China e Irão dão início a acordo estratégico para cooperação económica e política - Renascença

15/01/2022 18:55:00

China e Irão dão início a acordo estratégico para cooperação económica e política

China e Irão dão início a acordo estratégico para cooperação económica e política

Pequim é um dos principais parceiros comerciais do Irão e foi um de seus maiores compradores de petróleo antes de o então Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reimpor sanções unilaterais, em 2018.

A China parou oficialmente de importar petróleo do Irão,mas analistas dizem que o petróleo iraniano continua a entrar naquele país como matéria importada oficialmente de outros países.Wang disse na sexta-feira quea China continuará a “opor-se a sanções unilaterais ilegais contra o Irão”.

Pequim pretendia, há muito tempo, fortalecer os laços com Teerão, tendo o Presidente chinês, Xi Jinping, descritoo Irão como “o principal parceiro da China no Médio Oriente”durante uma rara visita ao país, em 2016.A reunião dos dois ministros acontece enquanto continuam negociações em Viena sobre um possível acordo para acabar com o desenvolvimento de armas nucleares em Teerão.

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Wang disse na sexta-feira que a China continuará a “opor-se a sanções unilaterais ilegais contra o Irão”. Pequim pretendia, há muito tempo, fortalecer os laços com Teerão, tendo o Presidente chinês, Xi Jinping, descrito o Irão como “o principal parceiro da China no Médio Oriente” durante uma rara visita ao país, em 2016. A reunião dos dois ministros acontece enquanto continuam negociações em Viena sobre um possível acordo para acabar com o desenvolvimento de armas nucleares em Teerão. Hoje penso que existe uma possibilidade de chegar a um acordo”, declarou Borrell no final de uma reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros dos 27 Estados-membros da União Europeia. Um acordo de 2015 – assinado pelo Irão, Estados Unidos, China, Rússia, Reino Unido, França e Alemanha – levantou algumas das sanções a Teerão em troca da limitação do programa nuclear do Irão. No entanto, os Estados Unidos retiraram-se unilateralmente do acordo em 2018, reimpondo sanções duras, o que resultou num recuo por parte de Teerão dos compromissos relativos ao seu programa nuclear. De acordo com o MI5, ela desempenhou o papel de intermediária, ao fazer “doações financeiras a partidos políticos, deputados, aspirantes a deputados e pessoas que concorriam a cargos políticos no Reino Unido”, em nome de cidadãos da China e de Hong Kong.

As negociações para salvar o acordo nuclear recomeçaram no final de novembro, após um hiato em junho, quando o Irão elegeu um novo governo ultraconservador. “Tenho uma posição optimista, existem verdadeiros progressos e um verdadeiro desejo, entre o Irão e os Estados Unidos, de compreender as inquietações concretas”, declarou o chefe da diplomacia russa. A China acredita que os Estados Unidos são responsáveis pelo estado atual do acordo, como afirmou o próprio ministro Wang ao seu homólogo iraniano, segundo o comunicado. Tópicos .