Biden promete combater a 'ameaça' ao direito ao aborto nos EUA - SIC Notícias

22/01/2022 19:21:00

Biden promete combater a “ameaça” ao direito ao aborto nos EUA

Biden promete combater a “ameaça” ao direito ao aborto nos EUA

Uma decisão do Supremo Tribunal legalizou o aborto nos EUA há 49 anos.

O Presidente dos EUA, Joe Biden, comprometeu-se hoje a defender os “direitos constitucionais” ao aborto, que considerou estarem sob “ameaça”, quando se completam 49 anos desde a decisão judicial que o legalizou no país.Numa declaração conjunta com a vice-Presidente, Kamala Harris, Biden disse que o direito ao aborto deve ficar inscrito em lei e prometeu defendê-lo com “todas as ferramentas” à sua disposição, para que os EUA não recuem em matéria de direitos cívicos.

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Lusa O Presidente dos EUA, Joe Biden, comprometeu-se hoje a defender os “direitos constitucionais” ao aborto, que considerou estarem sob “ameaça”, quando se completam 49 anos desde a decisão judicial que o legalizou no país.Contudo, na conferência de imprensa no final do encontro, Blinken não esclareceu se essas respostas se referem a todas as exigências apontadas por Moscovo, nomeadamente sobre as condições de a NATO não aceitar candidaturas de inclusão por parte de países da Europa de Leste.Joe Biden, presidente dos EUA, e o seu homólogo russo Vladimir Putin Biden e Putin já se encontraram pessoalmente num encontro presidencial em junho de 2020 PUB A Casa Branca indicou esta sexta-feira que não exclui um encontro entre o Presidente dos EUA e o seu homólogo russo Vladimir Putin, caso contribua para diminuir a tensão bilateral devido à concentração de tropas russas junto à fronteira ucraniana.+ A tensão na fronteira da Ucrânia com a Rússia mantém um equilíbrio frágil e os Estados Unidos e a União Europeia já entraram em campo, tendo o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, estado em reunião com o secretário de Estado norte-americano Antony Blinken para discutirem um possível aliviar das tensões.

Numa declaração conjunta com a vice-Presidente, Kamala Harris, Biden disse que o direito ao aborto deve ficar inscrito em lei e prometeu defendê-lo com “todas as ferramentas” à sua disposição, para que os EUA não recuem em matéria de direitos cívicos. “Devemos garantir que as nossas filhas e netas tenham os mesmos direitos fundamentais pelos quais as suas mães e avós lutaram e que conquistaram há 49 anos”, disseram o Presidente e a vice-Presidente.000 soldados russos junto das fronteiras ucranianas. A líder da maioria democrata na Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, também divulgou uma declaração na qual considerava que o direito ao aborto enfrenta “a maior ameaça, em décadas, por parte das forças de direita”. Biden e Putin já se encontraram pessoalmente num encontro presidencial em junho de 2020 em Genebra (Suíça), e em dezembro mantiveram uma reunião virtual com o objetivo de reduzir a tensão bilateral. Hoje comemora-se o da decisão “Roe versus Wade” , o veredicto do Supremo Tribunal que, desde 1973, obriga o aborto a ser autorizado até ao momento da possível sobrevivência do feto fora do útero, que se considera ser por volta das 23 ou 24 semanas de gravidez. SAIBA MAIS. Quando o Supremo Tribunal dos EUA decidiu a favor de Norma McCorvey, que sob o pseudónimo de Jane Roe tinha processado o estado do Texas por não permitir que fizesse um aborto, a interrupção voluntária da gravidez só era legal, sob certas circunstâncias, em 17 dos 50 estados norte-americanos. Para continuar a ler.

Os Estados Unidos podem regressar a uma situação semelhante, em meados deste ano, quando o Supremo Tribunal se pronunciar sobre o aborto, quando, tudo indica, os juízes deverão impor novos limites ao aborto, sendo possível que anulem o precedente jurídico de 1973. Contudo, na conferência de imprensa no final do encontro, Blinken não esclareceu se essas respostas se referem a todas as exigências apontadas por Moscovo, nomeadamente sobre as condições de a NATO não aceitar candidaturas de inclusão por parte de países da Europa de Leste. Se tal acontecer, cada estado norte-americano poderá decidir como regular o aborto, sendo expectável, de acordo com várias organizações de defesa dos direitos civis, que 26 deles, predominantemente conservadores, tomem medidas para o restringir ou o banir. .