''Está tudo em choque. Ninguém sabe o que fazer''. O testemunho de um português em Beirute

O fotojornalista vive a dois quilómetros do porto onde se deu a explosão.

05/08/2020 03:56:00

“Está tudo em choque. Ninguém sabe o que fazer“. O testemunho de um português em Beirute

O fotojornalista vive a dois quilómetros do porto onde se deu a explosão.

"Acho que estamos a ser atacados, foi o primeiro pensamento que me veio à cabeça", explica João Sousa. Conta que quando aconteceu a segunda,"cerca de 30 segundos depois" da primeira"aí sim, tremeu tudo" e a"casa [onde vive] ficou bastante danificada".

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"Nós pensámos que estavamos a ser bombardeados. (...) Um dos meus colegas de casa entrou em estado de choque, não se conseguia mexer."João e o colega de casa, momentos depois das explosões,pegaram numa mochila com os pertences pessoais e saíram porta fora

. Assim que saíram deparam-se com"o estado de caos".À medida que ia em direção ao porto, o fotojornalista conta que ia assistindo a"cada vez mais caos e destruíção no centro de Beirute"."Comércio local que eu frequento, os meus vizinhos, pessoas conhecidas, completamente transfiguradas. Está tudo em choque. Ninguém sabe muito bem o que pode fazer e o que há a fazer."

João Sousa saiu de Portugal em 2006 e neste momento não sabe"muito bem onde é a casa". No entanto, também ainda não sabe como serão os próximos tempos."Vou ver até que ponto posso continuar aqui, a trabalhar no jornal e a reportar o que se passa neste país. Mas tudo depende dos próximos relatórios. Se informarem que os gases que estão no ar são realmente letais (...) então terei de sair daqui."

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