CIP acredita em 'agradável surpresa' de descida do IRC - Renascença

20/09/2022 14:33:00

CIP acredita em “agradável surpresa“ de descida do IRC

CIP acredita em “agradável surpresa“ de descida do IRC

António Saraiva insiste na necessidade de estabilidade e de uma descida "gradual e fatiada" da carga fiscal.

O presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), António Saraiva, acredita que haverá uma agradável surpresa de descida da taxa do IRC dos atuais 21% para 19%."Estou firmemente convicto de que seremos agradavelmente surpreendidos, brevemente na apresentação do Orçamento [do Estado] com esta possível redução da taxa nominal do IRC dos 21% para os 19% e transversal", disse António Saraiva na conferência"Fiscalidade no OE2022" promovida pelo Global Media Group, em Lisboa.

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Foto: Mário Cruz/Lusa O presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), António Saraiva, acredita que haverá uma agradável surpresa de descida da taxa do IRC dos atuais 21% para 19%.Foto: EPA Um total de 116 operacionais e oito meios aéreos combatiam, às 13h49, um incêndio na zona de Medronheira, no concelho de Odemira, de acordo com a página de Internet da Proteção Civil.Udinese Calcio vs Inter Milan.Jorge Braz, Portugal, futsal.

"Estou firmemente convicto de que seremos agradavelmente surpreendidos, brevemente na apresentação do Orçamento [do Estado] com esta possível redução da taxa nominal do IRC dos 21% para os 19% e transversal", disse António Saraiva na conferência"Fiscalidade no OE2022" promovida pelo Global Media Group, em Lisboa. Falando num painel que tem como tema geral"O choque fiscal é fundamental. Teotónio, Odemira, distrito de Beja, foi dado às 12h05. Como pode a abordagem aos impostos no OE2023 ajudar famílias e empresas", o presidente da CIP acentuou que no IRC (imposto que incide sobre os lucros das empresas), Portugal"compara mal" com outros países pelo que"mais importante do que a taxa [passar de 21% para 19%] é o sinal que é dado", porque há"um efeito reputacional" com a descida da taxa nominal do IRC. Nos instantes finais da segunda parte, o esloveno Jaka Bijol deu a volta marcador, aos 84 minutos, antes de o alemão Tolgan Arslan, aos 90+3, fixar o resultado e consumar o triunfo dos anfitriões. O presidente da CIP referiu que esta confederação está a discutir, em sede de Concertação Social, o acordo de competitividade e rendimentos, insistindo na necessidade de estabilidade e de uma descida"gradual e fatiada" da carga fiscal, mas afirmou que não fará depender o acordo da descida da taxa do IRC. Contactado pela agência Lusa, por volta das 13h30, o Comando Distrital de Operações de Socorro de Beja (CDOS) remeteu para mais tarde esclarecimentos sobre este incêndio, por se encontrar a mobilizar meios para o local. "O acordo de Concertação Social deverá ter a denominação, deve ser um acordo de competitividade e rendimentos, como temos defendido, competitividade para melhorarmos os fatores de competitividade e assim sustentadamente melhorar os rendimentos e é nessa perspetiva que temos vindo a discutir um conjunto de medidas que reduzam não só a carga fiscal, como um conjunto de outros aspetos como a burocracia", disse António Saraiva. Estes, os que não vieram, todos os jogadores portugueses.

"Por isso, temos insistido que haja uma gradual e fatiada redução e que no IRC se altere a taxa nominal de 21% para 19% e que no ano seguinte, havendo condições, se volte a baixar", disse, precisando, porém:"não fazemos depender o acordo" da descida do IRC. Tópicos.. Este domingo, o ministro da Economia, António Costa Silva, afirmou que uma redução do IRC transversal a todas as empresas seria"um sinal extremamente importante para toda a indústria" e"extremamente benéfico" face à atual crise. "Hoje, face à crise que temos, penso que seria extremamente benéfico termos essa redução transversal e, a partir daí, ver qual é o impacto que pode ter no futuro", afirmou o governante em declarações aos jornalistas à margem de uma visita às empresas portuguesas que, até hoje, participam na feira de calçado MICAM, em Milão, Itália. "Espero que na negociação do acordo de rendimentos e de competitividade e, depois, no Orçamento do Estado, possamos ter esse desígnio da redução do IRC", acrescentou. Embora no programa de Governo o que esteja previsto seja uma redução seletiva do IRC, dirigida a empresas que reinvestem parte dos seus lucros na atividade económica, apostam na inovação tecnológica ou contratam jovens qualificados, Costa Silva garante que sempre teve"muito claro que o país, algures, tinha que fazer essa redução transversal do IRC". Não estávamos a conseguir ser, mas a partir do momento em que o conseguimos foi inteiramente justo [conquistar este título].

Numa observação ao que o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes, disse na sessão de abertura desta conferência - de que um choque fiscal não é uma panaceia para resolver os problemas e em que valorizou as verbas do PRR para as empresas avançarem na transição energética - o presidente da CIP afirmou que a transição demora tempo e que é agora que as empresas estão a ser confrontadas com subidas acentuadas da fatura com energia. . Antes, o ex-secretário dos Assuntos Fiscais Carlos Lobo, defendeu uma simplificação do sistema fiscal e sobre a tributação de lucros inesperados (conhecidos por"windfall profits") lembrou que as energéticas já estão sujeitas a uma contribuição extraordinária (a CESE) que, apesar de extraordinária, se mantém, tal como sucedeu, referiu, com o Imposto do Selo, que também foi pensado para ser extraordinário e nunca mais acabou. Governo afasta choque fiscal Na mesma conferência, o secretário de Estados dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes, recusou que um choque fiscal seja a panaceia para resolver os problemas económicos, defendendo a manutenção da descida gradual dos impostos e medidas seletivas que mudem comportamentos. “A política fiscal tem um papel, deve ajudar a acelerar alterações, a mudar comportamentos, tem de existir para garantir o financiamento do Estado (…), mas a política fiscal não é seguramente a solução mágica para todos os problemas de política económica que temos”, disse o secretário de Estado. Resumindo: “Estamos de parabéns mais uma vez, desde 2018 que temos vindo nesta onda vitoriosa porque temos qualidade e trabalhamos para isso.

António Mendonça Mendes salientou, por isso, que “o choque fiscal não é, nem pode ser, a panaceia para a resolução dos nossos problemas”, acentuando que “os problemas económicos não se resolvem com um choque fiscal”. Mendonça Mendes foi buscar a expressão “choque fiscal” ao painel desta conferência que tem como tema geral “O choque fiscal é fundamental. Como pode a abordagem aos impostos no OE2023 ajudar famílias e empresas", e recorreu ao mundo do futebol para referir que, tal como a mudança de treinador de uma equipa com problemas não resolve o problema, apenas o adia, também o ‘choque fiscal’ não resolve os problemas de uma economia. Tópicos .