Crise: nome feminino, plural

25/11/2021 12:16:00

Megafone: Crise: nome feminino, plural

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Megafone: Crise: nome feminino, plural

Mais do que um estado de alerta, o país atravessa agora um estado de emergência social, em que lutas partidárias internas e caprichos parlamentares são tidos como prioritários relativamente às reais necessidades dos cidadãos.

Orçamento do Estado, protagonizado por uma maioria dos deputados, na qual se incluem alguns eleitos à esquerda (os mesmo que permitiram a ex-gerigonça). Uma crise, dado o actual quadro social, não era de todo desejável. No entanto, talvez o adjectivo que melhor se aplica seja mesmo “incompreensível”, perante o quadro de crescimento que o país tem verificado, apesar da pandemia, com o PIB a crescer 4,2% face ao ano anterior e a taxa de desemprego a ser a mais baixa dos últimos 20 anos.

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Cotrim de Figueiredo: conversar com Rangel seria “mais simples” porque é “mais liberalizante” que RioPresidente da Iniciativa Liberal diz ser 'mais simples' conversar com Paulo Rangel do que com Rui Rio sobre um entendimento de Governo, mas avisou em entrevista à Lusa que será preciso coragem porque em Portugal as reformas 'não se farão sem dor' Liberalizante 😆😆

Conversar com Rangel seria 'mais simples' porque é 'mais liberalizante' que Rio, diz Cotrim FigueiredoO presidente da Iniciativa Liberal admitiu ser 'mais simples' conversar com Paulo Rangel do que com Rui Rio sobre um entendimento de Governo, mas avisou que será preciso coragem porque em Portugal as reformas 'não se farão sem dor'.

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Nesse sentido, interrogo-me profundamente acerca da agenda e objectivos de certos partidos políticos ao decidirem priorizar uma conduta tacticista, dada a conjuntura actual.Lusa O presidente da Iniciativa Liberal admitiu ser"mais simples" conversar com Paulo Rangel do que com Rui Rio sobre um entendimento de Governo, mas avisou que será preciso coragem porque em Portugal as reformas"não se farão sem dor".Jornal Económico com Lusa 24 Novembro 2021, 09:16 O presidente da Iniciativa Liberal admitiu ser “mais simples” conversar com Paulo Rangel do que com Rui Rio sobre um entendimento de Governo, mas avisou que será preciso coragem porque em Portugal as reformas “não se farão sem dor”.Até outubro, o 112 encaminhou para o CAPIC mais de 1240 chamadas relacionadas com situações emergentes de alterações psicológicas e emocionais de jovens.

Como paradigma, o já suficientemente falado chumbo do Orçamento do Estado , protagonizado por uma maioria dos deputados, na qual se incluem alguns eleitos à esquerda (os mesmo que permitiram a ex-gerigonça). Uma crise, dado o actual quadro social, não era de todo desejável. Do ponto de vista do início de conversa, parece-me mais simples", reconheceu João Cotrim de Figueiredo, em entrevista à agência Lusa. No entanto, talvez o adjectivo que melhor se aplica seja mesmo “incompreensível”, perante o quadro de crescimento que o país tem verificado, apesar da pandemia, com o PIB a crescer 4,2% face ao ano anterior e a taxa de desemprego a ser a mais baixa dos últimos 20 anos. O deputado liberal não deixou, porém, de manifestar “alguma simpatia pela postura austera e séria” de Rui Rio, embora considerando que nem sempre o tem conseguido demonstrar. Portugal e grande parte dos actores políticos portugueses parecem longe de estar preparados para colocar o interesse do país à frente das suas ideologias e pretensões partidárias. Mais do que protagonistas, para o líder da IL, é necessário"analisar a qualidade das propostas" e, ao mesmo tempo,"a credibilidade de as querer levar avante". Certamente que todos os portugueses sensatos percebem que este não era o momento para provocar uma crise política, se é que tais ocasiões existem ..

Tenhamos, então, a noção de que, se atitudes inconscientes levam a uma proliferação do vírus que nos assola há quase três anos e, consequentemente, a um adensar de uma crise social, também comportamentos irracionais num quadro político contribuem para o mesmo fenómeno. E portanto a coragem política e a capacidade de aguentar essa transição é absolutamente crucial para quem queira reformar efetivamente o país", avisou. E portanto a coragem política e a capacidade de aguentar essa transição é absolutamente crucial para quem queira reformar efetivamente o país”, avisou. Eis a hora de repartir responsabilidades e relembrar que os agentes políticos não lhes são imunes. Por outro lado, responsabilidades congéneres se podem atribuir no actual quadro de crise climática e migratória. "Quero ver se à minha frente está alguém com coragem para aguentar aquilo que nunca será um período de transição fácil, fosse qual fosse a reforma que estivéssemos a tratar", enfatizou. Mesmo perante as evidências científicas, o acordo final que saiu da COP26 permitiu cedências que tornam cada vez mais utópico o objectivo de manter o aumento da temperatura do planeta nos 1,5 graus Celsius. O deputado liberal reiterou que só está disponível para acordos pós-eleitorais e, mesmo assim, dependendo do resultado eleitoral. A pressão de última hora feita pela Índia tirou do pacto climático a eliminação do carvão, substituindo-o por uma redução progressiva, o que pode significar um aquecimento global de dois ou mais graus Celsius."Vamos ter um bom resultado no dia 30 de janeiro.

Este pode vir a traduzir-se num degelo do Árctico dez vezes pior ou em ondas de calor três vezes mais severas. Apesar de tudo isto, há mesmo quem entenda os factos como “boas notícias”, nomeadamente Paulo Rangel, que assim o escreveu no seu Twitter. Mas uma coisa nunca faremos: é pôr exigências de cargos antes de sabermos sequer de é que estamos a falar", assegurou. Mas uma coisa nunca faremos: é pôr exigências de cargos antes de sabermos sequer de é que estamos a falar”, assegurou. Quem sabe se não estará demasiado focado no “aquecimento” interno do seu partido e tenha perdido e noção da realidade. Por fim, e não menos importante, no que à crise migratória diz respeito, na minha opinião os líderes mundiais devem, sem dúvida, priorizar uma convergência de ideias, bem como um plano de acção que vise reverter a situação de forma rápida e eficaz.. A título de exemplo, a situação da crise migratória afegã em que, a cada dia que passa, vidas se perdem e a cada apelo que se faz nenhuma é efectivamente salva.

Eis a altura de passar do apelo à prática e promover de forma activa o acolhimento de refugiados, processo no qual Portugal se deve posicionar na dianteira, uma vez que é possível acolher um número mais elevado de migrantes do que as cerca de três centenas actuais. Ainda assim, este é um balanço positivo quando comparado com as realidades russa, suíça e austríaca, que logo em Agosto fecharam portas aos refugiados. Resta-me concluir que a situação que enfrentamos actualmente se baseia no velho provérbio “Um mal nunca vem só”. Se se pedia uma convergência de ideias políticas até há bem pouco tempo, a realidade é que a única convergência que parece ter existido foi a de um leque bastante vasto de crises. Talvez esteja na hora de pedirmos ao Pai Natal que nos deixe sensatez e estabilidade no sapatinho.

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