Britânicos precisam de aumentos salariais de 8% para compensar subida do custo de vida

25/01/2022 17:43:00

Dados avançados pelo instituto criado pelo antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair mostram...

Tony Blair Institute, Global Change

Dados avançados pelo instituto criado pelo antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair mostram...

Dados avançados pelo instituto criado pelo antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair mostram que, se o Governo não tomar medidas para aliviar o custo de vida das famílias, o aumento dos salários, acima do previsto, será a única solução possível para compensar a subida da inflação e dos impostos.

E usufrua de todas as vantagens de ser assinanteO salário dos trabalhadores britânicos terá de subir, em média, 8% este ano para compensar a escalada da inflação e o aumento de impostos. A estimativa é do Tony Blair Institute for Global Change, que alerta que os trabalhadores mais pobres precisam de um aumento salarial de 10% para acompanhar a subida do custo de vida. 

Os dados avançados pelo instituto criado pelo antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair mostram que a subida de preços ao consumidor, sobretudo na energia, tem vindo a atingir com especial força os trabalhadores com baixos rendimentos. Apesar de estar previsto o aumento de 6,6% no salário mínimo britânico em abril,"

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Portugal ″bem posicionado″ para ligar Europa ao resto do mundo no mercado de dadosEstudo da Deloitte diz que Portugal é uma ″jóia escondida da conectividade″ na Europa e que ″está no local e 'timing' certos para beneficiar da explosão do mercado digital de dados″

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A estimativa é do Tony Blair Institute for Global Change, que alerta que os trabalhadores mais pobres precisam de um aumento salarial de 10% para acompanhar a subida do custo de vida.  Os dados avançados pelo instituto criado pelo antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair mostram que a subida de preços ao consumidor, sobretudo na energia, tem vindo a atingir com especial força os trabalhadores com baixos rendimentos. O estudo da consultora, que diz que Portugal é uma"jóia escondida da conectividade" na Europa, acrescenta que"com uma posição geográfica central na ligação de diversas regiões do mundo" o país"está no local e 'timing' certos para beneficiar da explosão do mercado digital de dados que nos últimos anos assistiu a um aumento exponencial no volume, devendo a quantidade de dados criados, consumidos e armazenados atingir mais de 180 zettabytes em 2025, 90 vezes superior à quantidade de dados de 2010". Apesar de estar previsto o aumento de 6,6% no salário mínimo britânico em abril," não será suficiente" para compensar o aumento nas contas da energia e impostos previsto para esse mesmo mês. Ainda assim, alerta a Deloitte,"esses valores escondem disparidades de conectividade uma vez que a Europa fica atrás dos Estados Unidos, com a capacidade de largura de banda instalada no continente americano cerca de 106% superior aos mercados da Região Europa, Médio Oriente e África (EMEA), até o final de 2020".  "A partir de abril, a inflação, a fatura da energia e os aumentos de impostos vão apertar muito mais para as famílias de baixos rendimentos do que as mais ricas", explica Ian Mulheirn, economista-chefe do Tony Blair Institute for Global Change, à  Bloomberg .200 empregos altamente qualificados Ainda assim, alerta a Deloitte,"esses valores escondem disparidades de conectividade uma vez que a Europa fica atrás dos Estados Unidos, com a capacidade de largura de banda instalada no continente americano cerca de 106% superior aos mercados da Região Europa, Médio Oriente e África (EMEA), até o final de 2020"."Há muitas dificuldades pela frente, e é difícil ver como é que o Governo pode evitar arcar com uma parte delas". A Deloitte acredita que"Portugal reúne condições únicas para atrair os maiores 'players' tecnológicos que necessitam de expandir a sua oferta no mercado global de dados", lê-se na mesma nota, onde a empresa defende que o país"surge como um local atrativo que responde aos requisitos de infraestruturas da Europa com uma conectividade competitiva, robusta e de grande alcance".

Para o Tony Blair Institute for Global Change, se o Governo não tomar medidas para compensar a subida dos impostos e dos custos da energia e dos restantes bens e serviços em geral, o aumento dos salários, acima do previsto, será a única forma de conseguir que os trabalhadores acompanhem o aumento das despesas que têm a pagar. Além disso, recorda a Deloitte,"o Governo português apoia os novos projetos de investimento, acelerando o processo de licenciamento", sendo que"Portugal continua a ser um dos poucos países do mundo que tem atualmente ligações diretas aos cinco continentes e é reconhecido pela implantação da nova geração de cabos submarinos por empresas líderes, como Google e Facebook". Além disso, recorda a Deloitte,"o Governo português apoia os novos projetos de investimento, acelerando o processo de licenciamento", sendo que"Portugal continua a ser um dos poucos países do mundo que tem atualmente ligações diretas aos cinco continentes e é reconhecido pela implantação da nova geração de cabos submarinos por empresas líderes, como Google e Facebook". Mesmo os trabalhadores em melhor condição financieira irão precisar de aumentos salariais de mais de 7% para manter o mesmo nível de rendimentos familiares.  Os sindidatos têm vindo a pressionar o Governo para que se aumente os salários em 7,5% já este ano, tendo em conta que a taxa de inflação registou uma . Este estudo da Deloitte foi apresentado pela portuguesa Start Campus no Pacific Telecommunications Council, em Honolulu, no Havai.