Juiz acusado de se vender a hoteleiro por 168 mil euros

Juiz acusado de se vender a hoteleiro por 168 mil euros

Julgamento, Corrupção

03/12/2021 12:44:00

Juiz acusado de se vender a hoteleiro por 168 mil euros

Ministério Público conclui que magistrado de Tribunal do Porto acumulou funções de consultor jurídico e de 'toupeira' no sistema judicial, para beneficiar grupo empresarial e um presidente de câmara.

João Evangelista, juiz de direito que está colocado noTribunal Administrativo e Fiscal(TAF) do Porto, é acusado de ter recebido mais de 168 mil euros do empresário hoteleiro Gumercindo Lourenço, na prática de crimes de corrupção passiva, abuso de poder, procuradoria ilícita e abuso de poder. A acusação foi deduzida há pouco mais de um mês, pelo

Ministério Público(MP), e também visa Gumercindo Lourenço, oito das suas empresas e, ainda, o ex-presidente da Câmara de Oliveira de Frades Luís Vasconcelos.Evangelista, que tem 55 anos e é juiz desde 2012, terá beneficiado Gumercindo Lourenço, mas não por intervenção direta nos processos que este e as suas empresas tinham pendentes nos tribunais. Segundo a Procuradoria-Geral Regional de Coimbra, que dirigiu a investigação da Polícia Judiciária de Aveiro, o juiz beneficiou aqueles arguidos porque lhes forneceu informações de processos afetos a outros magistrados, praticou atos próprios de advogado e elaborou-lhes pareceres, participações, requerimentos, contestações e recursos, entre outros documentos.

Consulte Mais informação: Jornal de Notícias »

As crianças podem brincar com armas de plástico? E encenar conflitos? Psicóloga responde a estas e outras questões neste Dia Internacional do Brincar - CNN Portugal

CNN Portugal. O canal de informação, com uma cultura multiplataforma, que acompanha, em tempo real e em diversos meios, os acontecimentos que marcam o país e o mundo. Consulte Mais informação >>

Novidades, há?

Juiz Ivo Rosa em exclusividade na instrução do processo BESO vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura (CSM) decidiu que o juiz Ivo Rosa fica em exclusividade na instrução do processo BES, situação que é estendida ao processo Octapharma, cuja instrução está a decorrer Prescreveu !

Juiz Ivo Rosa ganha exclusividade na instrução do processo BESO CSM informou também que Ivo Rosa fica em exclusividade relativamente ao expediente do processo Operação Marquês, caso que tem como arguidos, entre outros, o ex-primeiro-ministro José Sócrates e o banqueiro Ricardo Salgado. Entendi

Juiz Ivo Rosa fica com processo BES em exclusividade

Juiz Ivo Rosa em exclusividade na instrução do processo BESO vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura (CSM) decidiu que o juiz Ivo Rosa fica em exclusividade na instrução do processo BES, situação que é estendida ao processo Octapharma, cuja instrução está a decorrer, informou esta quinta-feira o CSM.

Juiz de Aveiro acusado de corrupção terá favorecido pelo menos 8 empresasO acesso de João Evangelista a vários processos também terá beneficiado o antigo presidente da Câmara de Oliveira de Frades.

Juiz Ivo Rosa em exclusividade na instrução do processo BES

Ministério Público conclui que magistrado de Tribunal do Porto acumulou funções de consultor jurídico e de"toupeira" no sistema judicial, para beneficiar grupo empresarial e um presidente de câmara. João Evangelista, juiz de direito que está colocado no Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) do Porto, é acusado de ter recebido mais de 168 mil euros do empresário hoteleiro Gumercindo Lourenço, na prática de crimes de corrupção passiva, abuso de poder, procuradoria ilícita e abuso de poder. A acusação foi deduzida há pouco mais de um mês, pelo Ministério Público (MP), e também visa Gumercindo Lourenço, oito das suas empresas e, ainda, o ex-presidente da Câmara de Oliveira de Frades Luís Vasconcelos. Evangelista, que tem 55 anos e é juiz desde 2012, terá beneficiado Gumercindo Lourenço, mas não por intervenção direta nos processos que este e as suas empresas tinham pendentes nos tribunais. Segundo a Procuradoria-Geral Regional de Coimbra, que dirigiu a investigação da Polícia Judiciária de Aveiro, o juiz beneficiou aqueles arguidos porque lhes forneceu informações de processos afetos a outros magistrados, praticou atos próprios de advogado e elaborou-lhes pareceres, participações, requerimentos, contestações e recursos, entre outros documentos. Nelson Morais