Costa de 'consciência tranquila' com o 'fim do affair' à esquerda. Imprensa internacional reage ao chumbo do Orçamento

Costa de 'consciência tranquila' com o 'fim do affair' à esquerda. Imprensa internacional reage ao chumbo do Orçamento

28/10/2021 13:13:00

Costa de 'consciência tranquila' com o 'fim do affair' à esquerda. Imprensa internacional reage ao chumbo do Orçamento

Imprensa internacional fala em eleições antecipadas no horizonte no dia em que o primeiro-ministro teve uma 'derrota pessoal' ao ver os partidos de esquerda unirem-se à direita e chumbar pela primeira vez no pós 25 de Abril o Orçamento do Estado.

28 Outubro 2021, 09:39Imprensa internacional fala em eleições antecipadas no horizonte no dia em que o primeiro-ministro teve uma “derrota pessoal” ao ver os partidos de esquerda unirem-se à direita e chumbar pela primeira vez no pós 25 de Abril o Orçamento do Estado.

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MIGUEL A. LOPES/LUSAPela primeira vez no pós 25 de Abril o Orçamento do Estado não passou no crivo da Assembleia da República. Com as eleições legislativas antecipadas no horizonte, o tema também não passou ao lado da imprensa internacional.

O “Politico” fala no “fim do affair” de seis anos entre os socialistas com os partidos de extrema esquerda na tarde de quarta-feira, onde o primeiro-ministro, António Costa, viu o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista unirem-se à direita mergulhando o país numa crise política. headtopics.com

Já o britânico “The Guardian” destaca a “consciência tranquila” de António Costa depois de várias semanas de negociações com a esquerda, mas que culminaram com uma aliança aos partidos da direita e o voto contra o Orçamento do Estado.

A agência “Reuters” aponta as criticas do BE e PCP ao Governo justificando a sua decisão de votarem contra o Orçamento, com o facto do Executivo ter ignorado as suas propostas sobre a lei do trabalho, melhorias na Segurança Social e de mais investimento no Sistema Nacional de Saúde.

Por sua vez, a “Bloomberg” recorda as palavras do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, de que avançaria para a dissolução do Parlamento caso o Orçamento não fosse aprovado, o que veio a confirmar-se. A agência recorda as palavras de António Costa, de que não se demite do cargo de primeiro-ministro e que está pronto para concorrer pelo PS às legislativas.

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