Marco Galinha: ″Melhorar condições de trabalho é difícil com a carga fiscal que temos″

20/09/2022 12:06:00

Debate do Global Media Group quer perspetivar o Orçamento de Estado de 2023.

Fiscalidade No Oe2023, Dinheiro Vivo

Marco Galinha: 'Melhorar condições de trabalho é difícil com a carga fiscal que temos'

Debate do Global Media Group quer perspetivar o Orçamento de Estado de 2023.

Subscrever"Fala-se muito em melhorar as condições de trabalho. É sempre muito difícil com toda a carga fiscal que temos - e bem sabemos que a credibilidade de um país vê-se numas finanças públicas fortes - na verdade todos estes temas que afetam muito a produtividade e resultados de um país que afetam os bons resultados de um país, são talvez o mais importante que vamos debater aqui hoje", lançou.

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Este tipo de propósito não sairia da boca dele se o povo não alugasse a sua força de trabalho em troca de umas esmolas. Pede ao teu sócio russo.. Iate e Ferrari ou veleiro e Lamborghini? Fica difícil não poder ter os quatro. Tadinho, tá difícil escolher entre veleiro ou iate. Para darem um chouriço têm de levar o porco. Impressionante as asneiras que se dizem.

Mas para a esquerda portuguesa os empresários portugueses ganham milhoes e são uns malandros..... gostava era de ver os politicos de esquerda abrirem os seu próprios negócios em vez de viverem as custas dos contribuintes.. 😂😅🤣👍👍👍🐣🐓 Retire-se os impostos e todos continuaremos a receber o mesmo. Não há vontade! Para que pagar 900 se podem pagar 700? 🤡

Um trate de pessoa. Tudo é difícil quando não se quer.

Crises de segurança, alimentar, energética e ambiental no debate da Assembleia Geral da ONUO debate de alto nível, com líderes de todo o mundo, surge num momento em que a Ucrânia começa a recuperar terreno. Guterres procura medidas para as consequências alimentares e ambientais.

Olha, o dono da Câncio e do Luís. Foda-se... Quanto é que ganha o Marco Galinha? 'Para Marco Galinha, CEO...', parei de ler. FDP ladrão CANALHA !!!

Crises de segurança, alimentar, energética e ambiental em debate da Assembleia Geral da ONUO debate de alto nível vai começar terça-feira na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, com líderes de todo o mundo

Costa hoje na abertura do debate geral na ONUPrimeiro-ministro reúne-se com membros da comunidade portuguesa.

Governo espera que debate na ONU ajude Rússia a encontrar saída para a guerraO ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, espera que o debate geral da 77.ª sessão da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) faça a Rússia refletir e começar a encontrar uma saída para a guerra na Ucrânia.

Debate geral na ONU com presença de Lavrov e discurso de ZelenskyO Ocidente pretende intensificar as críticas a Moscovo.

e receba as informações em primeira mão.Líderes da ONU querem medidas na OMC contra a crise alimentar que afeta milhões Segundo a ONU, este ano há o risco de fome em países como o Iémen, Somália, Etiópia, Sudão do Sul, Nigéria ou Afeganistão e durante a próxima semana várias reuniões paralelas serão realizadas em Nova Iorque para tentar impedir que a ameaça se torne realidade.Lusa A sessão de alto nível na Assembleia Geral da ONU será esta semana marcada pela crise de segurança causada pela invasão russa na Ucrânia, a par das crises alimentar, energética e climática, e das tensões China-Estados Unidos.Lusa António Costa FOTO: Reuters O primeiro-ministro, António Costa, assiste hoje em Nova Iorque à abertura do debate geral da 77.

Subscrever "Fala-se muito em melhorar as condições de trabalho. É sempre muito difícil com toda a carga fiscal que temos - e bem sabemos que a credibilidade de um país vê-se numas finanças públicas fortes - na verdade todos estes temas que afetam muito a produtividade e resultados de um país que afetam os bons resultados de um país, são talvez o mais importante que vamos debater aqui hoje", lançou. A outra grande crise que será discutida na ONU é a climática , já que António Guterres anunciou que usará a próxima semana para procurar mais compromissos nessa área, principalmente entre os países mais ricos. Por seu turno, a diretora do Dinheiro Vivo, Joana Petiz, afirmou que os desafios que o país enfrenta são grandes, um momento de"uma dificuldade sem precedentes" e que nem mesmo a crise de 2011 foi tão difícil com esta. A delegação russa para o evento será chefiada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, que, segundo Gowan, não apenas será capaz de ignorar as tentativas de isolamento, como tentará minar as narrativas ocidentais sobre a guerra."Saímos de um período de dois anos de pandemia, em que as empresas enfrentaram enormes dificuldades e entramos num período de muitíssimo maiores dificuldades com uma inflação galopante e que se esperava rápida". Como habitual, será o Brasil o país a abrir os discursos de alto nível na 77. Como se sabe, pelo contrário, a inflação vai prolongar-se.ª sessão da Assembleia Geral da ONU tem como lema"Soluções por meio da solidariedade, sustentabilidade e ciência".

Significa um ano com níveis de inflação que os portugueses não estavam habituados a ter e que batem recordes sucessivos. Contudo, a ordem habitual dos discursos será invertida, uma vez que os Estados Unidos – anfitrião do evento e tradicionalmente o segundo a apresentar-se -, só intervirão na quarta-feira, devido à presença do chefe de Estado, Joe Biden, no funeral da Rainha Isabel II – a decorrer na segunda-feira. Ele também tentará usar reuniões bilaterais para encantar líderes não-ocidentais e minar a narrativa dos Estados Unidos e da Europa sobre a guerra", avaliou o analista. Agora assiste-se a uma estabilização, mas isso não significa um retrocesso. O que terá"efeitos a todos os níveis. Os nossos colegas responsáveis pela programação estão realmente a tentar encaixar tudo, porque, obviamente, a mudança nas viagens de alguns líderes mundiais tiveram impacto nos nossos encontros bilaterais, mas espera-se que o secretário-geral tenha um grande número de reuniões bilaterais com chefes de Estado, Governos, ministros das Relações Exteriores e outros dignitários”, disse Dujarric num ‘briefing’ à imprensa. Para as famílias, para as empresas. Embora o problema seja mais profundo, a guerra na Ucrânia agravou a crise alimentar em muitos países em desenvolvimento, que exigirão mais apoio das Nações Unidas para evitar uma possível catástrofe. É um período de extrema dificuldade e há a necessidade de manter as contas certas", declarou. Inicialmente, pelo menos 90 chefes de Estado planeavam participar nessa cimeira, mas as Nações Unidas já confirmaram que muitos mudaram os seus planos, fazendo-se representar por outras figuras de Estado. Na quinta-feira, António Costa fará a sua terceira intervenção no debate geral anual entre chefes de Estado e de Governo dos 193 membros da ONU, em que participou em 2017 e em 2020 -- nessa segunda vez não presencialmente, mas por videoconferência, devido à pandemia de covid-19.

"sabemos que temos uma recessão a espreitar na Europa e se não tivermos o país bem solidificado - um país tão endividado como o nosso - tudo correrá pelo pior. . A outra grande crise que será discutida na ONU é a climática, já que António Guterres anunciou que usará a próxima semana para procurar mais compromissos nessa área, principalmente entre os países mais ricos.