Estado da Inovação em Portugal, muita parra…

Estado da Inovação em Portugal, muita parra…

24/09/2021 04:23:00

Estado da Inovação em Portugal, muita parra…

Travar a precariedade do emprego ou ligar, de modo mais consequente, o apoio à inovação com a internacionalização das empresas portuguesas, são alguns dos caminhos a trilhar, com mais velocidade. E criar respostas para a questão “Como fazer?” e com que prazo, de modo acelerado e focado no futuro.

27 paísesanalisados. Em vários indicadores, que compõem as 12 dimensões estudadas, o país melhorou a sua posição, mas as alterações já referidas e fatores estruturais da economia nacional pesam de forma decisiva na classificação, de que se salienta a título de exemplo a que respeita aos impactos nas vendas.

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A sofisticação do mercado e empresarial correspondem também a duas das dimensões em que Portugal apresenta resultados menos favoráveis, no, situando-se respetivamente nas posições 56 e 42 no grupo de132 paísesanalisados.

Uma das dimensões, investimentos, destaca as fragilidades da situação portuguesa, refletida no baixo nível de investimento, com valores inferiores à média europeia há vários anos. Se analisada aevolução da dotação orçamental para I&D per capita headtopics.com

, verifica-se também um decréscimo nos últimos anos, passando de 92 euros, em 2010, para 71 euros em 2020.A este problema, junta-se um outro também complexo que se prende com a geração de emprego em empresas com perfil inovador e qualidade de gestão, competindo globalmente para atrair e reter jovens qualificados. Já não se trata apenas de fixação no território, mas sobretudo de garantir o seu papel no desenvolvimento da economia nacional.

Os últimos dados do IPCTN mostram, no entanto, uma tendência crescente da despesa de I&D, com o sector empresarial a representar 57% da despesa total do país. O número de pessoas envolvidas em atividades de I&D ultrapassa as 65.000, das quais cerca de 46% a trabalhar em empresas.

Novos indicadores do EIS, nas áreas da digitalização ou da sustentabilidade, permitem salientar a importância da inovação como motor de transformação, desenvolvendo competências específicas, aplicando conhecimento científico e tecnológico e gerando soluções que consigam travar o agravamento das debilidades existentes. Por outro lado, países mais inovadores apresentam ecossistemas mais participados, dinâmicos e colaborativos, num equilíbrio mais harmonioso entre condições (

inputs), processos de suporte à inovação e os seus efeitos e impactos (outputs), criando mais oportunidades de geração de valor.Posição das regiõesediçãodo RIS, o desempenho de todas as regiões portuguesas deteriorou-se face ao ano anterior. As regiões nacionais são também das menos competitivas da União Europeia, com apenas três, das sete, regiões portuguesas a serem classificadas como inovadores moderados (Norte, Centro e Lisboa), tema que, em pleno período eleitoral, tem tido pouco eco na discussão pública e que, não sendo surpreendente, reflete a falta de prioridade atribuída a esta área de intervenção. headtopics.com

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Se as condições adversas provocadas pela crise pandémica podem estar associadas a alguns dos resultados, como por exemplo a diminuição de atividades de colaboração em projetos e iniciativas de inovação, outros mantêm-se como ‘crónicos’ e, entre eles, destaca-se a já referida limitada capacidade de investimento em I&D do sector empresarial. No entanto, importa olhar para progressos em muitas regiões, frequentemente impulsionados por universidades, centros tecnológicos, institutos de I&D ou laboratórios colaborativos, do Minho ao Algarve, mas também em territórios do interior.

Uma análise mais focada nas regiões, indo além dos indicadores quantitativos espelhados no RIS, faz emergir várias ‘bolsas’ de excelência científica e tecnológica que, se acompanhadas por uma estratégia de valorização, poderiam contribuir para a criação ou reforço de novas atividades económicas, fortemente baseadas em fatores de diferenciação no mercado global. A pandemia também mostrou, em muitas organizações e empresas, a capacidade não só de resiliência, mas sobretudo de adoção de tecnologias e modos de produção mais flexíveis que podem apoiar um desenvolvimento mais equilibrado e sinalizar as suas competências como parceiro estratégico num novo modelo de inovação colaborativa.

Alguns exemplos ilustram, a partir de empresas multinacionais como a Bosch, a Nokia, a Coficab ou a Continental, o papel de iniciativas ou projetos inovadores, de origem ‘local’ ou regional, na geração de efeitos de natureza mais alargada, projetando as competências científicas e tecnológicas de Portugal.

Perspetivas de evoluçãoOs resultados apresentados na generalidade dos indicadores utilizados para comparar Portugal com outros países, apontam para uma urgência na ação. O progresso dos países e a competitividade das organizações dependem largamente das suas capacidades de inovação que, pela sua natureza sistémica e transversal, abrangem um conjunto muito diverso de atividades, indo além da I&D, que se tornam difíceis de captar e sobretudo medir. headtopics.com

Se o país mostra, nalgumas áreas, uma posição favorável nalguns indicadores, como as infraestruturas, o sistema científico e condições para a digitalização, na generalidade dos casos, a posição de Portugal situa-se abaixo da média da União Europeia, o que justifica que seja desenvolvida uma análise mais profunda sobre as motivações, as condições e os efeitos das atividades de inovação na competitividade. Os dados apresentados, nestes rankings internacionais, devem, pois, ser revistos à luz de uma avaliação holística, caracterizando experiências e casos, nacionais ou internacionais, percebendo como transferir e replicar práticas que se revelam bem-sucedidas.

Um esforço concertado para valorizar as dinâmicas locais e regionais, frequentemente associadas a iniciativas de excelência científica e tecnológica, com expressivo significado no seu reconhecimento internacional, e no financiamento obtido, permitiria alicerçar uma nova vaga de transformação inovadora. Esse objetivo, acompanhado dos meios e recursos, que parecem estar garantidos para os próximos anos, contribuiria para travar o agravamento das fragilidades estruturais da economia portuguesa, ousar e planear saltos tecnológicos e estimular maior participação de todos os atores relevantes, como os cidadãos, as empresas, as universidades ou instituições de I&D, as organizações da sociedade civil e da administração.

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