Opinião, Cartas Ao Director

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Cartas ao director

Opinião: Cartas ao director

22/01/2021 08:01:00

Opinião : Cartas ao director

Confinamento e transportes públicos

​Dada a situação de confinamento domiciliário necessária de modo a diminuir os números trágicos provocados pela covid-19, todos devemos reduzir as saídas de casa, e daí a utilizar menos os transportes públicos. Por esta razão quem tem passe social fica prejudicado, já que o não pode utilizar com a frequência habitual. Recordo que na primeira fase e da pandemia o pagamento dos transportes públicos esteve suspenso. Não será que também esta medida deve ser de novo implementada, atendendo à realidade?

Buzinão contra estado de emergência não se realizou. Responsável promete protesto para a semana Portugal tem mais mulheres no Governo e parlamento que média da UE Mais 28 mortos por covid no dia em que Portugal passa os 810 mil casos

José P. Costa, LisboaA falta de médicosHá médicos venezuelanos no nosso país há anos a tentar autorização para exercer a sua profissão. Alguns já conseguiram ao fim de cinco anos. Os médicos venezuelanos são de várias especialidades e alguns já exercem há décadas. Haverá naturalmente profissionais de saúde de outras nacionalidades na mesma situação. Não seria a altura certa para facilitar este processo tão moroso, e autorizá-los a trabalhar na sua profissão? Profissão que neste momento o nosso país tanto precisa.

Maria Lopes, LisboaTrump sem perdãoConfesso que no início cheguei a pensar que o discurso de Trump não passava das bazófias demagógicas da maioria dos políticos e por isso tinha a esperança que, tal como os outros, não cumprisse aquilo que anunciava. Lembro-me que por essa altura ria-me das acusações que a Rússia estaria por trás da viciação dos resultados da sua eleição. Com o desenrolar do tempo, vi que estava errado nas minhas análises. A governação de Trump fez mais mossa à nação norte-americana e aos países democráticos ocidentais que todas as ameaças belicistas e económicas dos seus inimigos. headtopics.com

Para os amantes da liberdade e da democracia, felizmente que este pesadelo acabou com a tomada de posse do novo Presidente Joe Biden. O mundo livre pode começar a respirar de alívio. Quanto a derrotados, para além dos seus seguidores, também quem deve estar triste são os fanáticos do antiamericanismo que deixam de poder usar aquela figura a todo o momento apenas com o fim de denegrir os EUA e seus aliados. Hoje, começo a acreditar que quem esteve por trás da marosca nas eleições de 2016 que elegeram Trump, foi na realidade a Rússia, país com quem tinha negócios privados. Aguardemos mais uns tempos para vermos a que se vão agarrar os defensores de regimes totalitários como a Coreia do Norte, a Venezuela e outros. Quanto a Trump, não esquecerei que os trunfos que deu a tal gente e que nunca mais se volte a falar nele a menos que seja do seu mais que merecido julgamento.

Henrique Morais, PortoAlteração da data das eleições Seria difícil se pelo menos 75% dos deputados estivessem de acordo em alterar a data das eleições? Será que as eleições não podem ser adiadas porque os portugueses são para a Constituição em vez da Constituição ser para os portugueses? É preferível ser cego com a lei a ter o principal representante da nação  eleito por 15 ou 20% dos cidadãos apenas porque os autores da Constituição nunca previram a hipótese de uma pandemia?

António Silva, PortoDireito ao votoNão vivi o 25 de Abril, mas não luto menos por uma democracia e liberdade que considero essenciais e a muito custo conquistadas. Em isolamento profilático, cumprindo as regras estipuladas, e o meu dever cívico, é-me negado um dos direitos mais fundamentais da democracia - eleger os meus dirigentes. Direito que outros, na mesma situação, tiveram, antecipadamente.

É um ano atípico? Então tomem-se medidas eleitorais atípicas, como tantas outras de excepção! Existe o voto antecipado. Que exista o voto “atrasado” para quem está em isolamento agora. Tão inventivos, e com tanto orgulho da arte de desenrascar, tão portuguesa. E quando importa, não encontramos as soluções mais simples, para que os direitos pelos quais os meus (e de tantos outros) pais e avós lutaram e deram a vida possam ser respeitados. headtopics.com

Dezenas de flamingos avistados com frequência numa povoação ''às portas'' de Coimbra Pedro Pichardo, o cubano que escolheu Portugal para voar mais alto Jorge Jesus: «Quero cumprir o meu contrato com o Benfica»

Não poderei votar. E considero inconstitucional e antidemocrático não o (poder) fazer. Consulte Mais informação: Público »