Maiorias absolutas retiram direitos aos trabalhadores, alerta Isabel Camarinha

Maiorias absolutas retiram direitos aos trabalhadores, alerta Isabel Camarinha

18/01/2022 17:25:00

Maiorias absolutas retiram direitos aos trabalhadores, alerta Isabel Camarinha

A secretária-geral da CGTP afirmou que uma maioria absoluta 'não desenvolve o país'. 'Foi com maiorias absolutas que se tentou aumentar a exploração e o empobrecimento de quem trabalha', apontou.

FERNANDO VELUDO/LUSAFERNANDO VELUDO/LUSAe que a futura composição do parlamento deve garantir “uma relação de forças” sem maiorias absolutas do PS e do PSD.que não desenvolve o país e que retira direitos aos trabalhadores”, afirmou Isabel Camarinha.

“foi com maiorias absolutas que se privatizaram empresas de setores estratégicos”• CONTINUE A LER A SEGUIR, não valorizando o trabalho e os trabalhadores”, continuou.“Mas também sabemos que neste momento o que se coloca aos trabalhadores é elegerem deputados que, de facto,

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i ▲ Isabel Camarinha referiu que "foi com maiorias absolutas que se privatizaram empresas de setores estratégicos" FERNANDO VELUDO/LUSA ▲ Isabel Camarinha referiu que "foi com maiorias absolutas que se privatizaram empresas de setores estratégicos" FERNANDO VELUDO/LUSA A secretária-geral da CGTP, Isabel Camarinha, disse esta terça-feira que as maiorias absolutas retiram direitos aos trabalhadores e que a futura composição do parlamento deve garantir “uma relação de forças” sem maiorias absolutas do PS e do PSD.Helena Isabel esteve a responder a umas questões dos seguidores.Jubileu de Isabel II: os escândalos na família e a tranquilidade da rainha ao longo de 70 anos de reinado Ontem às 20:54 Isabel II completa este ano 70 anos de reinado.e estavam previstos para o desenvolvimento desta região.

“Os trabalhadores portugueses sabem que maiorias absolutas no nosso país têm resultado em continuação de uma política que não desenvolve o país e que retira direitos aos trabalhadores”, afirmou Isabel Camarinha. A secretária-geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses falava aos jornalistas após a manifestação que assinalou, na Marinha Grande, distrito de Leiria, o levantamento dos operários vidreiros em 1934 contra o regime. E uma das perguntas estava relacionada com a vida política da ex-concorrente da ‘Casa dos Segredos’. Isabel Camarinha referiu que “foi com maiorias absolutas que se privatizaram empresas de setores estratégicos” , que se “aprovou Códigos do Trabalho em que são retirados direitos aos trabalhadores e em que não é garantido o equilíbrio na relação de trabalho”. E não só ultrapassou a tetravó Vitória em tempo no trono como bate o recorde de monarca mais velha no mundo. PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR “Foi com maiorias absolutas que se tentou aumentar a exploração e o empobrecimento de quem trabalha , não valorizando o trabalho e os trabalhadores”, continuou. E ex-comentadora do ‘Big Brother’ respondeu: “ Não! Mas já tive alguns convites que declinei” . Referindo que “o Partido Socialista está a pedir uma maioria absoluta”, a sindicalista avisou: “Mas nós conhecemos as maiorias absolutas do Partido Socialista e tiveram este traço”. O que o país precisa é de um contrato para o país que salve o SNS, que respeite quem trabalha, que combata as desigualdades”, respondeu aos jornalistas quando questionada sobre a possibilidade adiantada pelo primeiro-ministro, António Costa, de governar como António Guterres.

“Mas também sabemos que neste momento o que se coloca aos trabalhadores é elegerem deputados que, de facto, defendam a resposta necessária às suas reivindicações , aos problemas do país e às necessidades que temos de alterar este modelo que já vigora há muitos anos e que está a querer ser aprofundado ainda mais”, assinalou. Leia também:.. Segundo Isabel Camarinha, esse modelo é o “dos baixos salários, da precariedade, dos horários longos e desregulados, do desinvestimento nos serviços públicos, nas funções sociais do Estado, numa legislação laboral que não protege a parte mais frágil que é o trabalhador e também de não desenvolver o país pela submissão que temos às imposições da União Europeia e dos grandes grupos económicos”. “Precisamos de alterar este modelo e para isso é preciso que a composição da Assembleia da República garanta também esta necessidade de uma relação de forças em que nem PS nem PSD tenham a maioria absoluta que lhes permite ter as mãos livres para continuar a política que tem vindo a ser seguida”, declarou. A manifestação “Por melhores salários, pelo fim da precariedade, pela manutenção do Monumento ao 18 de Janeiro” foi uma iniciativa do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Vidreira e juntou mais de uma centena de pessoas. No percurso, que partiu do cemitério da Marinha Grande, onde se homenagearam os que participaram no movimento, e terminou na Rotunda do Vidreiro, ouviram-se palavras de ordem como “Contra a exploração, a luta é solução” ou “A estátua do 18 de Janeiro pertence à Rotunda do Vidreiro”. “A venda das barragens da EDP, sem pagar imposto de selo ao povo aqui da Terra de Miranda, a quem o imposto de selo estava prometido, é um exemplo dessa economia de privilégio que combatemos para que possamos ter um país mais justo, com mais horizonte de futuro porque sim, nós gostamos de Portugal, queremos aqui viver e toda a gente deve poder aqui viver, de cabeça erguida, em todo o país”, afirmou.

A estátua do Monumento ao 18 de Janeiro foi retirada da rotunda para restauro, sendo que após este trabalho todo o conjunto deverá ser colocado junto à mesma rotunda, do lado do Parque Mártires do Colonialismo. Trata-se de uma decisão do anterior executivo municipal, secundado por este. Na manifestação marcaram presença a cabeça de lista da CDU pelo círculo de Leiria, Heloísa Apolónia, e o deputado do BE Ricardo Vicente, recandidato por Leiria. No monumento, várias entidades, incluindo o presidente da Câmara, Aurélio Ferreira, depuseram flores. As eleições legislativas decorrem dia 30. Junto à barragem e numa manhã em que os termómetros marcavam zero graus, Catarina Martins afirmou que o partido estava de novo com o Movimento Terras de Miranda – que identificou todo este caso – “porque acredita em Portugal”.

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