Cada partido a tentar defender a utilidade do voto no debate em que Costa se queixou de 'levar pancada de todos' - Renascença

Cada partido tenta defender a utilidade do voto no debate em que Costa “levou pancada de todos“

18/01/2022 02:40:00

Cada partido tenta defender a utilidade do voto no debate em que Costa “levou pancada de todos“

Esquerda e Direita dividiram-se na política fiscal e na Saúde, num debate que começou por discutir cenários de governabilidade.

O social-democrata garante quer fazer uma reforma, mas não uma revolução."Não quero partir tudo. Quero fazer uma mudança", garante.Inês Sousa Real defendeu uma política"que estende a mão às pessoas" e pediu o fim dos estágios precários.

João Cotrim Figueiredo apelou, assim, a um"sistema fiscal mais amigo do investimento".Rui Tavares atacou diretamente a IL por não esclarecer se a taxa única proposta pelos liberais"beneficiava os mais ricos".Costa e Rio trocam acusações na Saúde

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Catarina Martins defendeu um sistema fiscal"justo" e apelou a um reforço dos apoios sociais. A líder bloquista defende a redução do IRS e do IVA da eletricidade. Mas Rui Rio"não concorda muito" e critica a governação socialista: “Quando distribuímos o que não temos, desequilibramos isto tudo". O social-democrata garante quer fazer uma reforma, mas não uma revolução."Não quero partir tudo. Quero fazer uma mudança", garante. Já António Costa preferiu realçar os bons resultados já alcançados pelo seu Governo, apelando à continuidade. "A economia cresceu sete vezes mais do que nos anos anteriores, temos mais meio milhão de portugueses empregados e o crescimento assentou no aumento do investimento privado que em 2021, em nove meses, investiram 21 milhões de euros, o que mostra confiança”, apontou. Inês Sousa Real defendeu uma política"que estende a mão às pessoas" e pediu o fim dos estágios precários. O PAN também pediu uma revisão dos escalões do IRS - um desdobramento dos escalões e uma redução na incidência da taxa. Já a Iniciativa Liberal apontou que que Portugal"é o país da Europa ocidental com o salário líquido mais baixo". João Cotrim Figueiredo apelou, assim, a um"sistema fiscal mais amigo do investimento". Por sua vez, André Ventura disse que era preciso"moralizar para não termos quem quer fugir ao sistema e receber apoios sociais". “É urgente olharmos para as famílias e para as pessoas”, afirmou o líder do Chega. Rui Tavares atacou diretamente a IL por não esclarecer se a taxa única proposta pelos liberais"beneficiava os mais ricos". "A progressividade dos impostos é uma questão de justiça", defendeu o candidato do Livre. debate com todos os partidos na RTP Foto: RTP Costa e Rio trocam acusações na Saúde Na Saúde houve uma maior divergência entre Esquerda e Direita, mas também uma troca de acusações entre António Costa e Rui Rio, relativamente à gratuitidade do SNS. Rui Rio acusou António Costa de inventar uma narrativa sobre a posição do PSD para a Saúde. "Queremos um SNS tendencialmente gratuito. Não há dúvidas", garantiu. Já o atual primeiro-ministro voltou a insistir que os sociais-democratas querem que a classe média pague o SNS. “Rui Rio pode jogar com as palavras mas apresentou um projeto de revisão constitucional para que o SNS deixe de ser tendencialmente gratuito”, criticou. António Costa acusou ainda Rui Rio de ter"uma habilidade de disfarçar o que propõe o seu programa". Francisco Rodrigues dos Santos defendeu a liberdade de escolha na Saúde, em que o Estado paga se o utente optar por se dirigir e critica o PS por não ter conseguido garantir um médico de família para cada português. João Oliveira respondeu diretamente ao líder do CDS, dando o exemplo de um português que ficou dinheiro para tratar um cancro, depois de gastar 15 mil euros, e que teve de recorrer ao SNS. "O SNS está a ser alvo de um processo de desmantelamento dia a dia”, apontou, ainda. Já Catarina Martins elogiou os profissionais de Saúde, mas diz que não têm condições para trabalhar no SNS. A líder bloquista criticou a direita de tentar enganar as pessoas e diz que todos os líderes dessa ala política estão"implicados no tempo da troika, com grandes cortes na Saúde". Em resposta, André Ventura recusou qualquer culpa e criticou também António Costa por estar sentado no sofá relativamente ao SNS. João Cotrim Figueiredo deu o exemplo de países como Alemanha e Holanda para defender o sistema de saúde que propõe para Portugal. "São sistemas que têm proporcionado muitíssimo melhor qualidade de resposta", defende. Por sua vez, Rui Tavares disse que não trocaria o SNS pelo serviço de saúde da Bulgária"que tem das piores taxas de vacinação da Europa" e voltou a criticar o modelo defendido pela IL. Tópicos