Há portugueses que não podem votar por só terem um fim de semana livre de 7 em 7 semanas - Renascença

13/01/2022 22:25:00

Há portugueses que não podem votar por só terem um fim de semana livre de 7 em 7 semanas

Há portugueses que não podem votar por só terem um fim de semana livre de 7 em 7 semanas

Jacinta Janeiro não conseguiu votar nas europeias, nas presidenciais, nas autárquicas e não vai poder votar nestas legislativas. O porta-voz da CNE reconheceu, à Renascença, que existe esta barreira na atual lei do voto antecipado em mobilidade.

ÀRenascença, Jacinta Janeiro, uma tripulante da TAP em voos de longo curso, conta que, desde a mudança da lei, não consegue exercer o seu direito ao voto."Desde as europeias, não consegui votar em nenhumas eleições. Não coincidindo com nenhum dos domingos previstos para a votação, não tenho a maneira de votar", explica.

"Antigamente, a data era prolongada durante uns dias da semana. Neste momento, como só está cingido ao domingo anterior às eleições, não nos permite a nós tripulantes", refere, ainda.Jacinta Janeiro não conseguiu votar nas europeias, nas presidenciais, nas autárquicas e não vai poder votar nestas legislativas.

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Há portugueses que não podem votar desde alteração à lei do voto antecipado em mobilidade, porque só têm um fim de semana livre de 7 em 7 semanas.Não há estratégia para utentes sem médico de família Diogo Urjais, o presidente da Associação Nacional das Unidades de Saúde Familiar (USF-AN), em declarações à Renascença , também confirma relatos de utentes com sérias dificuldades em contactar a linha SNS 24, o que acaba por desviá-los para os médicos de família, quando tal se aplica.Chegam para uma cirurgia, por exemplo, e testam positivo à entrada.Confrontado pela Renascença com o facto de se tratar de uma direção do Benfica em exercício há pouco tempo, Gaspar Ramos insiste que “são pessoas que vêm do passado, como ele, aliás”.

À Renascença , Jacinta Janeiro, uma tripulante da TAP em voos de longo curso, conta que, desde a mudança da lei, não consegue exercer o seu direito ao voto. "Desde as europeias, não consegui votar em nenhumas eleições. Quando este falha, temos outro problema, porque aí as estratégias e as opções que o utente sem médico de família tem são diferentes no país. Não coincidindo com nenhum dos domingos previstos para a votação, não tenho a maneira de votar", explica. "No hospital onde trabalho [Centro Hospitalar e Universitário de São João](. "Antigamente, a data era prolongada durante uns dias da semana. Além disso, segundo este responsável, a resposta que se dá às necessidades dos utentes sem médico de família não o resolve o problema. Neste momento, como só está cingido ao domingo anterior às eleições, não nos permite a nós tripulantes", refere, ainda. Para o antigo homem forte do futebol encarnado, a situação a que se chegou tem um responsável: Jorge Jesus, “um treinador que gostava de ter muitos jogadores, porque quando um não agradava, mandava comprar outro, depois outro, por aí fora, tendo-se criado esta situação de ter quase trinta jogadores no plantel”.

Jacinta Janeiro não conseguiu votar nas europeias, nas presidenciais, nas autárquicas e não vai poder votar nestas legislativas. Ou, então, sobrecarregando os profissionais com horas extraordinárias.) tínhamos já áreas específicas, por exemplo, para tratamentos em hospital de dia, quando o doente tem mesmo de fazer um determinado fármaco por via endovenosa todas as semanas. Apesar da tripulante ter alertado o Ministério da Administração Interna (MAI) e a Comissão Nacional de Eleições (CNE), nada mudou na lei que resolva este problema. CNE avisou para falhas na lei O porta-voz da CNE reconheceu, à Renascença , que existe esta barreira na atual lei do voto antecipado em mobilidade. Por isso, conclui o presidente da USF-AN, “é preciso que a linha SNS 24 mude alguns algoritmos e dê uma resposta eficaz. João Tiago Machado disse, também, que a CNE alertou para que a alteração no regime de voto"ia provocar situações semelhantes" à que descreveu Jacinta Janeiro. " A disseminação da infeção é tanta que os doentes não são internados por complicações associadas à Covid , mas por outros motivos, ainda que depois se revele que estão positivos. Mesmo com estes avisos, a CNE não pôde fazer mais nada, devido a ser apenas um orgão consultivo. Tópicos. Tópicos.

"Não se entende a natureza da própria CNE. Os nossos pareceres são enviados para a Assembleia da República e depois são acatados ou não", justificou o porta-voz. Acrescenta ainda que o Hospital de Santa Maria já teve de abrir uma enfermaria específica para doentes que são admitidos para serem operados e que, ao serem testados para a Covid-19 (protocolo antes do internamento), acusam positivo. João Tiago Machado aconselha"qualquer eleitor alertar a sua entidade patronal para a obrigação das empresas de permitir aos trabalhadores estarem livres num dos fins de semana para exercer o seu direito de voto". Tópicos .