Marco Galinha: ″Melhorar condições de trabalho é muito difícil com toda a carga fiscal que temos″

20/09/2022 12:16:00

Debate do Global Media Group quer perspetivar o Orçamento de Estado de 2023.

Dv, Economia

Marco Galinha: 'Melhorar condições de trabalho é muito difícil com toda a carga fiscal que temos'

Debate do Global Media Group quer perspetivar o Orçamento de Estado de 2023.

Num momento de incerteza económica para Portugal, o Governo preparar-se para apresentar o primeiro Orçamento de Estado no próximo dia 10. O debate promovido pelo Dinheiro Vivo, DN, TSF e JN para perspetivar o que se espera no próximo ano, pretende perceber como deve desenhar-se o próximo OE, que será o primeiro completo deste Governo de maioria absoluta.

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Crises de segurança, alimentar, energética e ambiental no debate da Assembleia Geral da ONUO debate de alto nível, com líderes de todo o mundo, surge num momento em que a Ucrânia começa a recuperar terreno. Guterres procura medidas para as consequências alimentares e ambientais.

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Governo espera que debate na ONU ajude Rússia a encontrar saída para a guerraO ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, espera que o debate geral da 77.ª sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) faça a Rússia refletir e começar a encontrar uma saída para a guerra na Ucrânia.

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Comentar Num momento de incerteza económica para Portugal, o Governo preparar-se para apresentar o primeiro Orçamento de Estado no próximo dia 10.e receba as informações em primeira mão.Líderes da ONU querem medidas na OMC contra a crise alimentar que afeta milhões Segundo a ONU, este ano há o risco de fome em países como o Iémen, Somália, Etiópia, Sudão do Sul, Nigéria ou Afeganistão e durante a próxima semana várias reuniões paralelas serão realizadas em Nova Iorque para tentar impedir que a ameaça se torne realidade.Lusa A sessão de alto nível na Assembleia Geral da ONU será esta semana marcada pela crise de segurança causada pela invasão russa na Ucrânia, a par das crises alimentar, energética e climática, e das tensões China-Estados Unidos.

O debate promovido pelo Dinheiro Vivo, DN, TSF e JN para perspetivar o que se espera no próximo ano, pretende perceber como deve desenhar-se o próximo OE, que será o primeiro completo deste Governo de maioria absoluta. Relacionados António Mendonça Mendes:"Política fiscal não é solução mágica" Para Marco Galinha, CEO da Global Media Group, as empresas em Portugal viram-se a braços com grandes desafios e tiveram muitas dificuldades para enfrentar um dos momentos mais complicados das últimas dezenas de anos. É sempre muito difícil com toda a carga fiscal que temos - e bem sabemos que a credibilidade de um país vê-se numas finanças públicas fortes - na verdade todos estes temas que afetam muito a produtividade e resultados de um país que afetam os bons resultados de um país, são talvez o mais importante que vamos debater aqui hoje", lançou."Resilientes muitas vezes. Também o dossiê nuclear iraniano e as relações fraturantes entre as duas grandes potências económicas – Estados Unidos e China – serão temas que mobilizarão atenções na ONU. O próprio Estado criou mecanismos para suportar melhor os efeitos da pandemia."Saímos de um período de dois anos de pandemia, em que as empresas enfrentaram enormes dificuldades e entramos num período de muitíssimo maiores dificuldades com uma inflação galopante e que se esperava rápida". Demos com este conflito militar da Europa, talvez um dos momentos mais desafiantes do futuro empresarial. Ele ignorará as críticas ocidentais e não mostrará dúvidas sobre o direito da Rússia de atacar a Ucrânia.

Até porque a melhor forma de combater a pobreza e criando emprego e condições para os salários serem viáveis", afirmou, ao abrir a sessão. Significa um ano com níveis de inflação que os portugueses não estavam habituados a ter e que batem recordes sucessivos. Contudo, a ordem habitual dos discursos será invertida, uma vez que os Estados Unidos – anfitrião do evento e tradicionalmente o segundo a apresentar-se -, só intervirão na quarta-feira, devido à presença do chefe de Estado, Joe Biden, no funeral da Rainha Isabel II – a decorrer na segunda-feira. "Demos com uma inflação de 9% e uma enorme dificuldade em todas as cadeias de abastecimento e todas as ruturas, os custos fiscais. Acabámos por mais uma vez, com toda a resiliência, superar estes temas", louvou o empresário. O que terá"efeitos a todos os níveis. "Fala-se muito em melhorar as condições de trabalho. As despedidas da rainha de Inglaterra causarão alterações também na cimeira sobre a Educação convocada para este dia por António Guterres, que optou por não se deslocar ao Reino Unido para liderar aquele encontro. É sempre muito difícil com toda a carga fiscal que temos - e bem sabemos que a credibilidade de um país vê-se numas finanças públicas fortes. É um período de extrema dificuldade e há a necessidade de manter as contas certas", declarou. Segundo a ONU, este ano há o risco de fome em países como o Iémen, Somália, Etiópia, Sudão do Sul, Nigéria ou Afeganistão e durante a próxima semana várias reuniões paralelas serão realizadas em Nova Iorque para tentar impedir que a ameaça se torne realidade.

Na verdade todos estes temas que afetam muito a produtividade e resultados de um país e que afetam os bons resultados de um país, são talvez o mais importante que vamos debater aqui hoje", lançou. Por seu turno, a diretora do Dinheiro Vivo, Joana Petiz, afirmou que os desafios que o país enfrenta são grandes, um momento de"uma dificuldade sem precedentes" e que nem mesmo a crise de 2011 foi tão difícil com esta.. Fechar Subscreva a nossa newsletter e tenha as notícias no seu e-mail todos os dias Subscrever Muito obrigado pelo seu registo. "Saímos de um período de dois anos de pandemia, em que as empresas enfrentaram enormes dificuldades e entramos num período de muitíssimo maiores dificuldades com uma inflação galopante e que se esperava rápida". Como se sabe, pelo contrário, a inflação vai prolongar-se.ª Assembleia Geral, através do Presidente do país, Jair Bolsonaro, na manhã de terça-feira.

Significa um ano com níveis de inflação que os portugueses não estavam habituados a ter e que batem recordes sucessivos. Agora assiste-se a uma estabilização, mas isso não significa um retrocesso. O que terá"efeitos a todos os níveis. Para as famílias, para as empresas. É um período de extrema dificuldade e há a necessidade de manter as contas certas", declarou. Inicialmente, pelo menos 90 chefes de Estado planeavam participar nessa cimeira, mas as Nações Unidas já confirmaram que muitos mudaram os seus planos, fazendo-se representar por outras figuras de Estado.

"Sabemos que temos uma recessão a espreitar na Europa e se não tivermos o país bem solidificado - um país tão endividado como o nosso - tudo correrá pelo pior. Partilhar .