Forças russas atacaram pelo menos 34 instalações médicas ucranianas - SIC Notícias

26/03/2022 04:07:00

Na Ucrânia têm documentado em primeira mão os resultados mortais dos ataques russos a alvos civis.

Na Ucrânia têm documentado em primeira mão os resultados mortais dos ataques russos a alvos civis.

Na Ucrânia têm documentado em primeira mão os resultados mortais dos ataques russos a alvos civis.

As forças russas executaram pelo menos 34 ataques a instalações médicas ucranianas desde o início do conflito, atingindo hospitais, ambulâncias, médicos, pacientes e até recém-nascidos, revela uma investigação da agência Associated Press (AP).UM PODCAST FEITO EM PARCERIA E DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DE.Cerca de 20.Email Além da morte dos cinco jornalistas, ficaram ainda feridos outros sete, seis foram raptados e um dado como desparecido, adianta o Centro Ucraniano para a Segurança Estratégica da Comunicação e da Informação.

Os repórteres da AP na Ucrânia têm documentado em primeira mão os resultados mortais dos ataques russos a alvos civis, que incluem mortes de crianças cujos corpos foram destruídos por estilhaços e dezenas de cadáveres empilhados em valas comuns.Fora do país em guerra, os jornalistas da AP têm confirmado detalhes de outros ataques, através de entrevistas a sobreviventes e verificando com fontes independentes vídeos e fotos de zonas de guerra que surgem online.Esta contabilidade faz parte do projeto War Crimes Watch Ukraine, um esforço mais amplo da AP e dos repórteres da PBS Frontline para rastrear provas sobre possíveis crimes de guerra cometidos durante o conflito.“Preciso de apenas uma motivação… para salvar pessoas e civis”, realçou Mamulashvili, numa entrevista telefónica àquele órgão de comunicação, não revelando o local onde se encontra na Ucrânia.A cada novo ataque sobre civis, os pedidos públicos de processo por crimes de guerra contra o Presidente russo Vladimir Putin, e os seus generais e principais conselheiros, têm aumentado.Para chegar a uma condenação, os procuradores precisarão de mostrar que os ataques não são apenas acidentais ou danos colaterais.Ainda de acordo com o Centro Ucraniano para a Segurança Estratégica da Comunicação e da Informação, 10 torres de televisão foram derrubadas e registaram-se 19 ciberataques e quatro bloqueios russos ao trabalho dos meios de comunicação social locais.

Mas segundo a AP, o padrão emergente da investigação realizada dia a dia mostra evidências de um ataque consistente e implacável contra a própria infraestrutura civil projetada para salvar vidas e dar refúgio seguro aos mais vulneráveis na Ucrânia.No entanto, os seus homens estão em guerra contra a Rússia e o comandante procura mais voluntários, quando o conflito já atingiu um mês de duração.“O padrão dos ataques ajudará os procuradores a construírem a argumentação de que são ataques deliberados”, apontou Ryan Goodman, professor de direito da Universidade de Nova Iorque e ex-conselheiro especial do Departamento de Defesa dos EUA.No entanto, as autoridades russas têm negado atingir alvos civis, ridicularizando até a documentação crescente como “notícias falsas”.Nas negociações russo-ucranianas que decorreram na Turquia para um possível cessar-fogo, o chefe da diplomacia russa, Sergey Lavrov, considerou as preocupações sobre vítimas civis “gritos patéticos” dos inimigos da Rússia e negou que a Ucrânia tenha sido invadida.Poucos dias depois, as fileiras de voluntários foram estimadas em 20.Os ataques militares contra populações civis são geralmente proibidos pelas leis internacionais que regem os conflitos armados e que datam de há mais de um século.

De resto, já estão em andamento esforços pelo Tribunal Penal Internacional, em Haia (Países Baixos) para recolher provas para futuras acusações criminais.Também o projeto War Crimes Watch Ukraine alerta que os números podem estar desfasados, porque neste momento há dezenas de corpos debaixo dos escombros de prédios demolidos, pessoas que foram enterradas à pressa em valas comuns ou mortos a ocorrerem em áreas controladas pelas forças russas.Em detalhe, Mamulashvili contou que a sua legião foi a primeira a enfrentar os russos no aeroporto de Hostomel, na região de Kiev.SAIBA MAIS.

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