Netflix despede funcionária por ter divulgado alegadamente “informação confidencial”

Netflix despede funcionária por ter divulgado alegadamente “informação confidencial”

16/10/2021 18:06:00

Netflix despede funcionária por ter divulgado alegadamente “informação confidencial”

Despedimento ocorre na sequência da polémica em torno do novo programa do humorista Dave Chappelle. De acordo com a Netflix, a funcionária terá divulgado documentos internos “confidenciais” mas há quem aponte outras razões. Segundo o site “The Verge”, trata-se de uma mulher que encorajou funcionários transgénero a organizar um protesto coletivo contra a empresa

A polémica em torno do novo programa do humorista Dave Chappelle, que se estreou no passado dia 5 de outubro na Netflix, tem mais um capítulo. A plataforma de streaming despediu uma funcionária que divulgou alegadamente documentos internos “confidenciais”, alguns deles de natureza comercial, de acordo com uma notícia avançada pelo jornal britânico “The Guardian”.

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Não foram revelados nomes mas, segundo o site “The Verge”, trata-se de uma mulher que terá encorajado funcionários transgénero a organizar um protesto coletivo contra o programa “The Closer”, que tem sido criticado desde a estreia pelo seu conteúdo “homofóbico” e “transfóbico”.

A justificação da Netflix é, contudo, outra. Segundo a empresa, a decisão de despedir a funcionária (que está grávida, também de acordo com o site de notícias acima citado) foi tomada na sequência de uma notícia publicada pela “Bloomberg” com dados sobre os custos de produção do programa do humorista e de outros conteúdos da plataforma. “Compreendemos que o possa ter feito por estar dececionada com a Netflix, mas a nossa empresa assenta numa cultura de confiança e transparência”, disse um porta-voz ao “Guardian”. headtopics.com

No programa, Dave Chappelle faz piadas sobre pessoas gay, lésbicas e transgénero, e visando também o feminismo e o movimento Me Too. As críticas choveram e até já há promessas de greve para a próxima semana, nos EUA. Cerca de mil funcionários da empresa marcaram uma paralisação “virtual” para quarta-feira, 20 de outubro. E muitos utilizadores ameaçaram cancelar as suas subscrições.

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