Inquilinos com quebra de rendimentos devem ter corte idêntico na renda

01/04/2020 23:32:00
Inquilinos com quebra de rendimentos devem ter corte idêntico na renda

PartilharA Associação dos Inquilinos Lisbonenses (AIL) defendeu hoje que os inquilinos com quebra de rendimentos possam beneficiar de um corte de igual montante no valor da renda, considerando insuficiente as medidas propostas pelo Governo.“Não há razão nenhuma para que uma pessoa com quebra de rendimentos fique com o mesmo valor de renda e ainda tenha de pedir um empréstimo para pagar daqui a uns tempos”, referiu à Lusa o presidente da AIL, Romão Lavadinho, precisando ser este um dos motivos que leva esta associação a discordar da proposta que vai ser discutida e votada na quinta-feira na Assembleia da República.

Consulte Mais informação: Jornal SOL »

Covid-19: moratória nas rendas de quem tiver cortes acima dos 20% no rendimentoPacote de medidas anunciado pelo Governo contempla arrendatários cujos cortes nos rendimentos impliquem uma taxa de esforço superior a 35%

Iraque com menos 40% de rendimentos em março pela exportação de petróleoO barril foi vendido a 28,436 dólares (25,8 euros), em comparação com os 51,374 dólares (46,6 euros) do mês anterior.

Consumo eléctrico caiu 8% após declaração do estado de emergência

Consumo eléctrico caiu 8% após declaração do estado de emergênciaA utilização de gás natural também diminuiu a partir de 18 de Março no segmento onde estão as empresas e os clientes domésticos, com uma quebra homóloga de 4%, segundo a REN. Ou seja, a edp gasta menos na aquisição de combustíveis fósseis para satisfazer o mercado porque consegue satisfazer a procura com recurso às energias renováveis, incluindo numa altura com fortes ventos e alguma chuva. O que é que a EDP já fez para aliviar os Portugueses? Pois..

DECO aconselha consumidores com perda de rendimentos a negociar crédito ao consumoBancos e financeiras avançam com moratórias.

Militar da GNR agredido no Carvoeiro quando tentava acabar com festa

Militar da GNR agredido no Carvoeiro quando tentava acabar com festaMilitar foi agredido com uma garrafa na cabeça e transportado ao hospital onde diz ter sido suturado com quatro pontos. Qual é a novidade? Muito antes de sequer se sonhar com o Coronavírus adoravam acabar com festas e animação... EPISÓDIOS DO PORTUGAL MULTICULTURAL

Trump alerta para “duas semanas muito dolorosas”Mesmo com medidas de mitigação, os EUA poderão ter entre 100 mil e 240 mil mortos.

O diploma aprovado pelo Governo, e que será agora votado no parlamento, contempla regras específicas para as rendas habitacionais, não habitacionais.André Rito Os arrendatários que tiverem cortes nos rendimentos acima dos 20% vão beneficiar de uma moratória no pagamento da renda até ao mês subsequente ao fim do Estado de Emergência.O Governo do Iraque anunciou esta quarta-feira que registou em março uma queda de 40% nas receitas da venda de petróleo, em plena pandemia da Covid-19 e da guerra dos preços entre a Rússia e a Arábia Saudita.Humanos em quarentena, animais em turismo: no País de Gales, há cabras a passear nas ruas “Entre o dia 18 e o final do mês, o consumo corrigido de temperatura baixou cerca de 8% face ao período equivalente do ano anterior”, assinalou a REN, num comunicado divulgado esta quarta-feira.

Partilhar A Associação dos Inquilinos Lisbonenses (AIL) defendeu hoje que os inquilinos com quebra de rendimentos possam beneficiar de um corte de igual montante no valor da renda, considerando insuficiente as medidas propostas pelo Governo. “Não há razão nenhuma para que uma pessoa com quebra de rendimentos fique com o mesmo valor de renda e ainda tenha de pedir um empréstimo para pagar daqui a uns tempos”, referiu à Lusa o presidente da AIL, Romão Lavadinho, precisando ser este um dos motivos que leva esta associação a discordar da proposta que vai ser discutida e votada na quinta-feira na Assembleia da República. Segundo o documento, o Governo prevê “uma flexibilização no pagamento das rendas, durante este período, aos arrendatários que tenham, comprovadamente, uma quebra de rendimentos como consequência direta” da pandemia. Romão Lavadinho defende uma solução diferente, fê-la chegar por carta ao Presidente da República, Assembleia da República e Governo e tem esperança de que durante a discussão no parlamento seja ainda possível alterar a proposta.927 barris em março, quase sete milhões mais que em fevereiro, a uma média de cerca de 3,4 milhões de barris diários. O diploma aprovado pelo Governo, e que será agora votado no parlamento, contempla regras específicas para as rendas habitacionais, não habitacionais e salvaguarda também a situação dos senhorios que possam ficar em situação de carência económica pela falta de pagamento das rendas dos seus inquilinos. "O senhorio só tem direito à resolução do contrato de arrendamento (. No caso das famílias, prevê-se que possa haver lugar à suspensão do pagamento da renda caso se registe uma quebra superior a 20% dos rendimentos do agregado familiar face aos rendimentos do mês anterior ou do período homólogo do ano anterior ou caso a taxa de esforço do agregado familiar do arrendatário destinada ao pagamento da renda se torne superior a 35%. Costa confirma renovação do estado de emergência: “Vamos adoptar medidas mais claras” Em Março registou-se uma queda mensal homóloga de 0,5%, mas, após a declaração do estado de emergência, o consumo caiu cerca de 4% face ao mesmo período de 2019.

Os inquilinos nesta situação podem adiar o pagamento da renda e ainda pedir um empréstimo ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) para fazer face a esta despesa, com o diploma a prever que o valor em dívida terá de ser pago no prazo de um ano, em prestações mensais de valor não inferior a um duodécimo.. Devido à incerteza nos mercados sobre a duração da crise provocada pela Covid-19 e a consequente queda das movimentações de pessoas e mercadorias a nível global e da redução dos pedidos de crude, os preços caíram a pique, também com a contribuição da guerra de preços entre a Rússia e a Arábia Saudita. Para o presidente da AIL, esta solução irá ainda “agravar mais a situação dos inquilinos”, pois se estes “tiverem de se endividar”, quando a situação “voltar ao normal” terão, não só, de pagar a renda, mas também o empréstimo. A AIL considera, por isso, que quem comprovadamente tenha quebra de rendimentos devido às medidas de contingência impostas pelo surto provocado pelo novo coronavírus deve ter “uma redução no valor da renda igual à percentagem da quebra do rendimento”. As medidas incluem a possibilidade conceder apoios financeiros a “arrendatários habitacionais” e “estudantes que não aufiram rendimentos do trabalho”. A diferença entre o valor da renda habitual e a que resultaria do corte deve ser suportada pelo Estado através da atribuição de um subsídio aos senhorios considerados pequenos proprietários – situação que seria aferida, entre outras formas, pelo valor das rendas cobradas pelos proprietários em função do valor patrimonial dos imóveis.. Leia Também . Será necessário “solicitar ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, (IHRU) a concessão de um empréstimo sem juros para suportar a diferença entre o valor da renda mensal devida e o valor resultante da aplicação ao rendimento do agregado familiar de uma taxa de esforço máxima de 35%, de forma a permitir o pagamento da renda devida, não podendo o rendimento disponível restante do agregado ser inferior ao indexante dos apoios sociais (IAS)”. Ler mais ERSE impede cortes de energia durante crise da covid-19 A produção não renovável (ou seja, de origem fóssil) abasteceu 31% do consumo, “praticamente apenas com gás natural”.