Ómicron destrói recordes com negacionismo à espreita

Ómicron destrói recordes com negacionismo à espreita

22/01/2022 14:23:00

Ómicron destrói recordes com negacionismo à espreita

Na semana em que Portugal chegou aos dois milhões de casos de covid-19, os negacionistas mostraram o seu rosto político na televisão e, para não variar, no seu território preferido: as redes sociais.

Ver debates é bom. Mas votar é melhorO frente a frente Rui Rio e Inês Sousa Real, sábado, na RTP, encerrou o ciclo de debates a dois entre os líderes de partidos parlamentares. O formato escolhido (apenas 25 minutos) mereceu algumas críticas pois tendia a favorecer o candidato capaz de produzir um bom

sound bite, que depois continuaria a ter eco na comunicação social até ser substituído por outra frase qualquer que ficasse no ouvido. A verdade é quetiveram mais audiência: oito dos frente a frente tiveram um resultado superior ao do debate mais visto em 2019. Sem surpresa, o mais visto em 2022 foi entre os pesos pesados António Costa e Rui Rio (média 3,2 milhões de telespetadores), que passou em simultâneo na RTP, SIC e TVI e foi o único em que houve realmente tempo para se discutir ideias: 75 minutos. Este aparente maior interesse dos portugueses pelo debate político é um bom sinal para a democracia? Sem dúvida. No entanto, importante mesmo é ser confirmado através do voto, baixando a abstenção. Isso sim seria uma vitória.

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Covid é constipação ou gripe. Ponto final. Qualquer constipação afecta os drogados, obesos e fumadores que já conteem nos pulmões o escarro seco e o ranho verde. Nos velhos gripe cria pneumonia. Em estatisticas existe uma ligação entre obesidade e Covid.

Pedro Sequeira Ver debates é bom. Mas votar é melhor O frente a frente Rui Rio e Inês Sousa Real, sábado, na RTP, encerrou o ciclo de debates a dois entre os líderes de partidos parlamentares. O formato escolhido (apenas 25 minutos) mereceu algumas críticas pois tendia a favorecer o candidato capaz de produzir um bom sound bite , que depois continuaria a ter eco na comunicação social até ser substituído por outra frase qualquer que ficasse no ouvido. A verdade é que tiveram mais audiência : oito dos frente a frente tiveram um resultado superior ao do debate mais visto em 2019. Sem surpresa, o mais visto em 2022 foi entre os pesos pesados António Costa e Rui Rio (média 3,2 milhões de telespetadores), que passou em simultâneo na RTP, SIC e TVI e foi o único em que houve realmente tempo para se discutir ideias: 75 minutos. Este aparente maior interesse dos portugueses pelo debate político é um bom sinal para a democracia? Sem dúvida. No entanto, importante mesmo é ser confirmado através do voto, baixando a abstenção. Isso sim seria uma vitória. Debate entre Costa e Rio teve em média 3,2 milhões de telespectadores. © Pedro Pina/Lusa Djokovic. Perder sem sequer entrar em campo A confirmação da ordem para deportar Novak Djokovic da Austrália pôs fim a uma novela em que ninguém fez boa figura, pois as hesitações da federação de ténis daquele país e da justiça em nada ajudaram a controlar os danos. Mas a maior mancha cai sobre a ação o tenista, um dos melhores de sempre e, nos últimos meses, também um mediático rosto antivacinação, estimulando teorias negacionistas de quem não quer ver o óbvio - a vacina salva vidas. Todo este processo permitiu saber, por exemplo, que o sérvio decidiu ser entrevistado e fazer uma sessão fotográfica para o L'Équipe prestou informações falsas no visto para entrar na Austrália. Djokovic até reconheceu estes erros, mas o caso marca, pela negativa, a brilhante carreira nos courts. No final, vingou a posição do governo australiano e que França (casa de Roland Garros): as regras no combate à pandemia têm de ser iguais para todos. Tenham ou não 20 títulos de Grand Slam no palmarés. Fechar