CDS espera ser a grande surpresa e voltar a eleger deputados em Leiria e Santarém

16/01/2022 16:09:00

O presidente do CDS-PP arrancou este domingo a campanha para as eleições legislativas com a esperança de ser 'a grande surpresa' de dia 30 e de voltar a eleger deputados pelos círculos de Leiria e Santarém

Francisco Rodrigues Dos Santos, Eleições

O presidente do CDS-PP arrancou este domingo a campanha para as eleições legislativas com a esperança de ser 'a grande surpresa' de dia 30 e de voltar a eleger deputados pelos círculos de Leiria e Santarém

O presidente do CDS-PP arrancou este domingo a campanha para as eleições legislativas com a esperança de ser 'a grande surpresa' de dia 30 e de voltar a eleger deputados pelos círculos de Leiria e Santarém.

E usufrua de todas as vantagens de ser assinanteFrancisco Rodrigues dos Santos visitou este domingo uma feira tradicional ao ar livre, na fronteira entre os distritos de Santarém e Leira, acompanhado pelos cabeças de lista pelos dois círculos eleitorais, o vice-presidente do partido Pedro Melo e o coordenador do Gabinete de Estudos, António Galvão Lucas, respetivamente.

No mercado de Santana, no concelho de Caldas da Rainha, distribuiu canetas e cumprimentos a quem comprava e a quem vendia, ora um beijinho, ora"um bacalhau", e apelou ao voto.Atrás de si, uma comitiva de apoiantes com bandeiras e cânticos anunciava a presença do CDS-PP.

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Juízo. Terá um deputado por Belém

Privatizações, impostos e SNS marca debate sem convergências entre BE e CDS-PPDebate entre Catarina Martins e Francisco Rodrigues dos Santos marcado pela ausência de convergências. Claro que não! O BE está inspirado na ideologia Karl Marx e o CDS baseia-se no sistema Sociedade democratica em Capitalismo. Tal como os donos do DN que são capitalistas correcto?

Legislativas: privatizações, impostos e SNS marca debate sem convergências entre BE e CDS-PPCatarina Martins acusou o CDS-PP de “acreditar no Pai Natal”. Francisco Rodrigues dos Santos fala num programa do BE que “vai matar a nossa economia com uma “overdose” de nacionalizações.

Líder do CDS ambiciona governar sozinho com PSD, mas fala em eleitorado 'traído' - SIC NotíciasEm entrevista à agência Lusa, Francisco Rodrigues do Santos classificou o CDS-PP como “o partido que pode dar um passaporte ao PSD para poder governar Portugal”. CDS nem 1 deputado vai eleger nestas eleições. Está acabado. Vai mas é rezar umas ave Marias e tomar umas óstias...

Campanha do CDS vai ser na rua com aposta nos grandes distritos - RenascençaA primeira ação de campanha do CDS está prevista para a manhã de domingo no mercado de Santana em Rio Maior, no concelho de Santarém. Nesse mesmo dia, o partido que defende a descida do IVA para as touradas vai passar a tarde na praça de touros de Santarém e visitar Castelo Branco.

Debate. CDS ou BE, 'a direita que acredita no Pai Natal' ou a 'fábrica de impostos'?Economia dominou os 25 minutos de debate em que Catarina Martins e Rodrigues dos Santos frisaram as suas diferenças. Quem meteu na cabeça de João Adelino Faria que ele tem jeito para a moderação, enganou-o bem.

Assine para partilhar E usufrua de todas as vantagens de ser assinante Francisco Rodrigues dos Santos visitou este domingo uma feira tradicional ao ar livre, na fronteira entre os distritos de Santarém e Leira, acompanhado pelos cabeças de lista pelos dois círculos eleitorais, o vice-presidente do partido Pedro Melo e o coordenador do Gabinete de Estudos, António Galvão Lucas, respetivamente.e receba as informações em primeira mão.foi marcado por questões relacionadas com privatizações, impostos e o Serviço Nacional de Saúde, sem que houvesse convergências entre os dois partidos.CDS-PP defendeu que o PSD e o seu partido devem ter a ambição de governar sozinhos, embora admita que o eleitorado de centro-direita se possa ter sentido “traído” pela ausência de uma coligação pré-eleitoral entre ambos.

No mercado de Santana, no concelho de Caldas da Rainha, distribuiu canetas e cumprimentos a quem comprava e a quem vendia, ora um beijinho, ora"um bacalhau", e apelou ao voto. Atrás de si, uma comitiva de apoiantes com bandeiras e cânticos anunciava a presença do CDS-PP. O programa do BE prevê a reversão das privatizações de empresas como a EDP, CTT, REN ou GALP, uma medida em que os benefícios superariam os custos, assegura Catarina Martins: "Chegaria eventualmente aos 20 mil milhões de euros, mas a longo de vários anos, e permitiria ao Estado reaver boa parte do investimento, porque estamos a falar de empresas lucrativas". E, mesmo sendo de manhã, houve também oportunidade para brindar, não uma, mas três vezes ao partido, ao arranque da campanha e ainda à descida do IRS. “Portugal é um dos países que mais privatizou os seus sectores estratégicos e isto é um problema hoje”, começou por sustentar Catarina Martins na primeira intervenção do debate transmitido na RTP 3. Acompanhado por uma emigrante que confundiu o CDS com a CDU, Rodrigues dos Santos ouviu a tuna masculina da Escola Superior de Desporto de Rio Maior e aplicou a letra à campanha:"de pernas para o ar é como está o país, nós temos que endireitar isto". Por outro lado, os centristas defendem privatizações em determinados setores, argumentando que "sempre que os empresários realizarem um trabalho que custa menos dinheiro aos contribuintes e presta melhor serviço às populações, o Estado tem de sair de cima" . "Constatámos, no contacto com a nossa população, que o CDS está bem embalado para as eleições legislativas do dia 30 de janeiro e eu atrevo-me até a dizer, pela boa recetividade, pela simpatia, pelas palavras de ânimo e de confiança, que o CDS vai ser a grande surpresa das eleições legislativas", afirmou o líder em declarações aos jornalistas. “Devemos trabalhar nesse sentido.

Francisco Rodrigues dos Santos explicou que"há muita gente que agora em coro quer fazer crer que o CDS vai ter um mau resultado eleitoral no dia 30 de janeiro" e mostrou-se convicto de que o partido"vai surpreender" porque"está habituado a ressuscitar nas urnas". Falando sobre os transportes e sobre a TAP, em concreto, o líder do CDS-PP apontou que as recentes injeções de capital na companhia aérea faziam falta"economia real", mas Catarina Martins considera que eram necessárias em função da pandemia da covid-19. Por outro lado, os centristas defendem privatizações em determinados sectores, argumentando que “sempre que os empresários realizarem um trabalho que custa menos dinheiro aos contribuintes e presta melhor serviço às populações, o Estado tem de sair de cima”. O partido já teve deputados eleitos por Leiria e Santarém, como a antiga presidente Assunção Cristas ou o ex-vice-presidente Filipe Lobo d'Ávila, mas nas eleições legislativas de 2019, quando o CDS ficou reduzido a cinco deputados, perdeu os eleitos por esses círculos. O presidente do CDS espera conseguir agora voltar a eleger por esses distritos e"resgatar essa representação":"O nosso objetivo é uma ambição de crescimento e queremos resgatar esses deputados para a direita, para a formação de uma nova maioria no parlamento". Quanto à questão dos impostos e da carga fiscal, os líderes dos dois partidos voltaram a divergir e, à direita, o presidente do CDS-PP prefere apostar na redução do IRC, argumentando que assim é possível aumentar o volume de negócios e fazer crescer a economia, aumentando a receita fiscal. "Um voto no CDS será certamente um voto para derrubar a esquerda, para formar uma maioria no parlamento de direita, para podermos ter um governo de direita em Portugal", defendeu. “Não sabemos o caminho da pandemia, mas sabemos que o que foi feito segura a TAP e o pior que podíamos ter feito era colocar 3 mil milhões de euros na TAP e depois entregar a um interesse estrangeiro”, afirmou. Considerando que"nenhum voto no CDS será desperdiçado", Francisco Rodrigues dos Santos salientou que"um deputado do CDS faz muita falta no parlamento para defender esta região, o mundo rural e todas as pessoas que vivem daquilo que a terra lhes dá". Por outro lado, apontou como prioritário o alívio dos impostos dos trabalhadores. Rodrigues dos Santos atribuiu a opção do PSD – uma decisão maioritária da Comissão Política – a uma estratégia que “passa também pela possibilidade de poder entender-se com o Partido Socialista para viabilizar o Governo de António Costa”.

E salientou que os candidatos do partido"são ótimos" e"são pessoas cujos percurso profissional demonstra que não precisam da política para viver e que estão, através do CDS, a servir o seu país com total desprendimento e sentido de missão". O presidente do CDS recusou também que a ausência de nomes mais conhecidos do partido dificulte a eleição, sustentando que o partido não pode ficar"refém constantemente das mesmas personalidades" e tem de"olhar em frente, não para trás". "Se mandar as pessoas para consultas numa clínica privada, em dois ou três dias já gastou mais dinheiro do que com o salário dos médicos de família. Por outro lado, apontou como prioritário o alívio dos impostos dos trabalhadores. Nesta feira, os centristas cruzaram-se com comitivas da Iniciativa Liberal e também da CDU (coligação PCP-PEV) e Francisco Rodrigues dos Santos cumprimentou António Filipe, atual deputado do PCP e candidato nestas legislativas antecipadas, tendo desejado"as melhoras" ao secretário-geral comunista, Jerónimo de Sousa, submetido recentemente a uma cirurgia de urgência. . Partilhar.