, sem que ninguém lhe prestasse auxílio ou chamasse os serviços de emergência. “Ele permaneceu sozinho, no chão, consciente, pelo menos durante cinco ou seis horas num dos bairros mais movimentados de Paris, sem que ninguém achasse conveniente intervir. Ele nunca devia ter morrido”, afirmou Michel Mompontet no Twitter. O fotógrafo ainda foi transportado para o hospital, onde lhe foi diagnosticado um traumatismo craniano e uma grave hipotermia, causa do óbito. Une pensée rageuse contre le commissariat de police du 10e arrondissement qui s’est comporté de manière indigne et inhumaine avec la veuve de René Robert qui demandait simplement des renseignements sur l’agonie de son compagnon sur la voie publique. René Robert morreu de “hipotermia severa”. . Ce soir 19h20 sur France Info TV mon hommage au photographe René Robert, mort seul dans une rue passante de la capitale sans que personne ne s’arrête et lui porte secours…et ce que cette tragique et révoltante fin de vie nous apprend de nous-mêmes. Mas, “quando não se consegue, porque acontece um imprevisto e dentro da nossa casa [hospital] não conseguimos colocar alguém, poderá ficar a descoberto”, admitiu.