CDS critica “animalismo radical” do PAN e quer pegar a esquerda “pelos cornos” - SIC Notícias

CDS critica “animalismo radical” do PAN e quer pegar a esquerda “pelos cornos”

16/01/2022 19:53:00

CDS critica “animalismo radical” do PAN e quer pegar a esquerda “pelos cornos”

Francisco Rodrigues dos Santos sublinha que o CDS 'sempre foi um partido que defendeu a bandeira do mundo rural'.

campanha para asNa ocasião, Diogo Durão desafiou também o líder do CDS-PP para um dia sejá era aficionado antes de entrar na política e que quando frequentou o Colégio Militar ensaiou “as artes do forcado”.para depois a neutralizar e poder abrir espaço a uma nova maioria de direita que permita ao CDS estar no Governo de Portugal”.

que têm uma agenda ditatorial que quer destruir o modo de vida de quem vive do campo”.ruralidade e conservacionismo sejam “valores ultrapassados”,E criticou que o“Defendemos o mundo rural contra o animalismo radical, contra aqueles que querem animalizar as pessoas e humanizar os animais e queremos defender esta agenda desde logo permitindo que a tauromaquia, que está descrita na lei como uma arte performativa com raízes culturais e profundas na sociedade portuguesa possa estar equiparada a todos os outros espetáculos culturais, tendo o IVA a 6%”, apontou.

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Lusa O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, criticou este domingo o “animalismo radical” do PAN, que é contra as touradas, e disse que na política gostaria de “pegar a maioria de esquerda pelos cornos”. Francisco Rodrigues dos Santos esteve este domingo junto à praça de touros Celestino Graça, em Santarém, numa ação de campanha para as de dia 30 e recebeu um barrete de forcado oferecido pelo presidente da Associação Nacional de Grupos de Forcados. Na ocasião, Diogo Durão desafiou também o líder do CDS-PP para um dia se juntar aos forcados na arena. Na resposta, o presidente centrista disse que já era aficionado antes de entrar na política e que quando frequentou o Colégio Militar ensaiou “as artes do forcado”. “No futuro, quem sabe, se não poderei estar mesmo na arena e de caras, que eu gosto de pegar o touro pelos cornos, e nestas eleições legislativas é isso que eu também vou fazer”, disse. Na política, o seu alvo é a esquerda: “Eu quero pegar a maioria de esquerda pelos cornos no Parlamento para depois a neutralizar e poder abrir espaço a uma nova maioria de direita que permita ao CDS estar no Governo de Portugal”. Apontando que o CDS “sempre foi um partido que defendeu a bandeira do mundo rural”, salientou que “hoje é urgente fazê-lo, contra os partidos animalistas radicais que têm uma agenda ditatorial que quer destruir o modo de vida de quem vive do campo”. “Faz sentido, em nome da liberdade, que o CDS afirme estes valores enquanto partido da lavoura, que representa todos aqueles que no interior do nosso país fazem vida destas atividades do mundo rural”, defendeu o líder centrista, considerando que os agricultores, caçadores ou os pescadores “são os verdadeiros ambientalistas”. Recusando que a ruralidade e conservacionismo sejam “valores ultrapassados”, Rodrigues dos Santos defendeu que quem pensa assim é que faz com que o interior do país “esteja sem apoios, desertificado e completamente votado ao abandono”. E criticou que o PAN “que vale 140 mil votos quando há três milhões de aficionados”, quer “impor o seu modo de vida urbano a quem vive no interior e tem uma vida de ruralidade”. “Defendemos o mundo rural contra o animalismo radical, contra aqueles que querem animalizar as pessoas e humanizar os animais e queremos defender esta agenda desde logo permitindo que a tauromaquia, que está descrita na lei como uma arte performativa com raízes culturais e profundas na sociedade portuguesa possa estar equiparada a todos os outros espetáculos culturais, tendo o IVA a 6%”, apontou. Francisco Rodrigues dos Santos acusou também o partido liderado por Inês Sousa Real e a ministra da Cultura, Graça Fonseca, de querem “impor uma ditadura do gosto” e garantiu que “o CDS vai fazer voz grossa contra estas políticas discriminatórias”. O cabeça de lista por Santarém, Pedro Melo, círculo pelo qual o partido não elegeu deputados nas últimas eleições legislativas, em 2019, pediu “respeito pela tauromaquia” e garantiu que o setor conta com o CDS para isso. O presidente do CDS aproveitou para assinalar também que no programa eleitoral o CDS defende que 1% do Orçamento do Estado seja destinado à cultura. SAIBA MAIS