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'Israel é um Estado racista'. Palestina sem apoio israelita para obter vacinas contra a Covid-19

21/01/2021 23:40:00

'Israel é um Estado racista'. Palestina sem apoio israelita para obter vacinas contra a Covid-19

à Palestina desde o início da pandemia algum material médico, incluindo ventiladores. A vacina, porém, não foi partilhada. A Palestina continua, assim, dependente da Autoridade Palestiniana – que gere partes da Cisjordânia sob acordos de paz assinados nos anos 1990 – para obter vacinas contra o SARS-CoV-2.

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Em maio do ano passado, depois de o Supremo Tribunal de Justiça de Israel ordenar ao Governo de Benjamin Netanyahu que fornecesse à população pormenores sobre a sua atuação para travar a pandemia,o Ministério israelita da Saúde adiantou que estava “a cooperar com a Autoridade Palestiniana e com outros atores internacionais para garantir ajuda ao povo da Palestina na luta contra o novo coronavírus”

, dizendo estar a fazer “muito mais do que o exigido pela lei”.Na altura, o executivo israelita referiu também que, desde 1995, quando foi assinado o Acordo Provisório sobre a Cisjordânia e a Faixa de Gaza (conhecido por Oslo II),a Autoridade Palestiniana passou a assumir a responsabilidade pelos cuidados de saúde nesse território headtopics.com

.O acordo menciona que “Israel e Palestina devem trocar informações sobre pandemias e doenças contagiosas, cooperar na luta contra as mesmas e desenvolver sistemas que permitam transferir ficheiros médicos entre as duas partes”. Algo que, segundo Israel, tem estado a acontecer desde a chegada do SARS-CoV-2.

No entanto, três médicos israelitas avançaram à revista científicaThe Lancetqueos profissionais de saúde palestinianos são frequentemente impedidos de trabalhar com os colegas israelitas. Além disso, os pacientes palestinianos têm alegadamente sido impedidos pela Autoridade Palestiniana de entrarem em Israel para receberem tratamentos médicos.

Vacinas só chegam à Palestina em marçoSendo tecnicamente a Autoridade Palestiniana a responsável pelos cuidados de saúde na Cisjordânia e na Faixa de Gaza,a entidade agradeceria neste momento o apoio de Israel, uma vez que o aumento de casos de infeção e as dificuldades em conseguir fazer chegar vacinas à região estão a aumentar o risco de colapso dos hospitais, onde há cada vez mais pacientes internados com Covid-19.

A ministra palestiniana da Saúde já disse esperar queos primeiros lotes de vacinas da AstraZeneca cheguem à Cisjordânia e à Faixa de Gaza no início de março deste ano– três meses depois de Israel ter dado início à campanha de vacinação. headtopics.com

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“Assinámos um acordo com a AstraZeneca para obtermos dois milhões de doses”, assegurou recentemente àAl Jazeeraa ministra May al-Kaila. Cada dose custará à Autoridade Palestiniana cerca de quatro euros, pelo que serão investidos 8,2 milhões de euros no total.

Tendo em conta que cada pessoa precisa de receber duas doses da vacina de modo a conseguir ficar imunizada contra o vírus,os dois milhões de doses apenas serão suficientes para vacinar um milhão de palestinianos.Até ao momento, mais de 173 mil palestinianos testaram positivo à Covid-19 e mais de 1900 morreram devido à doença na Cisjordânia e na Faixa de Gaza desde o início da pandemia.

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Estão a fazer o mesmo k Hitler lhes fez. Então os palestinianos andam sempre a mandar 'ameixas' contra Israel e agoram acham que os Israelitas iam mandar-lhes vacinas em 'rocketes' ?