Covid-19: autoridade de saúde francesa recomenda terceira dose a partir dos 18 anos

25/11/2021 16:28:00

Covid-19: autoridade de saúde francesa recomenda terceira dose a partir dos 18 anos

Covid-19: autoridade de saúde francesa recomenda terceira dose a partir dos 18 anos

A Alta Autoridade de Saúde francesa recomenda que seja acelerada a dose de reforço da vacina contra a covid-19, porque o 'reinício da epidemia' é 'ainda mais forte do que o esperado.' As recomendações são feitas a partir de projeções do Instituto Pasteur

As autoridades de saúde francesas recomendaram esta quinta-feira que o reforço da vacina anticovid-19 seja dado a todas as pessoas a partir dos 18 anos, cinco meses após a vacinação completa.A recomendação da Alta Autoridade de Saúde (HAS, na sigla em francês) foi divulgada horas antes de o Governo anunciar novas medidas para combater a quinta vaga da pandemia em França, descrita pelo Executivo como"fulgurante".

Num parecer emitido apenas seis dias antes, na sexta-feira, a HAS tinha recomendado que a dose de reforço fosse dada a partir dos 40 anos, seis meses após a última injeção.HAS decidou reduzir os prazos da terceira dose da vacina

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A recomendação da Alta Autoridade de Saúde (HAS, na sigla em francês) foi divulgada horas antes de o Governo anunciar novas medidas para combater a quinta vaga da pandemia em França, descrita pelo Executivo como"fulgurante". Num parecer emitido apenas seis dias antes, na sexta-feira, a HAS tinha recomendado que a dose de reforço fosse dada a partir dos 40 anos, seis meses após a última injeção. António Costa esteve esta terça-feira na sessão de abertura do Congresso dos Economistas na Fundação Gulbenkian e recusou antecipar novas medidas para conter a pandemia. HAS decidou reduzir os prazos da terceira dose da vacina A HAS decidiu reduzir estes prazos porque o"reinício da epidemia" é"ainda mais forte do que o esperado", segundo explica na nova recomendação, citada pela AFP. O primeiro-ministro considerou que, quando começou a crise social e económica derivada da pandemia de covid-19, Portugal estava"numa posição de partida significativamente melhor" face à crise de 2008, exemplificando que o país registou"entre 2015 e 2019 um crescimento do PIB de 11,5% em volume" e as exportações têm hoje"o maior peso do PIB na história, 43,5%". "O contexto preocupante da epidemia justifica uma aceleração da campanha de vacinação, encurtando o tempo entre a primeira vacinação e a dose de reforço", justificou. A partir das 11:00, António Costa recebeu o Iniciativa Liberal, o Chega e os Verdes. Por conseguinte, recomenda que"a administração de uma dose de reforço possa doravante ser realizada logo cinco meses após a vacinação primária e que a campanha de reforço possa ser alargada a partir de agora a pessoas com 18 anos de idade ou mais". As pessoas dos 65 anos aos 75 anos estão, neste momento, a fazer o autoagendamento e aguardam a mensagem com a data e a hora da vacina contra a covid-19.

A HAS disse que se baseia em particular em projeções do Instituto Pasteur, que avaliam a redução dos picos de hospitalização se a dose de reforço for administrada a partir dos 18 anos de idade. SAIBA MAIS. Mostra que é possível mobilizar a sociedade e a economia portuguesas para um processo de recuperação que não se limite a fazer-nos regressar onde estávamos, mas que nos permita retomar um ciclo de convergência e de melhoria do nível de vida dos portugueses e das portuguesas que é o que seguramente todos desejamos", salientou António Costa. Segundo a HAS, esta redução é de 39% se o reforço for dado seis meses após a última injeção, e sobe para 50% se for dado a cinco meses. A HAS disse que a validade desta estratégia é também sustentada por"dados de estudos da vida real realizados em Israel". Além do reforço,"é essencial continuar os esforços para vacinar as pessoas que ainda não foram vacinadas", alertou. Apontando que desta vez"foi diferente", Costa destacou que"foi possível colocar no terreno uma resposta europeia muito robusta", que espera que constitua"uma verdadeira mudança de paradigma". O Presidente francês reuniu-se com conselheiros e cientistas O Presidente francês, Emmanuel Macron, reuniu-se com os conselheiros mais próximos num Conselho de Defesa Sanitário, na quarta-feira, de forma a ouvir cientistas, mas também pessoal médico e os seus ministros sobre a situação da pandemia no país.

Um porta-voz do Governo excluiu, na quarta-feira, a possibilidade de o país enfrentar um novo confinamento, um recolher obrigatório ou o encerramento de estabelecimentos comerciais. Referiu, porém, a necessidade da aplicação de medidas de prevenção, como a utilização de máscaras na rua, bem como a administração de uma dose de reforço da vacina. A França registou esta semana mais de 30 mil novos casos diários de covid-19, o número mais elevado desde o início de agosto. A pandemia provocou cerca de 119.000 mortos em França, em mais de 7,4 milhões de infeções.

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