Confinamentos, comércio fechado, ensino à distância ou presencial: como compara Portugal com seis países europeus em medidas anticovid

Confinamentos, comércio fechado, ensino à distância ou presencial: como compara Portugal com seis países europeus em medidas anticovid

27/11/2020 17:35:00

Confinamentos, comércio fechado, ensino à distância ou presencial: como compara Portugal com seis países europeus em medidas anticovid

Com o aumento, no outono, do números de casos de covid-19, voltaram a ser adotadas medidas restritivas um pouco por toda a Europa. Alguns países confinaram totalmente, outros apenas de forma parcial. Espera-se um alívio durante o Natal em vários deles, mas a maioria das restrições irá continuar em vigor. Veja aqui as principais medidas tomadas em Espanha, Itália, França, Bélgica, Inglaterra e Alemanha e compare com o caso português

JornalistaSe, na altura do verão, houve um alívio nas restrições impostas por causa da pandemia de covid-19, com o outono os países voltaram a adotar medidas duras para tentar travar o contágio pelo vírus — ainda que não tão duras, é certo, como nos primeiros meses do ano. Há países que estão em confinamento total, como é o caso de Irlanda, República Checa e França, e outros que optaram por um confinamento parcial, seja ao nível de serviços, comércio e restauração, seja da mobilidade.

▶ Vídeo: O estranho caso da morte de Elisa Lam vai ser série na Netflix 'Quem decide se povo vive em democracia ou ditadura são as forças armadas', ameaça Bolsonaro Número de concelhos em risco extremo passou de 57 para 155

É o caso de Portugal, onde foi decretado recolher obrigatório das 23h às 5h (à semelhança de países como Espanha e Itália) durante a semana nos concelhos de risco “extremamente elevado” e “muito elevado”, com exceção de saídas para o trabalho ou por razões urgentes, desde que devidamente justificadas. Ao fim de semana, a circulação está ainda mais limitada, tendo o Governo anunciado recentemente que estão proibidas as deslocações entre concelhos entre as 23h de 27 de novembro e as 5h de 2 de dezembro e entre as 23h de 4 de dezembro e as 23h59 de 8 de dezembro.

Nas vésperas dos feriados não haverá aulas e a função pública terá tolerância de ponto — decisão esta que o Governo gostava de ver aplicada também ao sector privado. No momento em que anunciou as novas medidas, o primeiro-ministro, António Costa, reforçou a necessidade de “eliminar as deslocações e ajuntamentos que não sejam absolutamente essenciais”: para evitar novos casos de contágio e para “salvar o Natal”, expressão que vai sendo repetida quase todos os dias. headtopics.com

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