Covid-19: laboratório brasileiro diz que duas doses da Coronavac 'neutralizam' Ómicron - SIC Notícias

12/01/2022 23:41:00

Covid-19: laboratório brasileiro diz que duas doses da Coronavac “neutralizam” Ómicron

Covid-19: laboratório brasileiro diz que duas doses da Coronavac “neutralizam” Ómicron

Os estudos apresentam que vacina chinesa pode neutralizar a Ómicron de forma igual ou superior à Pfizer.

novo coronavírus, da chinesa Sinovac, “neutralizam a variante Ómicron”, referem estudos fornecidos hoje pelo Instituto Butantan, que desenvolve o imunizante em solo brasileiro.× Ajuda Para este campo está disponível a pesquisa por texto.i ▲ O Ministro da Saúde do Brasil, Marcelo Queiroga, espera que a variante Ómicron não provoque hospitalizações nem óbitos.Covid-19: Ómicron responsável por 93,2% das infeções – INSA Lusa A variante Ómicron é responsável por 93,2% das infeções em Portugal, consequência de um"crescimento galopante" em dezembro, que foi mais acelerado em Lisboa e Vale do Tejo, estimou o INSA Lusa VISÃO Saúde 11.

Segundo o Butantan, com sede no estado de São Paulo e que produz no Brasil a Coronavac, ao canal televisivo CNN Brasil, a efetividade da vacina foi comparada em quatro estudos científicos, sendo que o primeiro reuniu resultados do ensaio de neutralização da Coronavac para a Ómicron e os outros três trabalhos referem-se a diferentes ensaios de neutralização da vacina Pfizer contra a nova variante do coronavírus.Os estudos apontaram que a capacidade da vacina chinesa para neutralizar a Ómicron é igual ou superior à do imunizante da Pfizer para a mesma linhagem.Expressão.De acordo com a CNN, para a análise os cientistas geraram partículas semelhantes ao vírus contendo a proteína Spike de sete estirpes do novo coronavírus: as variantes de preocupação Ómicron, Alfa, Beta, Gama e Delta, além das variantes de interesse Lambda e Mu.“Infelizmente ela [Ómicron] já prevalece aqui no Brasil, nós estamos a assistir a um aumento de casos e, como em outros outros países que têm uma campanha de vacinação forte, a nossa expetativa é que não haja um impacto em hospitalizações e em óbitos “, disse Queiroga.A partir das partículas das sete estirpes, resposta viral à exposição aos anticorpos neutralizantes contidos nas amostras de soro de 16 pacientes convalescentes de covid-19, que contraíram o vírus original, entre janeiro e março de 2020.O ensaio de neutralização revelou que 16 amostras mostraram reduções médias de 10,5 vezes da neutralização contra a Ómicron, 2,2 vezes contra a Alfa, 5,4 vezes contra a Beta, 4,8 vezes contra a Gama, 2,6 vezes contra a Delta, 1,9 vezes contra a Lambda e 7,5 vezes contra a variante Mu.Segundo o instituto que monitoriza a evolução deste coronavírus em Portugal, o “aumento abrupto de circulação comunitária” da Ómicron tem paralelo com o cenário observado em países como o Reino Unido e a Dinamarca.

Posteriormente, a mesma análise foi realizada com os anticorpos neutralizantes presentes no soro de 20 pessoas que completaram o esquema de duas doses da Coronavac, administradas entre maio e junho de 2021.PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR O Governo brasileiro espera receber o primeiro lote das vacinas pediátricas da Pfizer na quinta-feira.Nessa fase, os cientistas verificaram que o plasma dos vacinados com duas doses da Coronavac mostraram uma redução de neutralização média de 12,5 vezes face à Ómicron, de 2,9 vezes contra a Alfa, 5,5 vezes contra a Beta, 4,3 vezes contra a Gama, 3,4 vezes contra a Delta, 3,2 vezes contra a Lambda e 6,4 vezes contra a variante Mu.O ensaio de neutralização da Ómicron pela Coronavac, conduzido por investigadores chineses, foi publicado na segunda-feira no periódico científico Emerging Microbes&Infections.Juntamente com os Estados Unidos da América e Índia, o Brasil é um dos países mais afetados pela pandemia, com mais de 620 mil mortes e 22,6 milhões de pessoas infetadas com o vírus.SAIBA MAIS.“De entre as várias sublinhagens da variante Delta ainda em circulação, destaca-se a linhagem AY.

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