França vai permitir doação de sangue a homossexuais sem condicionantes - SIC Notícias

12/01/2022 04:01:00

França vai permitir doação de sangue a homossexuais sem condicionantes

França vai permitir doação de sangue a homossexuais sem condicionantes

França segue o exemplo de muitos países, como Portugal, Espanha, Itália, Israel e, recentemente, a Inglaterra, que já introduziram mudanças para o acesso à doação de sangue.

A partir de 16 de março deixara de haver “referência à orientação sexual” nos questionários anteriores à doação de sangue, explicou Jérôme Salomon, diretor-geral da Saúde, durante uma conferência de imprensa.

Desde julho de 2016 que homens homossexuais podem, em teoria, doar sangue, ação que era proibida desde 1983, devido ao risco de transmissão do HIV/Sida.Mas esta possibilidade estava, até agora, sujeita a um período de abstinência sexual, primeiro fixado em um ano, antes de ser reduzido, em 2019, para quatro meses, critério que tinha de ser declarado durante o questionários anterior à doação.

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A não ser que não estejam vacinados!

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O Ministério da Saúde francês, no seguimento da lei de bioética e de uma “vontade política”, vai assinar um decreto que tornará acessível a todos a doação de sangue, com base nos mesmos critérios, tanto para homossexuais, como para heterossexuais, revelou o ministro da Saúde.Estes anúncios acontecem na mesma semana em que os professores preparam uma grande mobilização contra o protocolo sanitário e as condições do ensino face à covid-19.Lusa O Sporting venceu esta terça-feira o Leça, por 4-0, em jogo dos quartos de final da Taça de Portugal de futebol, e aguarda pelo resultado da partida entre Vizela e FC Porto para conhecer o seu adversário nas meias-finais.SIC Notícias Questionado sobre a idoneidade do presidente executivo do Novo Banco, António Ramalho, o Banco de Portugal (BdP) garantiu, à agência Lusa, que a reavaliação da adequação dos banqueiros é feita em “cada momento” atendendo a “factos objetivos”.

A partir de 16 de março deixara de haver “referência à orientação sexual” nos questionários anteriores à doação de sangue, explicou Jérôme Salomon, diretor-geral da Saúde, durante uma conferência de imprensa. Desde julho de 2016 que homens homossexuais podem, em teoria, doar sangue, ação que era proibida desde 1983, devido ao risco de transmissão do HIV/Sida. Saiba mais. Mas esta possibilidade estava, até agora, sujeita a um período de abstinência sexual, primeiro fixado em um ano, antes de ser reduzido, em 2019, para quatro meses, critério que tinha de ser declarado durante o questionários anterior à doação.. O diretor-geral da Saúde francês sublinhou que não espera um aumento do risco residual da transmissão do HIV/Sida por transfusão devido a esta medida, apontando que “o nível de risco tem vindo a diminuir de forma consistente há décadas”. A situação em Portugal Em Portugal, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou em 30 de novembro, a proibição da discriminação na doação de sangue em função “da identidade de género ou orientação sexual”, alterando assim a lei que aprova o Estatuto do Dador de Sangue. Cada banco está também “obrigado a reavaliar a adequação das pessoas designadas para os órgãos de administração e fiscalização sempre que, ao longo do respetivo mandato, ocorrerem circunstâncias supervenientes que possam determinar o não preenchimento dos requisitos exigidos”, refere o BdP.

O decreto-lei tinha sido aprovado pela Assembleia da República em 05 de novembro, com votos favoráveis de todos os partidos, sendo que o texto final relativo a quatro projetos de lei, propunha alterações ao Estatuto do Dador de Sangue, para acabar com a discriminação dos dadores em função da orientação sexual e identidade de género, na sequência de denúncias sobre situações que persistem. Em março, a Direção-Geral da Saúde tinha atualizado a norma que define os critérios de inclusão e exclusão de dadores de sangue, determinando que a triagem clínica “é feita de acordo com os princípios da não-discriminação”. .