OMS pede revisão de planos de resposta nacionais face a nova variante Ómicron

08/12/2021 20:03:00

Coronavírus - OMS pede revisão de planos de resposta nacionais face a nova variante Ómicron

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Coronavírus - OMS pede revisão de planos de resposta nacionais face a nova variante Ómicron

Secretário-geral da OMS insistiu na necessidade de acelerar a vacinação contra a Covid-19 da população de maior risco.

OMSFOTO: Getty ImagesO diretor-geral da Organização Mundial da Saúde pediu esta quarta-feira aos governos para reverem as suas estratégias sanitárias de resposta à Covid-19 face à nova variante do vírus da doença, a Ómicron, que parece ser mais contagiosa.

"Cada Governo, cada indivíduo, deve usar todos os instrumentos de que dispomos e os Estados devem rever os seus planos nacionais à luz da situação atual", afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, numa conferência de imprensa sobre a situação da pandemia de covid-19.

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Covid-19: OMS considera que vacinas são eficazes contra a variante Ómicron“Não há razão para duvidar” de que as vacinas atuais protegem os doentes infetados com Ómicron contra formas graves de covid-19, considera a Organização Mundial da Saúde

OMS não vê razões para duvidar da eficácia de vacinas contra ÓmicronOs traficantes de droga, também não avisam os clientes, que o abuso nos produtos pode levar à overdose.

Vacinas são eficazes contra a variante ómicron, garante OMSA Organização Mundial da Saúde revelou, esta terça-feira, que as vacinas são eficazes contra a nova variante ómicron da covid-19, detetada na África do Sul, ao protegerem os infetados de doença grave. What?

OMS garante: vacinas são eficazes contra variante Ómicron

OMS desaconselha tratamento com plasma de recuperadosA Organização Mundial da Saúde ( OMS ) manifestou-se contra o tratamento com plasma de doentes recuperados para tratar casos de covid-19, alegando que as investigações mostram que não aumenta a probabilidade de sobreviver ou reduzir a necessidade de ventilação.

OMS Europa quer melhor proteção das crianças, atualmente as mais afetadasO diretor da OMS /Europa​​ manifestou-se 'cauteloso' e 'preocupado' com a variante Ómicron. 'A vacinação de crianças deve ser discutida e considerada a nível nacional, a fim de proteger as escolas', defendeu.

Lusa OMS FOTO: Getty Images O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde pediu esta quarta-feira aos governos para reverem as suas estratégias sanitárias de resposta à Covid-19 face à nova variante do vírus da doença, a Ómicron, que parece ser mais contagiosa.Lusa A Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou esta terça-feira que as vacinas são eficazes contra a nova variante Ómicron da covid-19, detetada na África do Sul, ao protegerem os infetados de doença grave.por RTP."Não há razão para duvidar" de que as vacinas atuais protegem os doentes infetados com ómicron contra formas graves de covid-19, indicou hoje o responsável pela resposta de emergência em saúde pública da OMS, Michael Ryan, numa entrevista à France-Presse.

"Cada Governo, cada indivíduo, deve usar todos os instrumentos de que dispomos e os Estados devem rever os seus planos nacionais à luz da situação atual", afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, numa conferência de imprensa sobre a situação da pandemia de covid-19. O secretário-geral da OMS insistiu na necessidade de acelerar a vacinação contra a Covid-19 da população de maior risco. "Temos vacinas muito eficazes que se mostram potentes contra todas as variantes até agora, em termos de gravidade da doença e hospitalização, e não há razão para acreditar que não seja o caso" com a Ómicron, disse Michael Ryan, frisando que se está no início de estudos de uma variante detetada apenas a 24 de novembro e que desde então foi registada em cerca de 40 países. "Se os países esperarem até os seus hospitais começarem a encher-se será demasiado tarde, temos de agir já", afirmou. Leia também OMS pede"cuidado extremo" no levantamento de restrições perante aumento de casos de Covid-19 Tedros Adhanom Ghebreyesus pediu a partilha de informação das autoridades nacionais com a comunidade internacional relativa à Ómicron, para um melhor acompanhamento, lembrando que os dados que existem e a informação que se conhece é preliminar e é demasiado cedo para haver conclusões sólidas em relação a esta variante. "Dados preliminares da África do Sul sugerem um risco de reinfeção mais elevado com a Ómicron, mas são necessários mais dados para tirar conclusões mais sólidas.

Existem também elementos que fazem pensar que a Ómicron provoca sintomas menos graves do que a Delta, mas também aqui é ainda demasiado cedo para haver certeza", afirmou. Tedros Adhanom Ghebreyesus admitiu que a Ómicron"pode ter um grande impacto no desenvolvimento da pandemia", mas insistiu que é cedo para conclusões defintivas sobre a eficácia das vacinas atuais da covid-19 em relação a esta variante, assim como sobre os tratamentos, a transmissibilidade e outros fatores. "Temos de perceber bem se a variante Ómicron pode substituir a Delta [dominante atualmente] e por isso pedimos aos países que aumentem a vigilância, os testes e a sequenciação genómica", insistiu. Leia também Variante Delta reduz para 40% eficácia das vacinas contra transmissão da Covid-19 O diretor-geral da OMS pediu também para serem"levantadas as proibições discriminatórias" relativas a viagens, como as que foram decididas por diversos governos em relação a países do sul de África, a região onde foram identificados os primeiros casos da variante Ómicron. A Ómicron foi detetada até agora em 57 países, segundo um relatório de hoje da OMS, divulgado antes da conferência de imprensa de Tedros Adhanom Ghebreyesus.

De acordo com o documento, nos últimos 60 dias, dos 900 mil casos analisados pela rede global de laboratórios GISAID (umas das redes de análise do vírus da covid-19 com que trabalha a OMS), mais de 99% continuam a ser causados pela variante Delta e apenas 713 (0,1%) são Ómicron. No entanto, numa semana, os casos de Ómicron detetados pela rede GISAID passaram de 14 para os atuais 713. A Ómicron, por outro lado, já supera os casos de outras variantes detetadas anteriormente, como a Alfa ou a Gama. A covid-19 é uma doença respiratória provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China. A doença provocou pelo menos 5.

270.700 mortes em todo o mundo, entre mais de 266,54 milhões infeções pelo novo coronavírus registadas desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência de notícias France-Presse. Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.587 pessoas e foram contabilizadas 1.177.

706 infeções, segundo dados da Direção-Geral da Saúde. Leia também .