Covid-19: Risco de morte com vacinação completa é três a seis vezes menor - SIC Notícias

15/01/2022 01:53:00

Covid-19: Risco de morte com vacinação completa é três a seis vezes menor

Covid-19: Risco de morte com vacinação completa é três a seis vezes menor

O risco de morte nas pessoas com a vacinação completa contra a covid-19 foi, em dezembro, três a seis vezes menor em relação às não vacinadas ou sem o

foi, em dezembro, três a seis vezes menor em relação às não vacinadas ou sem o esquema completo, avança esta sexta-feira a análise de risco da pandemia.Segundo as “linhas vermelhas” da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), em dezembro,

ocorreram 171 óbitos (46%) em pessoas com esquema vacinal completo, 32 (9%) em pessoas com dose de reforço e 168 (45%) em pessoas não vacinadas ou com vacinação incompleta.Em Portugal, mais de 8,7 milhões de pessoas têm a vacinação primária completa e cerca de 3,6 milhões já receberam a dose de reforço.

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E o risco de efeitos graves com as vacinas ja nao falam! Vacinas que causam paralisia das pernas!!!! Vacinas que foram apresentadas como dando 90 a 95% de imunização… que agora já se sabe que não dão imunização nenhuma e serve só para reduzir o risco de morte … para uma doença com mais de 99% de chance de sobrevivência sem a vacina 🤡

Querem uma matéria para discussão no vosso jornal? Cá está uma. Quem responsabiliza por danos/mortes provocados pelas vacinas? Só aqui temos pessoas: 1. com esquema vacinal completo 2. sem o esquema completo 3. com dose de reforço 4. não vacinadas 5. com vacinação incompleta 6. com vacinação primária completa 🤷‍♂️

E de miocardiopatia pós vax é de quanto? Um estudo norte americano, noticiado também por vós, diz que, com a omicron já é 90% menor o risco de morte e 75% menor o risco de doença grave, mesmo para não vacinados. Como tal é pouco relevante agora estas 3 a 6 vezes menor o risco de morte! 😂😂😂😂💉🦠☠️⚰️

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Segundo as “linhas vermelhas” da Direção-Geral da Saúde (DGS) e do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), em dezembro, ocorreram 171 óbitos (46%) em pessoas com esquema vacinal completo , 32 (9%) em pessoas com dose de reforço e 168 (45%) em pessoas não vacinadas ou com vacinação incompleta. Em Portugal, mais de 8,7 milhões de pessoas têm a vacinação primária completa e cerca de 3,6 milhões já receberam a dose de reforço. A informação sobre o acordo deverá chegar na segunda-feira aos associados da ANDAEP e caberá a cada escola definir a forma como pretende fazer a campanha de despistagem aos seus alunos. “O risco de morte para os casos diagnosticados em dezembro, medido através da letalidade por estado vacinal, foi três a seis vezes menor nas pessoas com vacinação completa em relação às pessoas não vacinadas ou com esquema incompleto”, adianta o relatório divulgado esta sexta-feira.000 que se tem verificado. De acordo com as “linhas vermelhas”, nos idosos com 80 e mais anos, a dose de reforço reduz o risco de morte por covid-19 quase seis vezes em relação a quem tem esquema vacinal completo e mais de 18 vezes em relação aos não vacinados ou com esquema incompleto. O acordo surgiu como forma de “contornar a previsível ausência de testes aos nossos alunos” , acrescentou Filinto Lima, referindo-se à campanha de testagem à comunidade escolar que começou esta semana mas deixou os alunos de fora. O relatório adianta ainda que, em novembro, os casos com esquema vacinal completo “parecem apresentar um risco de hospitalização aproximadamente duas a cinco vezes inferior aos casos não vacinados”.

O risco de internamento no grupo etário dos 80 ou mais anos para as pessoas com um esquema vacinal completo foi menos de metade . Por decisão da Direção-Geral da Saúde, a campanha de vacinação abrange apenas os cerca de 220 mil docentes e não docentes. A vaga de contágios com a variante Ómicron, que começou em África e se estendeu aos continentes europeu e americano, é assinalável em todas as regiões estudadas pela OMS, com subidas quase verticais das curvas de contágios, como na Ásia, em que o número de novos casos quintuplicou na semana passada.