Partidos querem menos fiscalidade para empresas, mas contribuições extraordinárias mantêm-se | Jornal Económico

16/01/2022 22:14:00

Partidos querem menos fiscalidade para empresas, mas contribuições extraordinárias mantêm-se

Partidos querem menos fiscalidade para empresas, mas contribuições extraordinárias mantêm-se

Os programas eleitorais dos partidos com assento parlamentar referem a redução da fiscalidade para as empresas, especialmente PME, mas não abordam a parafiscalidade. As contribuições extraordinárias prometem manter-se.

A maioria dos partidos com assento parlamentar propõe, nos programas eleitorais, a revisão em baixa dos impostos que incidem sobre as empresas, com um foco especial na redução das taxas de IRC e no desagravamento fiscal para as pequenas e médias empresas, mas não prevê acabar com as contribuições extraordinárias que incidem sobre diferentes sectores.."Atirar a matar” soa a título de filme de ação e de fracas credenciais.Portugal tem já uma estratégia definida pelas autoridades de saúde para o envelhecimento ativo, mas esta deve ser uma dimensão transversal a toda a vida, aponta Judite Gonçalves, economista e investigadora da Nova SBE no campo da economia da saúde.

Nas respostas dadas ao Jornal Económico (JE), os verbos mais usados para a ação face à parafiscalidade são “analisar”, “rever” ou “adaptar”. .

Consulte Mais informação:
Jornal Económico »

Propostas da esquerda para empresas; criação de taxas e de impostos.

O poder transformador das histórias | Jornal EconómicoOs prémios literários existem para consagrar um autor ou para colocar aqueles que pretendem navegar o mar da escrita no radar dos leitores.

“Atirar a matar” não é título de filme é ordem de presidente | Jornal Económico'Atirar a matar” soa a título de filme de ação e de fracas credenciais. A falta de respeito pelo ser humano, uma tradição dos países asiáticos.

Estratégia deve passar por “promover a saúde” | Jornal EconómicoO documento da DGS para o envelhecimento saudável e ativo já aborda a participação laboral, refere a investigadora Judite Gonçalves, mas promoção da saúde deve começar “no útero”.

Valérius afasta para já produção da Dielmar em Marrocos | Jornal Económicointeressada na Dielmar admitiu vir a transferir a produção para Marrocos, porque na Europa a especialização do sector está a desaparecer. CEO admite ao JE que será um processo a dez, 15 anos.

Esquerda quer mais salário mínimo, direita não se compromete | Jornal EconómicoÀ esquerda, fixaram-se objetivos para o salário mínimo, com promessa de aumentos entre 20,5% e 46,3%, indiciando que este continuará a ser tema de negociação. À direita, não se estabelecem compromissos e, no caso do CDS-PPe do Chega, nem são feitas referências.

“A instabilidade no país é consequência daqueles que votaram contra o Orçamento” | Jornal EconómicoO candidato do PS considera que os partidos que seguiram o caminho de chumbo do Orçamento mostraram uma postura de “irresponsabilidade total”. Ou será da escolha errada dos parceiros?

A maioria dos partidos com assento parlamentar propõe, nos programas eleitorais, a revisão em baixa dos impostos que incidem sobre as empresas, com um foco especial na redução das taxas de IRC e no desagravamento fiscal para as pequenas e médias empresas, mas não prevê acabar com as contribuições extraordinárias que incidem sobre diferentes sectores.."Atirar a matar” soa a título de filme de ação e de fracas credenciais.Portugal tem já uma estratégia definida pelas autoridades de saúde para o envelhecimento ativo, mas esta deve ser uma dimensão transversal a toda a vida, aponta Judite Gonçalves, economista e investigadora da Nova SBE no campo da economia da saúde.

Nas respostas dadas ao Jornal Económico (JE), os verbos mais usados para a ação face à parafiscalidade são “analisar”, “rever” ou “adaptar”. .