Empresas (des)esperam por solução pós-moratórias

Empresas (des)esperam por solução pós-moratórias

08/05/2021 11:45:00

Empresas (des)esperam por solução pós-moratórias

Empresas ainda não conhecem apoios que podem ter depois de setembro. Governo procura solução.

As maiores preocupações do sistema financeiro estão centradas nos empréstimos às empresas, especialmente nas que foram mais afectadas pela pandemia. No final de março, cerca de um terço do crédito a empresas estava sob moratória. O problema é mais grave no alojamento e restauração, já que quase 60% do crédito neste setor tinha as prestações suspensas.

Lei húngara que discrimina população LGBT+ “é uma vergonha”, diz Ursula von der Leyen Vacinação acima dos 18 anos a 4 julho e outras notícias em 60 segundos UEFA enviou ″sinal errado″ ao proibir cores do arco-íris em Munique

Com o fim deste apoio previsto para setembro, e com a Autoridade Bancária Europeia (EBA) a afastar novos alargamentos dos prazos, têm sido várias as vozes de diferentes quadrantes a apelar a uma solução para mitigar o tsunami que pode atingir milhares de empresas. O ministro da Economia já indicou esta semana, no Parlamento, que o Estado poderá conceder algumas garantias de forma a possibilitar alargamentos dos prazos de reembolso. O objetivo, explicou Pedro Siza Vieira, é"permitir alguma carência, para que as empresas não concentrem o seu cash flow no reembolso de dívidas". Mas o ministro não deu grandes detalhes sobre a solução que está a ser negociada.

Há meses que os empresários aguardam por indicações concretas sobre os eventuais apoios. Em reação ao anúncio de Siza Vieira, a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) lembra que"é da maior importância que sejam disponibilizados mecanismos de capitalização, bem como uma urgente revisão dos planos de amortização a longo prazo (no mínimo por 10 anos), de forma a garantir o cumprimento das obrigações das empresas e atenuar o valor das prestações a reembolsar". Em comunicado, a associação que representa um dos setores mais afetados sublinha ainda que aguarda"com expectativa mais esclarecimentos sobre estas duas medidas". headtopics.com

Consulte Mais informação: Diário de Notícias »

CIP propõe “almofada” pública de 8000 milhões para resolver moratóriasPatrões querem que garantia estatal cubra 90% do crédito em risco muito alto, para a banca poder dar 24 meses de carência e estender maturidade para seis ou dez anos. A seguir a 999 milhões são Biliões e não Mil Milhões

Groundforce: Casimiro diz que vai usar “todos os mecanismos legais” para se defenderO maior accionista da empresa, Alfredo Casimiro, diz que pedido de insolvência feito pela TAP só agrava os problemas da empresa e “adia uma solução”. Casimiro... cuidado Casimiro, cuidado com as limitações

TAP pede insolvência da GroundforceA companhia aérea diz que esgotou todas as hipóteses de encontrar uma solução a longo prazo com o acionista maioritário da empresa de handling.

Famílias cada vez mais preocupadas com bomba-relógio das moratóriasAs moratórias têm sido um balão de oxigénio. Mas este apoio está cada vez mais perto do fim. Os especialistas alertam para a necessidade de as famílias se prepararem para o embate que aí vem e deixam recomendações. Fica em casa 🏡 traz consequências pra uma vida ... Perguntem ao Costa e à Europa como nos fodem sem dar-mos conta!

Saiba como a consolidação de crédito pode ajudar no fim das moratóriasO crédito consolidado é um novo crédito, cujo destino é liquidar os restantes créditos, tendo acesso a condições mais vantajosas. Tem como principal objetivo melhorar as nossas condições financeiras. Esta é uma solução que pode aliviar os encargos financeiros imediatos. Contudo, para que esta soluçã