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Médicos de família vão entregar aos utentes nota a pedir compreensão pelos atrasos

Saúde: Médicos de família vão entregar aos utentes nota a pedir compreensão pelos atrasos

11/06/2021 17:10:00

Saúde : Médicos de família vão entregar aos utentes nota a pedir compreensão pelos atrasos

Na nota, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) afirma que “a vacinação é fundamental para o combate a pandemia”, mas sublinham que “está a ser feita exclusivamente a custa dos médicos , enfermeiros e assistentes técnicos dos centros de saúde em

Manuel RobertoOs médicos de família vão entregar, a partir de segunda-feira, uma nota aos utentes a pedir compreensão pelos atrasos nas consultas e nas respostas aos pedidos de medicação, avançou esta sexta-feira à Lusa o secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos.

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“É uma pequena justificação a todos os utentes para que de alguma maneira percebam que, apesar dos nossos esforços, a situação vai ter tendência a piorar”, adiantou Jorge Roque da Cunha.Na nota, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) afirma que “a vacinação é fundamental para o combate a pandemia”, mas sublinha que “está a ser feita exclusivamente a custa dos médicos, enfermeiros e assistentes técnicos dos centros de saúde em vez de contratação de profissionais”.

“Por isso, e apesar de não termos qualquer responsabilidade nos atrasos das consultas, das respostas aos pedidos de medicação, da resposta aosmails, pedimos a sua compreensão pelos atrasos”, lê-se na mensagem.Refere ainda que os médicos vão continuar “a implorar” para que os deixem ver os seus doentes e dessa forma evitar “cancros, amputações, cegueiras e tromboses entre outras doenças” e apela aos utentes para exigirem o mesmo junto dos políticos nas juntas de freguesia, nas câmaras e assembleias municipais, no Parlamento e ao Governo. headtopics.com

Jorge da Cunha adiantou que a nota, distribuída pelos associados doSIM, surge depois de terem sido feitos “repetidos apelos” sem sucesso ao Governo para contratar médicos, enfermeiros e assistentes técnicos para a vacinação que vai demorar algum tempo.

“Não sabemos se vai ser preciso uma terceira dose e depois é a vacinação contra a gripe e, por isso, temos de criar as condições para que os nossos utentes tenham acesso [aos cuidados de saúde] porque é politicamente criminoso não estar a permitir que os

médicos de famíliavejam os seus doentes”, vincou.Jorge Roque da Cunha adiantou que, à medida que se desenrola a pandemia, o Governo tem retirado progressivamente doscentros de saúdemeios que “já são escassos” para se dedicarem ao acompanhamento dos doentes com covid-19, quando há cerca de um milhão de utentes sem médico de família.

“Muitos utentes dizem e pensam que, não tendo acesso às consultas, a responsabilidade é dos médicos, porque os médicos não desaparecem”, mas não os podem atender no centro de saúde porque estão, disse, observando que cada médico de família já tem de acompanhar “uma lista longuíssima de 1900 utentes”. headtopics.com

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Há centros de saúde em Lisboa que têm ose-mailsdos utentes atrasados na sua análise mais de uma semana por falta de administrativos que estão na vacinação.“Portanto, quando se manda ume-mailhoje o doente só vai ter resposta daqui a um mês e meio”, o mesmo se passa com as consultas, o que leva os utentes a contestarem.

“Estamos a assistir a um aumento da agressividade dos próprios doentes que, com razão, querem a sua consulta. É preciso retomarmos esse trabalho”, defendeu.Com estes atrasos, alertou, “estamos a fazer com que os diabéticos descompensem, fiquem cegos, haja mais enfartes do miocárdio, mais AVC, mais mortes”.

Para Roque da Cunha, trata-se de “uma insensibilidade inqualificável” por parte do Ministério da Saúde em relação a esta matéria: “Se pensa que resolve o problema obrigando os médicos e os enfermeiros e os administrativos a ficarem no centro de saúde [como aconteceu no estado de emergência] é um erro de palmatória”.

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