Covid-19: Catarina Martins avisa que “poderes públicos têm de fazer a sua parte”

01/04/2020 23:38:00
Covid-19: Catarina Martins avisa que “poderes públicos têm de fazer a sua parte”

Coronavírus: Covid-19: Catarina Martins avisa que “poderes públicos têm de fazer a sua parte”

Covid-19, Coronavírus

Coronavírus : Covid-19 : Catarina Martins avisa que “poderes públicos têm de fazer a sua parte”

A líder do Bloco de Esquerda lançou esta quarta-feira uma rubrica diária na plataflorma do partido, Esquerda.net, onde irá partilhar algumas das propostas dos bloquistas para responder à pandemia.

Na primeira mensagem partilhada, Catarina Martins fala de Portugal como “um país solidário” e elogia os profissionais de saúde para deixar um recado frequentemente repetido nas últimas semanas: “Se alguém precisava de uma prova de que precisamos mesmo de SNS forte, aqui está”.

Mas “o país solidário” não basta, alerta a líder. “Os poderes públicos têm de fazer a sua parte: proteger quem está na linha da frente e os grupos de risco, parar todos os despedimentos e abusos laborais e apoiar as famílias”, afirma Catarina Martins.

Consulte Mais informação: Público »

Coitada, parece a Joana D'Arc a pregar.....

Covid-19: Portugal vai fazer estudos para conhecer população assintomática'Quem desenvolveu anticorpos é porque teve contacto com a doença e entra para o conjunto dos imunizados'

Covid-19: Morreu antiga glória do boxe português Mário Lino

Covid-19: Morreu antiga glória do boxe português Mário LinoTinha 71 anos. Os meus pesames.

Covid-19: Minist\u00e9rio das Infraestruturas explica as novas regras para pagamento das rendas

Covid-19: Zilina, da Eslováquia, despede 17 jogadoresEm causa está o facto dos jogadores não terem aceite a redução de salários devido à pandemia da Covid-19

Covid-19: Autarca do Equador tenta impedir aterragem de avião?O 'Polígrafo SIC' dá a resposta.

Covid-19: Doentes tratados ficam imunes?

Covid-19: Doentes tratados ficam imunes?Foi uma das perguntas colocadas pelos telespectadores ao Poligrafo SIC. alguém pàra esta macacada ?

Humanos em quarentena, animais em turismo: no País de Gales, há cabras a passear nas ruas Na primeira mensagem partilhada, Catarina Martins fala de Portugal como “um país solidário” e elogia os profissionais de saúde para deixar um recado frequentemente repetido nas últimas semanas: “Se alguém precisava de uma prova de que precisamos mesmo de SNS forte, aqui está”.covid-19 , disse esta quarta-feira a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas.Amor e família em tempos de Covid-19 e isolamento Mário Lino, antiga glória do boxe português, morreu esta segunda-feira, aos 71 anos, infetado pela Covid-19, anunciou a federação portuguesa daquela modalidade (FPB).A proposta de lei aprovada em Conselho de Ministros introduz alterações para arrendatários e senhorios.

Mas “o país solidário” não basta, alerta a líder. “Os poderes públicos têm de fazer a sua parte: proteger quem está na linha da frente e os grupos de risco, parar todos os despedimentos e abusos laborais e apoiar as famílias”, afirma Catarina Martins. A responsável pela Direção-Geral da Saúde (DGS) respondia a uma questão sobre o número real de população infetada pelo novo coronavírus. O melhor do Público no email Subscreva gratuitamente as newsletters e receba o melhor da actualidade e os trabalhos mais profundos do Público. O novo coronavírus, responsável pela pandemia da Covid-19 , já infetou mais de 750 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 36 mil. Subscrever × Numa mensagem gravada também em vídeo, a líder bloquista reforço o apelo à restrição social para conter o vírus, mas mantendo as respostas sociais “para travar as consequências” das dificuldades trazidas pelo vírus. "As pessoas adoecem num determinado dia, com sintomas ligeiros, e só entram no radar do sistema de saúde quando procuram apoio de profissionais de saúde, seja através da linha telefónica, seja presencial", explicou. Para já, ainda não há datas nem se sabe qual a duração desta iniciativa da líder partidária.º, n.

Do lado do Bloco de Esquerda é dito que "a duração desta coluna dependerá da evolução da pandemia”. Porém, de acordo com Graça Freitas, ainda há dados"muito insuficientes e muito diferentes de país para país", que não permitem uma extrapolação para a realidade portuguesa. Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia. Continuar a ler .