Madeira: cerca de dois mil alunos confinados 'não justificava' adiar regresso às aulas - SIC Notícias

12/01/2022 15:36:00

Madeira: cerca de dois mil alunos confinados “não justificava” adiar regresso às aulas

Madeira: cerca de dois mil alunos confinados “não justificava” adiar regresso às aulas

A Madeira “foi a única região do país” que manteve o calendário escolar e decidiu retomar as aulas do segundo período letivo logo a 3 de janeiro.

O governante realçou que“É unânime que não deveríamos ter assumido o ensino à distância”, enfatizou., num total de 8.926 infeções ativas no arquipélago e 94 doentes internados.O secretário regional contrapôs que foi “renovado totalmente o parque informático das escolas”, com base no compromisso de substituição de 25% anual dos equipamentos, realçando que “não existem computadores com mais de quatro anos” nos diferentes estabelecimentos.

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SIC Notícias A Madeira tem cerca de dois mil dos 41 mil alunos da região confinados devido à pandemia da covid-19, o que “não justificava” adiar o início do segundo período escolar, disse esta quarta-feira o secretário da Educação do arquipélago.Estes anúncios acontecem na mesma semana em que os professores preparam uma grande mobilização contra o protocolo sanitário e as condições do ensino face à covid-19.O Ministério da Saúde francês, no seguimento da lei de bioética e de uma “vontade política”, vai assinar um decreto que tornará acessível a todos a doação de sangue, com base nos mesmos critérios, tanto para homossexuais, como para heterossexuais, revelou o ministro da Saúde.pandemia de covid-19 chamou esta terça-feira “idiota” a um senador republicano, quando desafiado por este a revelar as suas declarações fiscais.

“Temos cerca de dois mil, dos 41 mil alunos [da Madeira] em isolamento, o que não justificava uma medida de âmbito global que abrangesse todo o sistema educativo, como aconteceu a nível nacional”, afirmou Jorge Carvalho no plenário da Assembleia Legislativa da região. O governante realçou que a Madeira “foi a única região do país” que manteve o calendário escolar e decidiu retomar as aulas do segundo período letivo em 3 de janeiro, como previsto , enquanto o restante país optou por adiar por uma semana (em 10 de janeiro). Saiba mais. “É unânime que não deveríamos ter assumido o ensino à distância”, enfatizou. Mas esta possibilidade estava, até agora, sujeita a um período de abstinência sexual, primeiro fixado em um ano, antes de ser reduzido, em 2019, para quatro meses, critério que tinha de ser declarado durante o questionários anterior à doação. Os últimos dados divulgados ontem a pela Direção Regional da Saúde (DGS) apontam que a Madeira registou 1.889 casos de covid-19, o número diário mais elevado desde o início da pandemia , num total de 8. Marshall tinha insinuado que, devido às suas funções como líder da estratégia de combate à pandemia de covid-19 desde o tempo do ex-Presidente Donald Trump, Fauci tinha informação privilegiada, que lhe permitia fazer investimentos favoráveis.

926 infeções ativas no arquipélago e 94 doentes internados. O decreto-lei tinha sido aprovado pela Assembleia da República em 05 de novembro, com votos favoráveis de todos os partidos, sendo que o texto final relativo a quatro projetos de lei, propunha alterações ao Estatuto do Dador de Sangue, para acabar com a discriminação dos dadores em função da orientação sexual e identidade de género, na sequência de denúncias sobre situações que persistem. O líder do grupo parlamentar do PS, o maior partido da oposição na Assembleia da Madeira, ocupando 19 dos 47 lugares no hemiciclo, elogiou este “ato de coragem, positivo, do não encerramento das escolas” do executivo madeirense. Mas, Rui Caetano criticou o facto de “as escolas não terem ainda condições e equipamentos necessários para dar aulas à distância”. O secretário regional contrapôs que foi “renovado totalmente o parque informático das escolas”, com base no compromisso de substituição de 25% anual dos equipamentos, realçando que “não existem computadores com mais de quatro anos” nos diferentes estabelecimentos. “Há capacidade de responder às diferentes situações”, vincou, admitindo que apenas não foi conseguido o ensino online “a todas as turmas”. Durante a audição no Congresso, Marshall pressionou Fauci sobre várias questões relacionadas com o combate à pandemia de covid-19, em particular sobre a estratégia para travar a variante Ómicron.

Contudo, assegurou que “todos os alunos estão a ser acompanhados” e que “cada escola vai implementando o melhor modelo”, seja presencial, à distância ou misto, sempre que se justifique. Jorge Carvalho esteve no parlamento a apresentar a primeira alteração ao Decreto Legislativo n.º 14/2006/M, de 24 de abril, que estabelece o regime jurídico aplicável aos núcleos infantis e respetivos titulares na Região Autónoma da Madeira. O governante realçou que a rede de creches é frequentada por cerca de 3.400 crianças, “praticamente a totalidade dos alunos nesta faixa etária, e dá resposta às necessidades”, constituindo estas estruturas socioeducativas de pré-escolar “mais uma oferta”.

Explicou que a alteração proposta neste diploma visa “trazer a possibilidade de estabelecer contratos-programa para estes núcleos infantis ficarem integrados no sistema [educativo] e poderem usufruir da redução de 40% das mensalidades das creches e, numa situação crítica, como a da atual pandemia, poderem ser atribuídos apoios a estes estabelecimentos”. O responsável referiu que existem sete destes núcleos infantis na região, sendo cinco localizados no Funchal, um no Porto Santo e outro em Santa Cruz, os quais abrangem 67 crianças e 15 titulares. Com a alteração proposta neste diploma “ficam garantidas, com o devido enquadramento, as atividades a desenvolver nestes espaços”, referiu, acrescentando que a medida “não esgota responsabilidade pública”. Por isso, estipula a atribuição de “um valor mensal 15% da retribuição mínima mensal por cada criança, num total de 7.266 euros por mês e 87 mil euros anuais” .

Os deputados das diferentes bancadas manifestaram apoio a esta iniciativa, tendo o parlamentar único do PCP, Ricardo Lume, insistido na importância de ser criada uma rede de creches gratuita como forma também de combater o défice demográfico. Paulo Alves, do JPP, recordou que o partido havia proposto uma iniciativa semelhante em 2022, que foi chumbada pela maioria do PSD/CDS. As iniciativas debatidas no plenário vão ser votadas na quinta-feira. COM LUSA .