Paulo Rangel promete mostrar ao país ″um PSD unido″

Paulo Rangel promete mostrar ao país 'um PSD unido'

Psd, Paulo Rangel

18/10/2021 23:49:00

Paulo Rangel promete mostrar ao país 'um PSD unido'

O eurodeputado Paulo Rangel , que se candidata a líder do PSD , afirmou que o seu primeiro objetivo caso vença as eleições é 'unir e fazer a congregação das várias correntes' do partido. Considera 'muito pouco provável' que venha a existir uma crise política mas defende que, se ela ocorrer, o PSD não deve ajudar a aprovar o Orçamento do Estado.

O eurodeputado Paulo Rangel, que se candidata a líder do PSD, afirmou que o seu primeiro objetivo caso vença as eleições é"unir e fazer a congregação das várias correntes" do partido. Considera"muito pouco provável" que venha a existir uma crise política mas defende que, se ela ocorrer, o PSD não deve ajudar a aprovar o Orçamento do Estado.

Rangel considera"especulação" que o país possa estar em vias de ir para eleições legislativas. No entanto, se esse cenário viesse a verificar-se, o PSD deveria ir"legitimado e reforçado", defendeu. O candidato aludia ao facto de o líder social-democrata, Rui Rio ter pretendido adiar as eleições internas, embora sem sucesso: estas irão realizar-se a 4 de dezembro, como preferia Rangel.

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Comentar O eurodeputado Paulo Rangel, que se candidata a líder do PSD, afirmou que o seu primeiro objetivo caso vença as eleições é"unir e fazer a congregação das várias correntes" do partido. Considera"muito pouco provável" que venha a existir uma crise política mas defende que, se ela ocorrer, o PSD não deve ajudar a aprovar o Orçamento do Estado. Rangel considera"especulação" que o país possa estar em vias de ir para eleições legislativas. No entanto, se esse cenário viesse a verificar-se, o PSD deveria ir"legitimado e reforçado", defendeu. O candidato aludia ao facto de o líder social-democrata, Rui Rio ter pretendido adiar as eleições internas, embora sem sucesso: estas irão realizar-se a 4 de dezembro, como preferia Rangel. "Um líder, a partir do momento em que ganha o partido, tem de unir", afirmou Rangel, esta segunda-feira, em entrevista à TVI. Reivindicou uma oposição"mais firme" e"assertiva" ao Governo, criticando Rio por ter aceite pôr fim aos debates quinzenais com o primeiro-ministro no Parlamento. Ainda assim, garantiu ter"um enorme respeito pessoal e político" pelo atual presidente laranja, que conhece há 20 anos e que, em 2019, o escolheu como cabeça de lista para as eleições europeias. Rangel referiu que terá"o maior gosto" em disputar as diretas com Rio, assegurando que respeitará"com enorme recato" a decisão do líder caso este decida não se recandidatar. O eurodeputado disse não ter"uma visão pessoal da política", sublinhando que o que o separa de Rio é ter"um projeto diferente" do atual. João Vasconcelos e Sousa