Novas medidas porque ″não estamos tão bem quanto queríamos estar″

26/11/2021 02:30:00

Novas medidas porque 'não estamos tão bem quanto queríamos estar'

Covıd-19, Política

Novas medidas porque 'não estamos tão bem quanto queríamos estar'

Férias escolares prolongadas, teletrabalho obrigatório durante uma semana depois da passagem de ano, uso obrigatório de máscara nos espaços fechados, necessidade de certificado para ir a restaurantes. O menu das novas medidas foi apresentado esta quinta-feira

Após mais uma reunião do Conselho de Ministros essencialmente dedicada à pandemia - o que já há muito não acontecia -, o chefe do Governo apontou a necessidade de prosseguir com sucesso o processo de vacinação, de usar mais vezes máscara, de as pessoas fazerem mais vezes testes e de exibirem mais vezes o certificado digital."É assim que poderemos continuar a viver com segurança, tranquilidade e liberdade para que o conjunto das atividades económicas que também já tanto sofreram possam agora prosseguir e a nossa vida tenha a normalidade adequada aos momentos em que estamos a viver", afirmou.

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Novas medidas de contenção não podem esquecer escolas, alerta FenprofA entidade liderada por Mário Nogueira relembra ainda que o Executivo desvalorizou 'o papel das escolas na transmissão do vírus'.

Não sei se Rio é Seguro, sei que Rangel não é CostaApesar das autárquicas, há o sentimento de que Rio não chega lá. Aconteceu com Seguro. A sua “abstenção violenta” transformou a vitória nas europeias em “poucochinho”. Mas Costa era presidente da Câmara de Lisboa e mobilizava a esquerda. O seu último resultado tinha sido de 51% em Lisboa, o de Rangel é de 22% nas europeias. Rio venceu três vezes a Câmara do Porto, duas com maioria absoluta. Rangel perdeu duas eleições europeias e venceu uma, contra Vital Moreira um apelo ao voto em Rio pela extrema esquerda 🥰

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Marcelo considera ″muito equilibradas″ novas medidas contra a pandemiaO presidente da República considera que as medidas anunciadas pelo Governo para mitigar a propagação da pandemia são 'muito equilibradas' e possibilitam que haja restrições adicionais em janeiro, se necessário, apesar de serem 'indesejáveis'. PALHACO

Novas medidas contra a pandemia entram em vigor no dia 1 de dezembroDa “semana de contenção” ao teletrabalho, o Governo aprovou novas medidas para travar a propagação do vírus. Nos próximos dois meses, regressam algumas medidas de restrição, com maiores limitações em janeiro. O país entra em estado de calamidade na próxima semana, devido ao aumento de casos nos últimos dias.

CNPD recomenda clarificação de novas regras sobre contratos de venda de conteúdos digitaisEm causa está um projeto de decreto aprovado em Conselho de Ministros para transposição de uma diretiva comunitária de 2019 que altera várias diretivas em matéria de defesa dos consumidores, nomeadamente sobre tratamento de dados pessoais.

e receba as informações em primeira mão.Inês Pinto Miguel 24 Novembro 2021, 10:14 A entidade liderada por Mário Nogueira relembra ainda que o Executivo desvalorizou “o papel das escolas na transmissão do vírus”..Ativar Cookies Marketing Automation certified by Copyright © 2021.

Subscrever "É assim que poderemos continuar a viver com segurança, tranquilidade e liberdade para que o conjunto das atividades económicas que também já tanto sofreram possam agora prosseguir e a nossa vida tenha a normalidade adequada aos momentos em que estamos a viver." Após mais uma reunião do Conselho de Ministros essencialmente dedicada à pandemia - o que já há muito não acontecia -, o chefe do Governo apontou a necessidade de prosseguir com sucesso o processo de vacinação, de usar mais vezes máscara, de as pessoas fazerem mais vezes testes e de exibirem mais vezes o certificado digital. A Fenprof pede ainda que se evite o agravamento da situação epidemiológica em Portugal, dado o aumento dos números que se tem verificado."É assim que poderemos continuar a viver com segurança, tranquilidade e liberdade para que o conjunto das atividades económicas que também já tanto sofreram possam agora prosseguir e a nossa vida tenha a normalidade adequada aos momentos em que estamos a viver", afirmou. Costa aproveitou a oportunidade para assegurar que a primeira fase de administração da dose de reforço da vacina para os grupos da população atualmente elegíveis vai estar concluída até 19 de dezembro. “A Fenprof espera que estas também se destinem às escolas e aos seus profissionais, tanto mais que os grupos etários em que os níveis de transmissibilidade se apresentam mais elevados são, precisamente, os das crianças e jovens em idade escolar”, adianta a entidade em comunicado. Salientou que o primeiro passo"é reforçar o esforço de vacinação" e vincou que"esse esforço prossegue desde já" com a administração da dose de reforço nos grupos já elegíveis.

Ou seja:"Pessoas com mais de 65 e que há mais de cinco meses tiveram a segunda dose, pessoas que por prescrição médica devem ter a vacina, pessoas que estiveram infetadas e que já estão recuperadas há mais de 150 dias e também as pessoas com mais de 50 anos e que foram vacinados há mais de cinco meses com a vacina da Janssen - todos estes estarão vacinados ate ao próximo dia 19 de dezembro. Há professores já com várias turmas em casa, mas, apesar disso, nem sempre estes profissionais estão a ser testados, com a justificação de estarem vacinados." Defendeu, por outro lado, os efeitos da vacinação no menor impacto da atual quinta vaga da covid-19 em Portugal, enaltecendo o"esforço e o elevadíssimo sentido cívico dos portugueses" e a taxa de vacinação"largamente superior à generalidade dos países europeus", que estão a ser mais afetados pelo agravamento da situação epidemiológica. "Ser [o país] mais vacinado tem consequências benéficas para todos nós. A entidade liderada por Mário Nogueira relembra ainda que o Executivo desvalorizou “o papel das escolas na transmissão do vírus, com o ministro a repetir que não eram espaço de transmissão, mesmo quando já se tornava evidente que isto não era verdade”. Graças a uma maior vacinação, Portugal tem tido um menor número de internamentos do que se tem verificado nos outros países, de internamentos em unidades de cuidados intensivos e, sobretudo, tem tido menos óbitos, o que significa que a vacinação tem permitido salvar vidas." Numa comparação com a situação do país por esta altura em 2020, o primeiro-ministro reiterou ainda a conclusão de que Portugal está"francamente melhor" e que o número diário de novos casos de covid-19 é"significativamente inferior" face ao ano passado. “Também no ano letivo transato, mas já no atual ano civil, os responsáveis do Ministério da Educação manifestavam, contra as evidências, oposição à vacinação dos profissionais das escolas.

Controlo de danos Parte da conferência de imprensa foi usada pelo chefe do Governo para controlar os danos causados pelas controversas declarações da ministra da Saúde, Marta Temido, na quarta-feira, sobre a"resiliência" dos médicos. António Costa considerou"absolutamente indiscutível" que, mesmo nos"momentos mais terríveis da pandemia", o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e todos os seus profissionais mostraram"uma total dedicação, resiliência e empenho". Desta forma, a organização pede o reforço das condições de segurança sanitária nas escolas, designadamente a utilização de máscara em todos os espaços, a medição da temperatura corporal e a garantia de distanciamento físico nas salas de aula, a realização de testes a todos os profissionais que exercem atividade com turmas nas quais se identifiquem casos de Covid-19, bem como testagem periódica da comunidade escolar e que tenham em consideração os docentes. "Aquilo que nós pudemos constatar é que mesmo nos momentos mais terríveis desta pandemia, como foram os meses de janeiro e fevereiro do ano passado, o Serviço Nacional de Saúde e todos os seus profissionais, desde os assistentes operacionais aos médicos, todos mostraram uma total dedicação, resiliência, empenho, esforço no cumprimento da sua função e isso é absolutamente indiscutível e todos estamos gratos aquilo que é o esforço extraordinário dos profissionais do Serviço Nacional de Saúde", afirmou ainda. "Para isto que é o fundamental temos que estar unidos e eu não perco um minuto com querelas sobre aquilo que não existe." O Presidente da República também comentou o caso dizendo que"na cabeça de todos os portugueses, ministros, secretários de estado, deputados, Presidente da República está que os profissionais de saúde são resistentes" e"tomáramos nós ser sempre tão resistentes quanto eles foram e são e serão".

Confrontado com as críticas da Ordem dos Médicos à ministra, o Marcelo Rebelo de Sousa recusou-se a comentar:"Nós agora temos uma prioridade no domínio da saúde que é enfrentar a vacinação, acelerando (...) e investir para que o SNS possa enfrentar a recuperação daquilo que ficou para trás e já começou a ser recuperado em consultas, em cirurgias, em atendimentos que foram sacrificados durante os anos de 2020 e 2021.""Isto é o fundamental" e"para isto que é o fundamental temos que estar unidos e eu não perco um minuto com querelas sobre aquilo que não existe".

Novas medidas Entrada em vigor: 1 dezembro As medidas ontem anunciadas entram em vigor em 1 de dezembro. O país passará de"situação de alarme" para"situação de calamidade", o estado de exceção imediamente anterior ao estado de emergência. "Semana de contenção" De 2 a 9 de janeiro haverá uma"semana de contenção de contactos". Medidas: - Teletrabalho obrigatório. - Escolas fechadas (ou seja, as férias de Natal serão prolongadas uma semanas).

- Discotecas encerradas. Uso obrigatório em todos os espaços fechados. Certificado digital O certificado digital covid-19 volta a ser obrigatório no acesso a restaurantes, estabelecimentos turísticos e alojamento local, ginásios e eventos com lugares marcados. Teste negativo O acesso a lares, estabelecimentos de saúde, grandes eventos culturais ou desportivos, e a bares e discotecas passa a exigir a apresentação de teste de deteção com resultado negativo. Viagem Um teste de diagnóstico com resultado negativo vai passar também a ser obrigatória a todos os passageiros que voem para Portugal.

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