Livre admite chamar BE e PCP para 'eco-geringonça', PAN recusa fazer futurologia

10/01/2022 04:39:00

Rui Tavares e Inês Sousa Real estiveram frente a frente na SIC Notícias.

Livre admite chamar BE e PCP para 'eco-geringonça', PAN recusa fazer futurologia

Rui Tavares e Inês Sousa Real estiveram frente a frente na SIC Notícias.

e receba as informações em primeira mão.Foto LUSA/PEDRO PINA/RTP O fundador do Livre, Rui Tavares, admitiu, no domingo à noite, chamar Bloco de Esquerda e PCP para a “eco-geringonça”, enquanto a líder do PAN, Inês de Sousa Real, escusou-se a fazer futurologia sobre um possível entendimento.Medicinas alternativas, "o porco na sala" e as alianças: PAN e Livre tentam mostrar diferenças + Às 23 horas de um domingo à noite, o líder de um partido que elegeu pela primeira vez uma deputada em 2019 – para cortar com ela pouco depois – e a líder de um pequeno partido que também desde 2019 perdeu uma das deputadas reuniram-se num debate cordial onde nenhum desses revezes foi lembrado.+ Quando dois partidos de nicho se encontram, ninguém espere uma grande discussão sobre as taxas do IRS, o modelo de sustentabilidade da Segurança Social, a reforma da justiça ou a descentralização.

Subscrever Rui Tavares, que propôs, em entrevista à agência Lusa, a criação da 'eco-geringonça', com Livre, PAN e PEV, admitiu chamar para o entendimento o BE e PCP, recordando que já lançou o repto no debate televisivo com a líder do Bloco, Catarina Martins."Esse acordo alargado terá que ser plural.“Na geringonça original, em 2015 e em 2019, foi importante virar a página da austeridade e reverter as medidas da Troika ”, considerou, vincando que agora é necessário “virar a página, também de muitas décadas, de descaminho em termos ambientais do país e do mundo”.Quanto mais alargado e mais amplo, mais garantias dá de uma base de apoio político e social a uma política que precisamos", sublinhou o cabeça de lista do Livre por Lisboa nas eleições legislativas antecipadas de 30 de janeiro.Para continuar a ler.Já a porta-voz do PAN (Pessoas-Animais-Natureza), Inês de Sousa Real, defendeu que"qualquer força política que esteja em condições de viabilizar ou formar Governo terá que ter em consideração a agenda política das diferentes forças" que integrarão uma possível coligação.“Esse acordo alargado terá de ser plural."O que terá de ser avaliado, não vamos fazer futurologia, é, se de facto, após o dia 30 janeiro, quais é que serão essas condições", realçou, notando, desde logo,"uma diferença" de opinião em relação ao Livre.

"O ambiente e a proteção do ambiente não devem estar espartilhados na dicotomia direita e esquerda", pois"as preocupações ambientais são de tal forma relevantes que não podem ser uma preocupação acantonada numa determinada força política", disse.Já a porta-voz do PAN (Pessoas-Animais-Natureza), Inês de Sousa Real, defendeu que “qualquer força política que esteja em condições de viabilizar ou formar governo terá que ter em consideração a agenda política das diferentes forças” que integrarão uma possível coligação.Questionada pela moderadora sobre se o PAN está mais próximo do PS ou do PSD, Inês de Sousa Real notou os sociais-democratas têm propostas que ultrapassam as"linhas vermelhas", nomeadamente"liberalizar eucaliptização" e a reverter a área da proteção animal para o Ministério da Agricultura.Apesar do clima ameno, os dirigentes do Livre e do PAN divergiram quanto à inclusão da homeopatia e de outras terapias não convencionais na Lei de Bases da Saúde.“O ambiente e a protecção do ambiente não devem estar espartilhados na dicotomia direita e esquerda”, pois “as preocupações ambientais são de tal forma relevantes que não podem ser uma preocupação acantonada numa determinada força política”, disse."Essas terapias têm o seu lugar", mas a sua"integração no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e comparticipação por parte do Estado precisam de ser validadas por painéis de peritos independentes com métodos e critérios aferidos de forma clara e científica", afirmou Rui Tavares.Já Inês de Sousa Real adiantou que o PAN defende que"na reforma do SNS deve haver uma maior aposta nas terapias preventivas, onde também há lugar para as terapias alternativas", recusando a ideia de o partido ser"negacionista da ciência".

Na área do ambiente, a porta-voz do PAN considerou que"a pecuária é das maiores responsáveis pela emissão de efeitos estufa", frisando que"as esquerdas que acompanham o Livre" têm votado sempre contra a criação de uma taxa ambiental do carbono.Na resposta, o fundador do Livre referiu que"há um consenso nacional" sobre a necessidade de uma"mudança na produção de carne e nos hábitos de consumo", mas rejeitou a existência de quotas e apontou"a carne laboratorial" como possível solução.Os dois políticos alinharam o discurso a favor de um projeto-piloto do rendimento básico incondicional.Partilhar.

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Para isso era necessário que o Livre fosse alguma coisa de relevante... Na realidade, a Geringonça sempre cheirou mal mas está em estado de putrefação.O DN, Expresso, SIC e TSF são operários socialistas a tentar de neutralizar o cheiro ferido. Um tipo que nem será eleito. Patético.

Livre admite chamar BE e PCP para “eco-geringonça”, PAN recusa fazer futurologiaRui Tavares afirmou que a “eco-geringonça” é “qualquer entendimento e convergência que responda ao tempo presente”. Inês de Sousa Real defendeu que “o ambiente e a protecção do ambiente não devem estar espartilhados na dicotomia direita e esquerda”,

Medicinas alternativas, 'o porco na sala' e as alianças: PAN e Livre tentam mostrar diferençasPara o terceiro debate da noite, transmitido às 23 horas, Rui Tavares e Inês Sousa Real partiam de pontos convergentes - a defesa do ambiente e matérias como o Rendimento Básico Incondicional -, e tentaram mostrar o que os separa.

Livre/PAN, o melhor debate para um domingo à noiteRui Tavares e Inês Sousa Real transformaram o modelo de debate em curtos e sonolentos tempos de antena. Mas também não enganam ninguém: são dois pequenos partidos que querem um lugar na mesa dos grandes.

Rui Tavares propõe ″eco-geringonça″ que una Livre, PS, PAN e PEVO historiador Rui Tavares propõe uma 'eco-geringonça' na qual Livre, PAN e PEV se juntem a PS para atingir uma maioria parlamentar, ressalvando que a solução ideal continua a ser um entendimento mais amplo à esquerda. Mais tachos para os mamões esquerdopatas! CHEGA!! A desfaçatez é tanta. Já tem nome o que já se espera vir a ser a Nova Fórmula para o PS governar à vontade. Como democrata que sou aceito que seja essa a decisão dos Portugueses e é nesse sentido que digo que temos o País e os Políticos que merecemos. A parte da Eco significa mais imposto e o que quer dizer

Tavares propõe “eco-geringonça” com PS, PAN, PEV e LivreA solução ideal seria “um entendimento o mais amplo possível à esquerda, multilateral, multipartidário', mas Rui Tavares propõe, em alternativa, uma 'eco-geringonça'. Criativo! LMAOOOOOO Tarde demais para fantasias...

Legislativas: Tavares propõe ‘eco-geringonça’ que junte PS, PAN, PEV e LivrePEV? Isso é um departamento do PCP Hehehehe Às avaliações da função pública são uma falta de respeito pelas bases..75% sobem de índice de 5 em 5 anos nas mesmas categorias os restantes 25% sobe de três em três e assim ultrapassando na antiguidade dos demais..o topo da pirâmide aufer o desempenho de quem trabalha nas bases!