Fidelity International quer cortar para metade as emissões do seu portefólio até 2030

Fidelity International quer cortar para metade as emissões do seu portefólio até 2030

26/10/2021 15:40:00

Fidelity International quer cortar para metade as emissões do seu portefólio até 2030

A gestora de ativos anuncia que vai reduzir, até eliminar, a exposição ao setor do carvão térmico nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) até 2030

JornalistaA Fidelity International, que é uma das maiores gestoras de ativos do mundo, com uma carteira total de 787,1 mil milhões de dólares, quer reduzir em 50%, entre 2020 e 2030, a sua exposição a empresas com emissões poluentes.

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Esta é apenas uma meta intermédia, num caminho que tem como destino final as zero emissões em 2050.“Como um investidor responsável, devemos estar cientes da pegada carbónica do nosso portefólio e trabalhar com os nossos clientes e empresas em que investimos para reduzir as emissões, em alinhamento com os objetivos globais de neutralidade”, indicou a empresa em comunicado.

Para avançar nesta iniciativa, a Fidelity International criou uma metodologia derating(avaliação) de crédito, com o apoio de centenas profissionais do investimento que fazem a análise das empresas com base no quão alinhadas estão com um futuro limpo de carbono. headtopics.com

Neste sentido, a Fidelity anuncia que vai reduzir, até eliminar, a exposição ao setor do carvão térmico nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) até 2030, e em termos globais até 2040.

“No caso de os emissores analisados não estarem alinhados mas terem desenhado um plano credível para a transição, a Fidelity vai procurar aumentar a proximidade com a gestão e influenciar o progresso na direção das emissões reduzidas”, refere a empresa.

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