EUA: Baixa popularidade de Biden deixa em perigo controlo democrata no Congresso - SIC Notícias

EUA: Baixa popularidade de Biden deixa em perigo controlo democrata no Congresso

20/01/2022 13:12:00

EUA: Baixa popularidade de Biden deixa em perigo controlo democrata no Congresso

A baixa taxa de aprovação indicia um mau resultado para os democratas em futuras eleições.

Um ano depois da posse como presidente dos Estados Unidos, Joe Biden tem a segunda taxa de aprovação mais baixa da história do país e o partido republicano terá vantagem nas eleições intercalares que decidirão o controlo do Congresso.

Em causa, a 8 de novembro, estará o controlo da Câmara dos Representantes, que tem 435 assentos a votos, e o domínio do Senado, onde haverá 34 lugares em disputa.Atualmente, os democratas dispõem de uma maioria de apenas 9 lugares na Câmara dos Representantes e o Senado está dividido 50-50, sendo que a vice-presidente Kamala Harris serve como desempate em favor do seu partido.

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Baixa é favor. O homem é um perigo it is sad but Joe Biden is a spent force Eleições roubadas tem consequências Fizeram da fronteira a ancora da campanha, nem sequer la meteram os pés. Um presidente demente e uma vice que é incompetente. Não queriam tirar de lá o Trump? O que fizeram com as vacinas foi criminoso. Volto a dizer, Trump vai para a história como um dos melhores presidentes

Felizmente 👌🏻 Não era o que mídia queria? Pior do que Jimmy Carter... e ele foi terrível...

Baixa popularidade de Biden deixa em perigo controlo democrata no Congresso

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Lusa Um ano depois da posse como presidente dos Estados Unidos, Joe Biden tem a segunda taxa de aprovação mais baixa da história do país e o partido republicano terá vantagem nas eleições intercalares que decidirão o controlo do Congresso. Em causa, a 8 de novembro, estará o controlo da Câmara dos Representantes, que tem 435 assentos a votos, e o domínio do Senado, onde haverá 34 lugares em disputa. Atualmente, os democratas dispõem de uma maioria de apenas 9 lugares na Câmara dos Representantes e o Senado está dividido 50-50, sendo que a vice-presidente Kamala Harris serve como desempate em favor do seu partido. O consenso entre os analistas é que será difícil para os democratas manterem a maioria na Câmara dos Representantes e no Senado, embora haja maior imprevisibilidade na câmara alta. As causas da baixa popularidade Há vários fatores que contribuem para uma análise favorável às hipóteses que os republicanos têm de voltar a controlar uma – ou mesmo as duas – câmaras do Congresso. Um deles é a impopularidade de Joe Biden, que em média tem 42,4% de aprovação e 52,2% de desaprovação, segundo as contas da plataforma agregadora FiveThirtyEight. Algumas sondagens são ainda mais negativas, como a mais recente da Quinnipiac University, que dá ao presidente uma aprovação de apenas 33%. Só Donald Trump era ainda mais impopular ao final do seu primeiro ano de mandato (média de 39%). Já em novembro de 2021, os democratas foram surpreendidos por derrotas em eleições locais e estaduais, com destaque para o desaire na corrida ao Governo da Virginia. Os analistas políticos atribuíram o fraco desempenho, em parte, à fadiga com as restrições ligadas à covid-19 e à inflação galopante. Todavia, uma análise FiveThirtyEight mostra que, em 2021, as eleições especiais para a Câmara dos Representantes – que acontecem sempre que há uma vaga inesperada – não indicaram mudanças que façam antecipar uma grande onda vermelho (republicana) em novembro. As projeções eleitorais No Senado, a CNN projeta que pelo menos oito estados tenham eleições competitivas, com margens apertadas e possibilidade de vitória para ambos os lados. A vantagem dos republicanos é que não precisam de conquistar muitos lugares para virarem o controlo das duas câmaras. Além disso, o redesenho dos distritos beneficia o partido conservador, o que significa que não será necessária uma grande onda para que voltem a controlar o Congresso. Se tal acontecer, os republicanos poderão colocar um travão imediato nas prioridades e na agenda legislativa de Joe Biden, assumindo também o controlo dos comités e podendo suspender de imediato as investigações em curso, tal como a que investiga o assalto ao Capitólio a 6 de janeiro de 2021, se esta ainda estiver a decorrer nessa altura. Aliada ao facto de o partido no poder tradicionalmente perder as eleições intercalares, mesmo que o presidente seja mais popular do que Biden é neste momento, a baixa taxa de aprovação indicia um mau resultado para os democratas. Resultados próximos e oscilantes Isso ainda não é possível ver de forma clara nas sondagens, uma vez que os dados que têm sido publicados são genéricos e oscilam entre os dois partidos. Por exemplo, a sondagem da Quinnipiac dá 44% aos republicanos e 43% aos democratas, mas a da Morning Consult atribui 44% das intenções de voto aos democratas e 41% aos republicanos. Ainda assim, os republicanos têm uma vantagem média de 0,6 pontos percentuais, com 42,4% dos eleitores a dizerem que pretendem votar em candidatos republicanos nas intercalares contra 41,8% de intenções de voto nos democratas. Mau sinal para Biden? As sondagens não se referem a candidatos específicos, mas o histórico indica que as intenções de voto no partido do presidente tendem a deteriorar-se à medida que as intercalares se aproximam. Muitas vezes estas eleições são vistas como um referendo ao presidente, algo que os democratas não querem que aconteça, dada a baixa popularidade de Joe Biden.