Estado vende antigo hospital do Desterro por 10,5 milhões

13/01/2022 20:47:00

Estado vende antigo hospital do Desterro por 10,5 milhões

Estado vende antigo hospital do Desterro por 10,5 milhões

Ao fim de oito anos como arrendatária e após alguns desentendimentos, a Mainside acabou por comprar o antigo hospital, em Lisboa, à imobiliária do Estado. Imóvel vai ganhar um hotel.

Ao ECO, a coordenadora do projeto da Mainside, Susana Pais, explica que, desde 2013, quando foi assinado o protocolo, “era suposto o projeto ter arrancado logo”. “E passou todo este tempo sem o projeto se concretizar. Houve uma pandemia pelo meio, que intensificou tudo, e

O ECO contactou a Estamo para saber mais detalhes sobre a operação, mas não obteve resposta até à publicação deste artigo.hotel de quatro ou cinco estrelas no primeiro piso e outra componente de alojamento, “mais descontraída”, noutro piso

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Antigo Hospital do Desterro vendido pelo Estado por 10,5 milhõesComprador é o grupo que já era inquilino, que ali pretende instalar um hotel e outras valências.

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De acordo com informação tornada agora pública, a Estamo acabou por vender o edifício do antigo hospital — que também funcionou como convento até 1834 — à Mainside.avançou com a notícia esta quinta-feira à tarde, uma responsável do grupo empresarial afirmou que a intenção é fazer como planeado desde o início: transformar o antigo hospital, de grandes dimensões, num espaço polivalente com hotel, restauração e outras utilizações ainda em ponderação.Pelo menos 10 pessoas morreram e outras 100 tiveram que abandonar as suas casas nas últimas 24 horas no estado brasileiro de Minas Gerais devido às fortes chuvas que continuam a atingir a região, informou esta terça-feira a Defesa Civil.Porto , não está nos planos do grupo espanhol.

A operação foi fechada a 29 de dezembro de 2021 por 10,5 milhões de euros. Ao ECO, a coordenadora do projeto da Mainside, Susana Pais, explica que, desde 2013, quando foi assinado o protocolo, “era suposto o projeto ter arrancado logo”. “E passou todo este tempo sem o projeto se concretizar.756 foram retiradas das suas casas para evitar uma tragédia maior. Houve uma pandemia pelo meio, que intensificou tudo, e chegou a uma altura em que colocamos essa opção [de compra] em cima da mesa porque iria simplificar tudo . E conseguimos chegar a essa conclusão”, explica. No caso de a formalidade não estar concluída no prazo de dois anos, é prorrogável por mais dois.

O ECO contactou a Estamo para saber mais detalhes sobre a operação, mas não obteve resposta até à publicação deste artigo. De acordo com especialistas em clima, as chuvas vão persistir ao longo desta semana . Componente hoteleira, de restauração e um polo de produção Passados todos estes anos, “os planos mantêm-se, de grosso modo”, afirma Susana Pais. A componente de alojamento que estava prevista desde o início vai manter-se. O antigo hospital vai ganhar um hotel de quatro ou cinco estrelas no primeiro piso e outra componente de alojamento, “mais descontraída”, noutro piso . As investigações ainda analisam as causas do acidente, mas uma das hipóteses mais fortes é que as fortes chuvas tenham contribuído para a queda da parede de rocha . “Não será um hostel, porque o upgrade é muito superior, mas será mais descontraído”, adianta a coordenadora do projeto, detalhando que cada quarto terá a sua própria casa de banho, embora não seja no interior.

Ambas as Zero Hotels , marca com a qual a Mainside se estreou na hotelaria em 2019. Na altura em que foi assinado o protocolo, diz Susana Pais, a ideia era que o Desterro fosse a primeira unidade hoteleira da Zero Hotels, mas o projeto atrasou de tal forma que, entretanto, já foram abertas duas unidades — uma no Porto e outra em Coimbra. Minas Gerais, localizado no sudeste do Brasil, é o segundo estado mais afetado pelas chuvas no país desde que o verão começou no final do ano passado. No piso térreo, na saída para a Rua da Palma, haverá ainda uma componente de restauração. Resta uma parte do edifício cujo destino ainda não está decidido. “Inicialmente, em 2013, tínhamos pensado em criar um polo de produção , onde as empresas poderiam fazer a sua própria cerveja ou pão. SAIBA MAIS:.

Para essa parte do edifício ainda estamos a avaliar, para ver se mantemos esse polo numa escala mais pequena”, diz a coordenadora. Nestes oito anos, foi feito um estudo ao edifício e correções em termos de estrutura, o que levou a “uma série de coisas que tiveram de ser adaptadas” , nota Susana Pais. “Obviamente que houve algumas alterações ao projeto, mas, de grosso modo, os planos mantêm-se”, diz. Sobre prazos, que também já sofreram vários adiamentos, a responsável pelo projeto prefere não fazer projeções. “É tudo muito recente, ainda não analisamos tudo.

Agora vamos ter de repensar tudo outra vez , porque está tudo em fase muito inicial”, diz. A Mainside fundou o LxFactory, em Alcântara, tendo-o .