Bruxelas quer instrumento p\u00fablico-privado de apoio \u00e0s empresas em vigor no ver\u00e3o

29/05/2020 13:30:00

Bruxelas quer instrumento público-privado de apoio às empresas em vigor no verão

29 Maio 2020, 11:23Orçado em 31 mil milhões de euros, este novo mecanismo público-privado poderá alavancar 300 mil milhões de euros de apoio à solvência de empresas consideradas como rentáveis.A Comissão Europeia espera que o novo instrumento público-privado de apoio à solvência de empresas em dificuldades devido à pandemia, orçado em 31 mil milhões de euros, esteja em vigor “no final do verão”, devendo “reger-se pelo mercado”.

Desvalorizar é palavra de ordem quando o assunto é a importância do Avante! na saúde financeira do PCP Jesualdo Ferreira deixa comando técnico do Santos Imprensa espanhola noticia que Juan Carlos está em Portugal

“Depende muito dos legisladores, do Parlamento Europeu e do Conselho, mas esperamos que […] no final do verão ou início do outono esteja em vigor”, declarou a vice-presidente executiva da Comissão Europeia, responsável pela política de concorrência, Margrethe Vestager.

Falando em conferência de imprensa, em Bruxelas, relativamente à proposta do executivo comunitário para este novo instrumento de apoio à solvência, que está integrado no Fundo de Recuperação da União Europeia (UE) para enfrentar a crise gerada pela covid-19, a responsável mostrou-se otimista sobre esta data para entrada em vigor, recordando que o mesmo já aconteceu com o esquema de apoio temporário ao emprego (Sure), que foi aprovado em seis semanas.

Segundo Margrethe Vestager, este novo instrumento de apoio à solvência “permitirá apoiar as empresas em toda a Europa com fundos próprios, centrando-se simultaneamente nos Estados-membros que têm menos possibilidades de oferecer eles próprios um apoio aos fundos próprios e nos setores e países cujas economias foram mais duramente atingidas pela pandemia”.

Orçado em 31 mil milhões de euros, este novo mecanismo público-privado poderá alavancar 300 mil milhões de euros de apoio à solvência de empresas consideradas como rentáveis, tendo aqui em conta as verbas comunitárias, que assumem o risco associado a investimentos, mas também injeções de privados nestas companhias.

Questionada sobre o funcionamento, Margrethe Vestager notou que “não existe chave de alocação ou envelopes por país”.Porém, o instrumento estará ligado ao Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos (FEIE), o programa comunitário que apoia investimentos estratégicos em domínios como as infraestruturas, a eficiência energética e as energias renováveis, a investigação e a inovação, o ambiente, a agricultura, a tecnologia digital, entre outros.

“Criámos este novo instrumento para ser regido pelo mercado”, indicou a vice-presidente da Comissão Europeia.Existem, ainda assim, alguns critérios estabelecidos para as empresas que serão apoiadas, devendo estas terem negócios sediados na UE, não apresentarem dificuldades financeiras anteriores à pandemia (com base nos resultados de final de 2019), serem “economicamente viáveis” e terem sido impactadas pela covid-19 de forma a não conseguirem acesso suficiente a financiamento por si próprias.

Orientações para o Ensino Superior. Aulas ao sábado, máscaras obrigatórias e testes à covid-19 Brasil regista 1.437 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas Como é que a saída de Juan Carlos mexeu com o Governo espanhol

O processo começará, então, pelo FEIE, com verbas disponibilizadas pelo Banco Europeu de Investimento (BEI) a instituições financeiras nacionais ou outras intermediárias, com os montantes a serem depois canalizados para empresas elegíveis.

Em entrevista à agência Lusa na passada terça-feira, Margrethe Vestager já tinha anunciado a criação deste instrumento público-privado, indicando que o objetivo era apoiar solvência de “empresas saudáveis”, nomeadamente em países com menor capacidade orçamental.

“Vemos que alguns Estados-membros têm espaço orçamental suficiente para apoiar os seus negócios de acordo com as necessidades, mas outros não têm este espaço orçamental, então porque não nos ajudarmos uns aos outros? E isso pode acontecer através de financiamento público e privado para apoiar negócios saudáveis em Estados-membros que não estão tão bem posicionados como outros”, defendeu.

Um dia depois, na quarta-feira, a Comissão Europeia anunciou a criação de um Fundo de Recuperação de 750 mil milhões de euros para a Europa superar a crise provocada pela pandemia de covid-19, do qual se prevê que Portugal beneficie de um total de 26,3 mil milhões de euros.

Do valor global do fundo, 500 mil milhões de euros serão canalizados para os Estados-membros através de subsídios a fundo perdido e os restantes 250 mil milhões na forma de empréstimos.À proposta do Fundo de Recuperação de 750 mil milhões junta-se também uma proposta revista do próximo quadro financeiro plurianual da UE para 2021-2027, de 1,1 biliões de euros, com as ajudas divulgadas pelo executivo comunitário a atingirem 1,85 biliões de euros.

Consulte Mais informação: Jornal Económico »

Bruxelas quer tanta coisa q já nem sei o q quer que quer!

Assista hoje \u00e0s 15h \u00e0 JE editors Talk: Futuro do Ambiente de Trabalho

Bruxelas quer instrumento público-privado de apoio às empresas em vigor no VerãoOrçado em 31 mil milhões de euros, este novo mecanismo público-privado poderá alavancar 300 mil milhões de euros de apoio à solvência de empresas consideradas como rentáveis

''André Ventura diz o que muitos eleitores do CDS sempre pensaram''A crise na direita e a 'bazuca' vinda de Bruxelas foram os temas em debate. 'oh NãO, a VeRdADe, a VeRdAdE' Cds e bastachegas juntos não alcançam os dois dígitos percentuais, pelo menos durante a próxima década... Merda

Publicado diploma que determina horários para atravessar as fronteiras com Espanha em três localidadesCm ao Minuto - Publicado diploma que determina horários para atravessar as fronteiras com Espanha em três...

CDS-PP insiste em apoios diretos \u00e0s empresas para agilizar retoma econ\u00f3micaVai nanar.

Benfica quer Estádio da Luz cheio de... cachecóisA iniciativa do clube “encarnado” quer criar um ambiente mais empolgante para os seus atletas nos jogos que a equipa de futebol ainda irá disputar em sua casa.