Joe Biden Estados Unidos Reino Unido Austrália China

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AUKUS. A aliança que quer travar a 'expansão' da China

17/09/2021 13:31:00

Os Estados Unidos, Reino Unido e Austrália celebraram uma parceria “histórica” de segurança e partilha de tecnologia e informação para defender os seus interesses na região Indo-Pacífico. O objetivo não declarado é travar o “expansionismo” da China.

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Os líderes dos países anunciaram esta aliança, designada como AUKUS, na quinta-feira e consideraram que é um “passo histórico” para aprofundar a cooperação entre estas nações.“Todos nós reconhecemos que é imperativo garantir a paz e estabilidade da região Indo-Pacifica no longo prazo”, disse o Presidente dos EUA, Joe Biden, diretamente da Casa Branca.

“Temos que conseguir lidar com as atuais estratégias ambientais da região e perceber como é que elas podem evoluir porque o futuro de cada uma das nossas nações – e do mundo – depende de uma zona livre e aberta no Indo-Pacifico, que resista e prospere nas próximas décadas”, disse o Presidente. headtopics.com

O pacto gerou inúmeras críticas à volta do globo, nomeadamente porque irá permitir pela primeira vez que a Austrália posso construir submarinos movidos a energia nuclear.O primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, afirmou que esta nova parceria irá “garantir uma região mais segura e protegida”, beneficiando todos os envolvidos, e garantiu que a Austrália não está a procurar “adquirir armas nucleares”.

O diretor do programa de segurança internacional do Instituto Lowy, de Sydney, Sam Roggeveen, considerou esta medida “extraordinária”. “Os EUA só costumam partilhar as suas tecnologias com o Reino Unido, por isso, a Austrália juntar-se a este ‘clube’ indica que os EUA estão preparados para dar uns passos extra e quebrar velhas barreiras para conseguirem responder aos desafios colocados pela China”, disse Roggeveen ao Al Jazeera.

China fala em “mentalidade de guerra fria”Apesar dos líderes destes países nunca mencionarem diretamente a China, analistas apontam que esta aliança surgiu “em resposta ao expansionismo e agressão no mar do sul da China e em Taiwan”, escreve o Guardian.

Esta medida foi, como seria de esperar, recebida com desagrado pelas autoridades chinesas, que consideram “extremamente irresponsável” a venda de submarinos de propulsão nuclear à Austrália.“A cooperação entre os EUA, o Reino Unido e a Austrália no que diz respeito aos submarinos nucleares prejudica de forma grave a paz e estabilidade regionais, intensifica a corrida ao armamento e compromete os esforços internacionais sobre a não-proliferação nuclear”, disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da República Popular da China, Zhao Lijian, em Pequim. headtopics.com

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