MPT destaca combate a incêndios e defende resposta coordenada com a UE - Renascença

28/01/2022 22:25:00

MPT destaca combate a incêndios e defende resposta coordenada com a UE

MPT destaca combate a incêndios e defende resposta coordenada com a UE

O MPT defende a adoção de uma política de ordenamento do território que combata a desertificação do interior e medidas que tornem a floresta 'rentável, gerível e menos exposta a riscos de incêndios'.

O final da campanha foi em Leiria e na Marinha Grande e depois de visitar as áreas ardidas nesses concelhos em 2017, o presidente do MPT lamentou o seu estado quase cinco anos depois, de acordo com um comunicado do partido."É desolador ver toda esta área ardida, os incêndios de 2017 devastaram Portugal e nada foi feito para a sua recuperação", afirmou Pedro Soares Pimenta, citado no comunicado.

Na última ação de campanha, o líder do MPT deixou críticas ao executivo de António Costa quanto ao combate a incêndios e à gestão das florestas, considerando inaceitável"que o plano de reflorestação apenas tenha sido apresentado em época de eleições e que se continue a relegar para segundo plano os mecanismos de combate a incêndios".

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Sentimento económico e expectativas de emprego recuam em janeiro na UEO sentimento económico recuou de dezembro para janeiro - e pelo terceiro mês consecutivo - 1,4 pontos, para os 111,6, na UE e 1,1 pontos, para os 112,7, na zona euro.

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O Partido da Terra (MPT) escolheu o tema do combate a incêndios florestais para o último dia de campanha para as eleições legislativas e defendeu que Portugal recorra a um programa da União Europeia de resposta coordenada.Assine para partilhar E usufrua de todas as vantagens de ser assinante Os indicadores do sentimento económico e das expectativas de emprego voltaram a recuar em janeiro na zona euro e na União Europeia (UE), segundo dados divulgados esta sexta-feira pela Comissão Europeia.e receba as informações em primeira mão.Lusa Os presidentes das três principais instituições europeias alertaram para o que classificam como “uma escalada do antissemitismo” na Europa e a necessidade de o combater ativamente, por ocasião do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto.

O final da campanha foi em Leiria e na Marinha Grande e depois de visitar as áreas ardidas nesses concelhos em 2017, o presidente do MPT lamentou o seu estado quase cinco anos depois, de acordo com um comunicado do partido. "É desolador ver toda esta área ardida, os incêndios de 2017 devastaram Portugal e nada foi feito para a sua recuperação", afirmou Pedro Soares Pimenta, citado no comunicado. Também o indicador das expectativas de emprego diminuiu, pelo segundo mês, mas de forma mais ligeira: 0,5 pontos para 113,1 na UE e 0,2 pontos para 113,3 na zona euro. Na última ação de campanha, o líder do MPT deixou críticas ao executivo de António Costa quanto ao combate a incêndios e à gestão das florestas, considerando inaceitável"que o plano de reflorestação apenas tenha sido apresentado em época de eleições e que se continue a relegar para segundo plano os mecanismos de combate a incêndios". "O WhatsApp tem até ao final de fevereiro para se comprometer com a Comissão e as autoridades", adianta a instituição europeia. Por outro lado, acusou também o Governo de teimosia, questionando por que motivo Portugal nunca recorreu ao programa RescEU, criado ao abrigo do mecanismo de proteção civil da União Europeia e que prevê uma resposta coordenada para situações de catástrofe. Entre as maiores economias da UE, o sentimento económico subiu na Alemanha (0,8) e Espanha (0,6) enquanto piorou em Itália (-6,1), na Polónia (-4,2), em França (-2,8) e nos Países Baixos (-1,3). "Este programa, que está em pleno funcionamento desde 2019, criou uma Reserva de Recursos, aviões de combate a incêndios, helicópteros, aviões de evacuação médica, hospitais de campanha, equipamento médico, que possibilitem dar uma resposta rápida e eficiente em situações de emergência. Porque a vida judaica é parte integrante da história da Europa e do futuro da Europa”, declarou a dirigente alemã, numa mensagem gravada para um evento organizado pelo Congresso Judaico Europeu Por seu lado, Charles Michel afirmou esta quinta-feira que “as lições do Holocausto são atualmente mais relevantes do que nunca”, lamentando que, cerca de 80 anos depois, os judeus sejam de novo alvo de “ameaças e mesmo de ataques, pelo simples facto de serem judeus”.

O que é que o governo Português fez? Nada, rigorosamente nada", apontou.. O WhatsApp oferece um serviço 'online' gratuito de troca de mensagens texto ou multimédia e de chamadas e videochamadas, que está disponível em todos os Estados-membros da UE. Defendendo a adesão àquele programa, que diz ser uma forma de combater eficazmente os fogos florestais, o presidente do MPT defendeu ainda que os anteriores executivos optem antes por outras alternativas. "O Estado português prefere continuar a celebrar contratos milionários e ruinosos com empresas privadas para providenciarem aviões e helicópteros, como é o caso dos"Kamov" defeituosos, em vez de aproveitar esta solução de coordenação europeia", criticou. Quanto às propostas do partido sobre o tema, o MPT defende a adoção de uma política de ordenamento do território que combata a desertificação do interior e medidas que tornem a floresta"rentável, gerível e menos exposta a riscos de incêndios". Partilhar. Tópicos . O momento em que deixamos de falar sobre o Holocausto é o momento em que permitimos que a recordação do horror se desvaneça.