Economia, Verão, Praia, Algarve, Covid-19, Sars-Cov-2, Coronavírus

Economia, Verão

Há já veraneantes a reservar toldos de praia para o verão no Algarve

Há já veraneantes a reservar toldos de praia para o verão no Algarve

23/05/2020 12:35:00

Há já veraneantes a reservar toldos de praia para o verão no Algarve

A incerteza gerada pela pandemia de covid-19 está a levar os veraneantes a fazerem reservas antecipadas de toldos de praia no Algarve e a procurarem os concessionários, que assumem não ter muita informação sobre a abertura da época balnear.

ota-se que há uma preocupação dos portugueses em reservar o toldo antecipadamente, com medo de ficarem sem lugar no verão, algo que se passa também com colegas meus", afirmou à Lusa o dono de uma concessão na praia da Rocha Baixinha Nascente, no concelho de Albufeira.

Pinto da Costa foi o único presidente que não manifestou apoio a Luís Filipe Vieira Parlamento recomenda ao Governo que adopte medidas de combate ao racismo – só Ventura votou contra Trump diz que queda no desemprego representa um ''ótimo dia'' para George Floyd

A duas semanas da abertura da época balnear, prevista para 6 de junho, Rui Cardoso adiantou estar a ser contactado por"clientes preocupados", a quererem saber"como vão ser aplicadas as regras e se há alterações na disposições dos chapéus".

Entre as regras decretadas pelo Governo para as praias contam-se a obrigatoriedade de manter uma distância de, pelo menos, um metro e meio entre grupos, assim como uma distância mínima de três metros entre toldos e guarda-sóis, que só podem ser ocupados por cinco pessoas.

Rui Cardoso referiu que ainda faltam"muitos detalhes nas informações recebidas" e que os concessionários"ainda não foram esclarecidos pelas autoridades", mas acredita que nos próximos dias"possa haver novidades", a tempo da abertura da época balnear.

A dúvida releva-se também na incerteza de um negócio que"só entre 15 de julho e o fim de agosto é que vive dos turistas portugueses", já que o resto da temporada"está dependente" dos estrangeiros:"Com os hotéis fechados e sem voos não haverá clientes", vaticinou.

A obrigatoriedade da existência de"três nadadores salvadores a cada a 100 metros" é outro dos problemas apontados pelo empresário, que questiona se"os custos irão aumentar com uma extensão da concessão", realçando o facto de"não haver nadadores salvadores suficientes".

A diretora da Marina de Vilamoura, responsável por sete concessões de praia, revelou à Lusa que, durante algum tempo,"houve uma certa apreensão", gerada pela pandemia de covid-19, mas depois foi decidido aceitar as reservas dos clientes, embora"condicionadas à possível situação do país" no verão.

Fundador do Reddit demite-se de conselho executivo e pede para ser substituído por candidato negro Michael Jordan vai doar 88 milhões a organizações que lutam pela igualdade racial O ativismo do ″racismo é mau″

"Felizmente é algo que, pelos vistos, não vai acontecer e poderemos funcionar com todas as regras e cuidados para garantir a segurança de quem vem e daqueles que cá estão", sublinhou Isolete Correia.Afirmando que os portugueses"estão desejosos de ir de férias", acredita que

Portugal"será um dos destinos de preferência de férias dos europeus", já que"o país se portou bem",tendo sido eleito como um dos melhores destinos pós covid-19.No entanto, a vinda dos estrangeiros"está dependente da abertura das fronteiras", alertou a diretora da mais antiga marina portuguesa, situada no concelho de Loulé e gerida pela empresa Vilamoura World.

Já o vice-presidente da Associação dos Industriais e Similares Concessionários das Praias da Orla Marítima do Algarve (AISCOMA) revelou à Lusa que estão a ser preparadas reuniões em cada concelho da região,"para ultimar pormenores", com uma"participação ativa dos concessionários".

Artur Simão defendeu que os concessionários"tudo farão para que as pessoas cheguem à praia em segurança" mas alertou que é necessário"o esforço de todos", nomeadamente, das autarquias, porque"as despesas dos concessionários não podem aumentar".

Assumindo as incógnitas trazidas pela pandemia frisou queé necessário esclarecer"de quem é a responsabilidade das bandeiras", ou quem atua, no caso de a Autoridade Marítima"considerar que há pessoas a mais na praia".

Consulte Mais informação: Jornal de Notícias »

Boa iniciativa 👍

Covid-19: há mais de cinco milhões de casos em todo o mundoO número de casos diagnosticados é apenas “uma fracção” do número real de contaminações. 70% dos casos são na Europa e EUA.

Não há festas mas há sardinhas: arrancou a votação popularNo décimo aniversário do concurso de sardinhas não há festas populares para as celebrar, mas a imaginação não se confinou e há 146 peixes à espera de atenção.

Há duas semanas sem novos casos de covid-19 e quase tudo reaberto. Mas a Madeira continua a ser uma ilha-fantasmaLojas, esplanadas e ginásios estão abertos e os autocarros circulam com o horário normal. Os funcionários públicos voltaram ao trabalho e o primeiro barco a fazer a ligação para Porto Santo saiu do porto do Funchal com 700 passageiros a bordo, os primeiros depois do fim da quarentena obrigatória entre as ilhas do arquipélago. Há 13 dias que não se registam novos casos de Covid-19 , mas o sucesso a conter a epidemia tem um sabor amargo: os hotéis estão fechados e faltam os turistas. Os próximos meses serão de dificuldades e é possível que, com a crise económica, se registe grande agitação política na Madeira

Visita à unidade de cuidados intensivos do Hospital Pedro Hispano, em funcionamento há 10 diasUnidade foi construída em tempo recorde para responder à pandemia.

Há alunos que estão a faltar à escola por falta de transporteSó na freguesia de Souselas, nos arredores de Coimbra, há 25 alunos sem transporte. Mas são muitos mais na escola onde estudam, a Avelar Brotero, em Coimbra. No Algarve , a escola Pinheiro e Rosa tem cerca de 60 alunos espalhados pelas zonas rurais, que ficaram com apenas uma carreira desde que a empresa de transportes entrou em lay-off. As autarquias estão a tentar salvar o problema.

Bombeiros da Ajuda não veem familiares há dois meses mas são companhia de quem está sóOs Bombeiros Voluntários da Ajuda estão na linha da frente do transporte dos doentes covid-19 dentro de Lisboa. A exposição ao novo coronavírus faz parte do quotidiano destes bombeiros.