Escolhas

Escolhas

25/10/2021 09:23:00

Escolhas

Focando a atenção no Funchal, concelho onde o partido Juntos pelo Povo concorreu pela primeira vez e num cenário tão bipolarizado, fica para a História o lançamento de uma primeira semente, a semente da alternância, da possível escolha, da opção de ser e fazer diferente, à semelhança do concelho viz

Os resultados eleitorais do passado dia 26 de setembro já se encontram digeridos e analisados. Espera-se também que tenham já sido aceites por mais incoerentes que pareçam em alguns concelhos, atendendo ao histórico de cada cabeça-de-lista. O Povo é soberano. Ele é que sabe e, como tal, deitar-se-á na cama que fez.

Ana Paula Vitorino: ″O Eduardo é um Homem com letra maiúscula″ Chega suspeita que demissão de Eduardo Cabrita foi ''uma exigência de Costa'' Eduardo Cabrita demite-se do Governo

Contudo, passe o tempo que passar, somem-se anos de experiência nas lides políticas, continua a ser difícil perceber de que são confecionadas as amarras invisíveis que levam uma população a eleger, de uma forma dolorosamente reincidente, quem lhes coarta uma melhor condição de vida, devido a impostos que poderiam ser reduzidos ou ao aniquilamento de transporte diferenciado entre as ilhas e o continente português. A condição de ilhéu, mais defensivo, mais acomodado, não pode ser desculpa para a manutenção de um status quo político viciado e com estratégias e aconselhamentos do tempo do outro senhor.

Quanto aos partidos da dita Oposição (com a devida vénia aos municípios liderados pelo PS e JPP e com uma saudação ao CDS de Santana que não se deixou engolir pela onda laranja), viram a caravana a passar apesar dos assertivos e atempados alertas aos eleitores para o perigo de colocar os representantes dos monopólios dos transportes e construção civil a governar a capital e, consequentemente, a região. Ficaram literalmente com a sensação de ter “falado para o boneco”, tradução muito popular, pelo facto de não ter sido possível convencer a população do risco da erupção de forças económicas que irão abalroar o indefeso madeirense nos próximos anos, servindo os seus interesses e não os da coletividade. headtopics.com

inho. Centenas de funchalenses tiveram essa visão, esse desejo. Mostraram que a onda verde trouxe com a maré um conjunto de pessoas destemidas, da comunidade, sem patrocínio de interesses económicos, apenas com o desejo de dar a cara em nome do seu e de outros projetos que, no futuro, terão certamente melhores resultados e mais seguidores, com expressão nos órgãos autárquicos.

Consulte Mais informação: Jornal Económico »

Novo estudo sobre a origem da Covid-19 aponta para mercado de Wuhan

Há países dentro do meu paísEste amor ao Alentejo, este amor ao interior, vem com um preço. E esse preço, às vezes, é demasiado alto. Quase tão alto como o preço dos combustíveis que me tem obrigado a repensar muitas escolhas. Sabem que preço é esse? O preço de ter de aguentar

OE2022: Ministra da Saúde rejeita que orçamento seja pouco ambiciosoA ministra da Saúde rejeitou este domingo que o Orçamento do Estado para 2022 'seja pouco ambicioso', garantindo que apresenta um reforço orçamental, mas também 'escolhas políticas' para materializar o novo Estatuto do Serviço Nacional de Saúde. Onde estão os médicos sempre a mentir